SEDE DA EDP CONSTRUÍDA POR GRUPO DE BRAGA VENCE PRÉMIO DE MELHOR PROJETO PRIVADO DE ARQUITETURA
2025-10-18 21:06:21

Prémios Construir A Sede EDP II, construída em Lisboa pelo dstgroup, de Braga, venceu o Prémio Construir na categoria Melhor Projeto Privado de Arquitetura, no concurso promovido pelo jornal Construir. Numa nota publicada nas redes sociais, o grupo de Braga salienta que “o projeto arquitetónico de Alejandro Aravena e Carrilho da Graça da nova sede da EDP já é um marco na paisagem ribeirinha lisboeta e foi executado pelo dstgroup”. ?????????? Foram várias as empresas do grupo bracarense envolvidas neste projeto, nomeadamente:bim+, tgeotecnia, tagregados, tbetão, tlaboratório, tmodular, bysteel e dte. Como O MINHO noticiou, o projeto levou dois anos de trabalho ininterrupto e custou cerca de 45 milhões de euros. A nova sede da EDP tem uma área bruta de construção de 23.800 m2 e uma área útil para serviços de 11.400 m2, além de quatro pisos de estacionamento com 257 lugares, dos quais 97 serão públicos. O edifício foi erguido na Rua Dom Luís I, ao lado da sede da Avenida 24 de Julho, e deverá acolher cerca de 800 colaboradores de várias áreas de negócio. Alejandro Aravena, vencedor de um Prémio Pritzker em 2016, foi quem deu à obra uma “linguagem estética baseada no uso e potencialidades do betão”, em colaboração com o arquiteto português Carrilho da Graça. A construção de um parque de estacionamento subterrâneo com recurso a escavação com contenção periférica e a demolição dos edifícios existentes marcaram a primeira fase do projeto para a construtora de Braga. O projeto previa “a construção de duas torres, nascente e poente, interligadas na cave e erguidas ao longo de seis pisos acima do solo, por onde se distribui o átrio e a receção, no piso 0, escritórios, entre o primeiro e o quarto andar, e, por fim, ginásio, esplanada, sala de conferências e cobertura. A área ronda os 1.000m2 por piso e por torre”. Na zona central do empreendimento, localizada no piso 0, foi construído o túnel de acesso às duas torres. O interior da praça é átrio e serve como cafetaria, num espaço exclusivamente público, que tem ainda uma plataforma como miradouro do rio Tejo. Fernando André Silva