pressmedia logo

FERRARI 849 TESTAROSSA - É PHEV E TEM 1050 CV!

e

2025-10-17 21:07:02

A designação Testarossa está de regresso ao catálogo da Ferrari, no 849 Testarossa. A marca italiana também apresentou o “cavallino rampante” que substitui o SF90 Stradale na configuração Spider. O superdesportivo encontra-se equipado com motorização híbrida Plug-In (PHEV), que combina V8 e três máquinas elétricas, e rende 1050 CV, mais 50 CV do que no antecessor. Prometem-se 0-100 km/h em menos de 2,3 segundos, velocidade máxima superior a 330 km/h e até 25 km de condução com a mecânica de combustão interna parada! AFerrari estreou o nome Testarossa no 500 TR de 1956 (tinha motor de 4 cilindros e 2 litros com cerca de 180 CV) , então, ainda como Testa Rossa =y e a designação ganharia muito mais relevo na década de 1980, devido ao desenho emblemático do Testarossa introduzido em 1984 (V12, 390 CV, 0-100 km/h em 5,3 segundos e velocidade máxima de 290 km/h), automóvel que marcou o início de era para o fabricante de Maranello. maior de sempre num modelo “comum” da marca transalpina. O V8 mantém os 4 litros de capacidade, mas a adoção das maiores turbinas de sempre em automóveis de estrada da Ferrari e os desenvolvimentos introduzidos nas cabeças dos cilindros, no bloco do motor, no coletor de escape, nos conjuntos de válvulas e no sistema de injeção permitiram ganhar 50 cv (a potência específica é de 208 cv/I). Os turbos novos eliminam os atrasos na resposta ("turbo lag”). De acordo com a Ferrari, o aumento da potência do motor foi alcançado sem qualquer penalização significativa em termos de peso, graças à construção inspirada nos motores de competição, além de medidas tão peculiares como a adoção de parafusos de titânio, o que explica o progresso de quase 10% na relação peso/ potência, na comparação com o SF90 Stradale. O coletor de escape em Inconel apresenta um aumento de 20% no diâmetro das condutas e de 10% no comprimento, o que também contribui para a melhoria do desempenho geral do sistema. Outros recursos, como o sistema de escape (filtro de partículas e matriz cerâmica de nova geração para os catalisadores), permitem cumprir as normas de emissões sem prejuízo para as prestações e a sonoridade. O 849 Testarossa destaca-se é o primeiro Ferrari com ligas recicladas de alumínio em peças fundidas do motor. Motores elétricos melhoram eficiência e “performances” Os motores elétricos mobilizam 220 cv apenas quando são usados no modo de condução mais desportivo. No 100% elétrico (eDrive), produzem “apenas” 163 CV. A autonomia máxima do programa de condução que para o funcionamento do v8 é de 25 km, de acordo com a homologação europeia WLTP. O 849 Testarossa tem quatro modos selecionáveis no eManettino, no volante eDrive, Hybrid, Performance e Qualify (garante o desempenho máximo do sistema). Os motores dianteiros asseguram a disponibilidade de tração integral e sistema de vetorização de binário, o que aumenta a eficácia, a precisão, a segurança e, ainda, a velocifdade em curva. Já o motor elétrico no eixo traseiro (MGU-K) deriva da Fórmula 1 e beneficia tanto a eficiência como as "performances”. Todos os sistemas de refrigeração foram revistos com o objetivo de garantirem que este “cavallino rampante” mantém os níveis máximos de prestações durante mais tempo e num número maior de ciclos. o sistema de travagem conta com discos e pastilhas de maiores dimensões, assim como mapas de atuação do programa de recuperação e regeneração da energia que proporcionam uma sensação mais natural ao pedal do travão. Numa manobra de emergência, 0-100 km/h em 28,5 metros. Sistema poderoso, portanto! A Ferrari anuncia 0-100 km/h em menos de 2,3 segundos, 0-200 km/h em 6,35 segundos, velocidade máxima superior a 330 km/h e, ainda, 1.17,500 m na volta ao Circuito de Fiorano para esta máquina com desempenho dinâmico ajustada continuamente por diversos sistemas de gestão eletrónica, que o condutor também pode regular em função das suas preferências, e do modo de condução. Regista-se, ainda, a evolução do sistema preditivo digital FIVE (Ferrari Integrated Vehicle Estimator). A marca melhorou as capacidades de aceleração lateral e longitudinal (conseguiu-o com a otimização da geometria da suspensão e da resposta do acelerador), as passagens de caixa automática de 8 velocidades, a travagem e a sonoridade da motorização. Somam-se O ABS Evo com otimização da repartição da travagem em função das condições do piso, a evolução do sistema Side Slip Control 9.0 e o diferencial eletrónico. Variante Spider dispõe de “hardtop” retrátil Estas informações também são válidas para o Testarossa Spider, com exceção da aceleração 0-200 km/h (6,5 segundos) e do tempo por volta em Fiorano (1.18,100 m). Este descapotável apresenta o mesmo peso do antecessor, o SF90 Spider (1660 kg). Comparado com o 849 Testarossa coupé, é 90 kg mais pesado, devido aos componentes do “hardtop” retrátil esta capota pode ser removida ou montada em 14 segundos, incluindo com o carro em movimento, a velocidades até 45 km/h. O 849 Testarossa tem poucas semeIhanças com o Testarossa da década de 1980, focando-se, ao invés, na eficiência aerodinâmica (e térmica). Assina-o Flavio Manzoni, diretor do Centro Stile da Ferrari. Este automóvel gerar até 415 kg de carga descendente a 250 km/h, mais 25 kg do que o SF90 Stradale. Um dos elementos em destaque é o “spoiler” ativo traseiro. A gama de pneus, de 20” (265/35 à frente e 325/30 atrás), foi desenvolvida em parceria com três fabricantes: Michelin, Pirelli e Bridgestone. E, assim, existem propostas diferentes para utilizações diferentes. O interior do 849 Testarossa combina o desenho refinado de um desportivo com a aparência “cockpit” dos monolugares. A parte superior do painel de bordo apresenta um efeito flutuante com saídas de ar em forma de “c. Entre as partes superior e inferior, faixa horizontal contrastante com os principais comandos e o ecrã do passageiro. Na parte inferior, o seletor da caixa semelhante ao do F80. Sinal dos tempos, a consola central é muito minimalista. A marca propõe dois tipos de bancos, ambos com construção em fibra de carbono e suportes laterais reforçados. A maior parte dos comandos do Ferrari está concentrada no volante, que combina funções analógicas e digitais botão de arranque do motor, seletor do “eManettino” e controlo do painel da instrumentação. Para o sistema multimédia, compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto. Versões Assetto Fiorano ainda mais exuberantes Finalmente, além de potencial de personalização quase ilimitado, a Ferrari propõe o 849 Testarossa numa versão Assetto Fiorano com conteúdos exclusivos e menos de 30 kg, graças à utilização de materiais como fibra de carbono (“vide” jantes de 20 ), titânio e Alcantara, tudo em beneficia do desempenho dinâmico. o pacote aerodinâmico também é exclusivo e integra aletas de maiores dimensões (sobressaem as duas pequenas asas traseiras). A suspensão tem amortecedores Multimatic mais rígidos e molas 35% mais leves, o que reduz a inclinação lateral em 10%. E, pela primeira vez, permite-se que O Assetto Fiorano disponha de sistema de elevação da dianteira, o que implicando a manutenção da suspensão semiativa Magneride. Para OS Assetto Fiorano, duas cores exclusivas, ambas novas, Bianco Cervino e Rosso Corsa. # E-AUTO, O AUTOMôVEL NO PRESENTE ? NO FUTURO não existe apenas na edição impressa que tem nas mãos. Vivemos na era da digitalização e do acesso (quase) instantâneo à informação, o que pressupõe, necessariamente, a disponibilização de conteúdos nos formatos da moda, somando imagens (fotografias, infografias e vídeos) aos textos, para uma apresentação mais atrativa e interativa. E-AUTO, O AUTOMôVEL NO PRESENTE E INO FUTURO, naturalmente, encontra-se na Internet, em www.e-auto.pt, numa edição com identidade própria diferente da impressa, por dispor de conteúdos espe-cíficos e basear-se mais na atualidade do automóvel. Online, por exemplo, notícias, galerias de imagens/vídeos, impressões de condução e testes a modelos novos, etc.! Subscreva e receba tudo em primeira mão, incluindo “newsletters” com as “últimas” do setor... E-AUTO, O AUTOMôVEL NO PRESENTE E NO FUTURO, tem, também, canal próprio no YouTube e atividade intensa nas redes sociais (Facebook e Instagram ativos...). Independentemente dos formatos, interatividade com o leitor prioritaria, para que nenhuma dúvida ou pergunta fique sem esclarecimento ou resposta. FICHA TECNICA MOTOR TERMICO Arquitetura V8 + 3 motores elétricos Capacidade 3990 CC Alimentação Injeção direta, Turbo, Intercooler Distribuição 2 a.c.c./32V Potência 830 cv/7500 rpm Binário 842 Nm/6500 rpm MOTORES ELETRICOS Potência total 220 cv (163 cv no modo eDrive) Tipo de bateria lões de lítio Capacidade da bateria 7,45 kWh MODULO HíBRIDO Potência combinada 1050 cV TRANSMISSâO Tração Integral permanente Caixa de velocidades Automática de 8 vel. CHASSIS Suspensão F Ind. braços duplos, adaptativa Suspensão T Ind. braços duplos, adaptativa Travões F/T Discos carbocerâmicos Direção/Diâmetro de viragem Elétrica/10,9 m DIMENSOES E CAPACIDADES Comprimento/Lare /Largura/Altura 4,718/1,999/1,225 m Largura das vias F/T 1,678/1,673 m Distância entre eixos 2,650 m Mala 74 litros Depósito de combustível 68 litros Pneus F 265/35 R20 Pneus T 325/30 R20 Peso 1570 kg Relação peso/potência 1,5 kg/cv PRESTAçOES E CONSUMOS Velocidade máxima 330 km/h Aceleração 0-100 km/h 2,3 S Autonomia do modo EV (WLTP) 25 km PREçO Não anunciado Pedro Junceiro