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A CONFIANÇA É O PRINCIPAL ATIVO ORGANIZACIONAL , WTW DEBATE FUTURO DA GESTÃO DE RISCO

ECO

2025-10-22 21:06:35

A corretora WTW discutiu temas acerca da confiança. da adaptação e da necessidade de olhar para o risco como uma vantagem competitiva. A WTW, empresa de consultoria, corretagem e soluções, reuniu os seus líderes empresariais e especialistas durante o evento anual “Where the Future Meets You”, que decorreu no dia 7 de outubro na Casa da Música, no Porto, para discutir o futuro da gestão de risco, confiança organizacional e capacidade de adaptação, partilharam em comunicado. WTW reuniu líderes empresariais para debate num evento anual na Casa da Música, no Porto. “O futuro pertence às empresas que sabem transformar o risco em vantagem competitiva e a incerteza em oportunidade”. Sob o tema da confiança como ativo estratégico, o encontro destacou a importância de uma liderança adaptável e da capacidade das empresas em transformar a incerteza em oportunidade. “A confiança é hoje o principal ativo organizacional. É o que sustenta a cultura, inspira o talento e dá sentido às decisões em tempos incertos”, afirma Elsa Carvalho, Senior Director da WTW Portugal. A sessão de abertura ficou a cargo de António Paraíso, especialista em estratégia, marketing e inovação, que sublinhou a necessidade de, em tempos de incerteza, “ver oportunidades”. Para o especialista, a “crise e incerteza são terreno fértil para inovação”, e a “adaptação é opcional: cada líder escolhe ser protagonista ou espectador”. Durante o evento, Nuno Arruda, CEO da WTW Portugal, destacou o papel da gestão de risco como fator diferenciador num contexto económico em rápida mudança: “O futuro pertence às empresas que sabem transformar o risco em vantagem competitiva e a incerteza em oportunidade”, destacou. O painel de debate contou ainda com a participação de Vítor Fernandes (TMG), Carlos Palhares (Mecwide), Hugo Ribeiro da Silva (XRS Holding) e Elsa Carvalho (WTW), que partilharam experiências de liderança, gestão de risco e transformação cultural. Os oradores defenderam que a “colaboração entre setores é essencial para a sustentabilidade”, tal como o papel da “inteligência artificial e da tecnologia” como ferramentas para “a transformação”. ECO Seguros