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APRESENTAÇÃO - PORSCHE CAYENNE ELÉTRICO

Turbo

2025-10-23 21:04:26

A nova arma da Porsche para recuperar o terreno perdido pelos modelos elétricos não conhece limites. Seja em pista ou fora do asfalto tem sempre tração e uma avalanche de binário para sair das situações mais complicadas ATRAçâO TOTAL Fomos até às instalações da Porsche em Leipzig, inauguradas em 2002, precisamente para produzir O Cayenne e de cujas linhas de montagem agora saem o Macan eo Panamera, para novo contacto na primeira pessoa com O Cayenne Elétrico. Desta vez, apesar de ocuparmos o lugar dianteiro esquerdo, não conduzimos. o protótipo que onos calhou tinha volante à direita. Nada que atrapalhasse o piloto de testes espanhol, que também não se importou nada com a chuva que persistiu durante todo o evento. Na verdade, a chuva ajudou a demons-trar a excelente capacidade de tração do Cayenne. Já realizámos suficientes provas de arranque até aos 100 km/h para dispensar o conselho para encostar a cabeça ao banco. Não ficámos maldispostos com a aceleração, nem sabemos se o tempo foi realmente inferior a três segundos. A julgar pela sensação de vertigem e pela forma como o estômago ficou colado às costas não deve ter andado muito longe do tempo anunciado. o que seria “mais um dia no escritório” para o Porsche 911 Turbo s assume contornos de magia de Estugarda quando pensamos que fizemos um arranque até aos 100 km/h em menos de três segundos a bordo de um SUV com um comprimento na ordem dos cinco metros e um peso seguramente superior a 2,5 toneladas. E estava a chover. E certo que estávamos numa pista de testes, com um grip acima da média, mas a verdade é que não parece ter havido um movimento em falso das rodas. A Porsche ainda não divulgou os valores definitivos da versão Cayenne Turbo onde fomos passageiros privilegiados, mas não podemos deixar de admirar a ciência e a tecnologia que permitem transferir mais de 1000 cv e 1500 Nm de binário para asfalto molhado sem patinar de rodas evidente. Seguimos para o miolo do circuito, desenhado para replicar secções famosas ] IGNIçâO de outros autódromos, como a Paragem do Autocarro de Spa-Francorchamps ou O Saca-rolhas de Laguna Seca. NãO MEXE Com o Porsche Active Ride a garantir a horizontalidade do chassis e o eixo traseiro direcional a ajudar nas mudanças rápidas de direção, a Paragem do Autocarro parece fácil. O Saca-rolhas só exigiu mais empenho porque o nosso piloto decidiu aproveitar as transferências de massas da sequência de curvas desniveladas para mostrar como é fácil e divertido puxar pela traseira. Da pista de testes avançámos para o circuito fora de estrada desenhado à medida das aptidões todo-o-terreno do novo SUV elétrico da Porsche. Entre cruzamentos de eixos de deixar duas rodas no ar, contorno de obstáculos com 30 graus de inclinação lateral, subidas e descidas onde não é preciso fazer mais do que segurar a direção e deixar a eletrónica tratar do resto ou passagens a vau com água pela soleira das portas houve de tudo. E no entanto, o que mais ónos impressionou foi o conforto e o refinamento da suspensão sobre os estradões de ligação entre os obstáculos. Concluída a parte prática recolhemos à box para recapitular a teoria. O Caeyenne Elétrico utiliza uma nova bateria de iões de lítio, com química avançada Níquel/Magnésio/ Cobaltos e 113 kWh para anunciar até 600 km de autonomia. Cada eixo tem um motor elétrico de íman síncrono permanente, mas, ao contrário do que acontece com O Taycan, a unidade traseira não tem caixa de duas velocidades. Prova de que os tempos estão a mudar, a Porsche trocou as habituais maquetes e cortes esquemáticos dos motores e caixas de velocidades por amostras dos materiais do interior... há pele verdadeira, pele falsa, madeira e fibras recicladas e recicláveis, porque, no final do ciclo de vida, o Cayenne Elétrico pode ser 90% reciclado. Num interior com quatro bons lugares, todos com ajuste elétrico, não podiam faltar modos de ambiente. Ao todo são nove, três deles exclusivos dos modelos equipados com bancos com função de massagem. SaO OS modos de Bem-estar, com sons relaxantes da natureza. Uma forma descontraída de passar os dez minutos necessários para a arquitetura elétrica de 800 v carregar o equivalente a 300 km de autonomia. Outra forma de passar o tempo pode ser ver séries oujogar.com o Cayenne estacionado o condutor também pode participar nas atividades lúdicas. Em movimento, estas só estão disponíveis óno ecrã de 14,9 polegadas do passageiro. o painel de instrumentos tem 14,25 polegadas e a apresentação clássica da Porsche. A grande novidade é o ecrã vertical curvo, que parece escorrer do tablier para a consola central, onde resistem os comandos analógicos para o volume e o essencial da climatização. Desenvolvido sobre uma base Android Auto, o sistema operativo aproveita a curva do ecrã para apresentar as informações principais na secção mais vertical e correr os widgets das funcionalidades secundárias na zona inferior curva. Também permite utilizar Apple CarPlay ou Android Auto na parte superior mantendo as aplicações e widgets nativos na zona curva. O 0 QUE PRECISA SABER 5 LUGARES 781L MALA 1000 CV 1500 NM 2,7 S 0-100 KM/H 600 KM AUTONOMIA QUANDO? CHEGA VERâO 2026 SEM MOLDURA As portas do Cayenne Elétrico não têm moldura. Dependendo do nível de equipamento podem ter movimento automático. A suspensão Porsche Active Ride faz a estreia num SUV POR DENTRO DO ASSUNTO “Sabemos que 80% dos nossos clientes carrega o automóvel em casa, por isso desenvolvemos um carregador de indução para simplificar a convivência. Quando o Cayenne Elétrico se encontra a menos de cinco metros do carregador, o painel de instrumentos apresenta guias verdes para conduzir até ao alvo. O carregamento, a1l kW, ativa-se automaticamente e tem um sistema de segurança que interrompe as operações em caso de algum objeto ou animal subir para a placa de carga”. FERRY PAD A almofada para apoiar o pulso sob o ecrã curvo chama-se Ferry Pad em honra de Ferry Porsche. A arquitetura de 800 v permite carregar 300 km em 10 minutos. A bateria tem 113 kWh. O motor traseiro deixa de ter caixa de duas velocidades MAXIMILIAN MULLER SISTEMAS DE ALTA VOLTAGEM RICARDO MACHADO