pressmedia logo

UNIVERSIDADE PORTUCALENSE: FORMAR LÍDERES PARA TRANSFORMAR ORGANIZAÇÕES

Executive Digest Online

2025-10-29 22:07:03

Combinando rigor académico, proximidade ao mercado e uma forte dimensão internacional, o MBA executivo da universidade portucalense prepara profissionais para enfrentar contextos empresariais complexos e globais. Na Portucalense Business School, o MBA Executivo afirma-se como uma formação intensiva e transformadora, concebida para desenvolver competências críticas de liderança, do pensamento estratégico à inovação e à transformação digital. O programa distingue-se pela ligação ao tecido empresarial, pela abordagem bilingue e pela forte componente experiencial, integrando ainda a International Week em Paris, em parceria com a ICN Business School, que acrescenta uma dimensão global única. Em entrevista, Alfredo Castanheira e Margarita Carvalho, co-coordenadores do MBA Executivo partilham a visão e os objectivos desta aposta formativa. O MBA Executivo da UPT apresenta-se como uma formação intensiva e transformadora. Que papel pretende assumir no ecossistema de programas de gestão em Portugal? O MBA Executivo da Universidade Portucalense pretende afirmar-se como um programa único no panorama português, combinando rigor académico, proximidade ao mercado e uma forte vocação internacional. Num ecossistema competitivo, a proposta da Portucalense Business School destaca-se pela aposta em metodologias activas, na ligação permanente ao tecido empresarial e no desenvolvimento e competências críticas para a liderança actual, como pensamento crítico estratégico, inovação e transformação digital. Pretende- se que seja um catalisador de mudança, formando executivos capazes de impactar não apenas as suas organizações, mas também o desenvolvimento económico do país, a par da concretização de um propósito pessoal bem identificado. Este é um curso com uma dimensão internacional forte, nomeadamente através da International Week em Paris. Em que medida essa experiência acrescenta valor à formação de executivos portugueses? A International Week em Paris, organizada em parceria com a ICN Business School, uma instituição com tripla acreditação internacional (AACSB, AMBA e EQUIS), oferece aos participantes um ambiente imersivo de contacto directo com empresas globais, líderes de referência e acompanhamento por docentes internacionais. Para os executivos portugueses, esta experiência acrescenta valor ao promover abertura cultural, exposição a práticas de gestão em diferentes contextos e acesso a redes de networking em mercados estratégicos. Ao vivenciar desafios de gestão num cenário internacional tão competitivo, os participantes reforçam a sua visão global e preparam- se melhor para decisões em ambientes multiculturais e altamente competitivos. A parceria com a ICN Business School é um dos pontos altos do programa. Que peso tem esta ligação no posicionamento do MBA da UPT a nível europeu? A associação com a ICN Business School, reconhecida pela excelência em inovação e negócios internacionais, confere ao MBA Executivo da UPT uma credibilidade acrescida no espaço europeu. Esta ligação permite alinhar o programa com padrões internacionais de qualidade e fortalecer a sua atractividade junto de profissionais que valorizam experiências formativas cosmopolitas. Mais do que uma colaboração pontual, trata-se de um eixo estratégico para o posicionamento da Portucalense Business School, que assim reforça a sua relevância e diferenciação face a outros programas nacionais. O programa combina ensino em português e inglês. Esta abordagem bilingue é também uma forma de preparar os participantes para contextos empresariais globais? A combinação de português e inglês responde à necessidade de preparar gestores para contextos empresariais cada vez mais globalizados e à participação de docentes internacionais. Ao integrar alguns conteúdos em ambas as línguas, os participantes desenvolvem maior fluência na comunicação em ambientes internacionais e ganham confiança para negociar, liderar e colaborar em equipas multiculturais. Esta abordagem bilingue transforma-se, assim, num treino prático e realista das exigências quotidianas de quem actua em mercados globais. O conceito “figital” é referido como uma inovação pedagógica. Como é que esta metodologia se traduz na prática e em que medida potencia a aprendizagem executiva? O programa pretende explorar o state of the art no que concerne o mundo da gestão, apresentando aos participantes tendências, ferramentas e práticas emergentes. O figital é, precisamente, um desses elementos. E coloca novos desafios , e potencialidades , àquilo que é, nomeadamente, a relação com o consumidor e a valorização da experiência que as marcas pretendem propor ao mercado. No programa, este conceito é explorado através de casos, ferramentas e tendências que desafiam os participantes a repensar a relação com o consumidor e a experiência de marca. Que tipo de competências comportamentais e de liderança são trabalhadas ao longo do programa? O MBA Executivo da UPT dá ênfase ao desenvolvimento de competências comportamentais críticas: liderança colaborativa, gestão da mudança, pensamento crítico, criatividade, comunicação eficaz e sensibilidade intercultural. O programa inclui actividades como teambuilding (Ignition Point) e desafios intensivos (Fusion 24) que promovem resiliência, capacidade de decisão sob pressão e espírito de equipa. Estas competências, aliadas ao conhecimento técnico, resultam em líderes preparados para inspirar e mobilizar equipas em contextos complexos. O perfil de entrada é pensado para profissionais com experiência e ambição de liderança. Que diversidade de backgrounds esperam reunir numa mesma turma? Pretende-se reunir uma turma plural, composta por quadros intermédios e superiores oriundos de sectores como indústria, serviços, tecnologia, saúde, administração pública e empreendedorismo. Esta diversidade enriquece o processo de aprendizagem, pois os participantes confrontam-se com perspectivas distintas e constroem soluções inovadoras a partir da complementaridade das suas experiências. Mais do que homogeneidade, procura-se criar um ecossistema colaborativo onde a partilha de trajectórias e experiências potenciam o crescimento colectivo. O programa integra estudos de caso, simulações e dinâmicas práticas. Que diferenciação oferece esta componente experiencial face a modelos mais tradicionais? A componente experiencial diferencia-se ao colocar os participantes em situações próximas da realidade empresarial, desafiando-os a aplicar conhecimentos em contextos de incerteza. Ao invés de uma aprendizagem passiva, privilegia-se o learning by doing, através de business cases, role plays, simulações e dinâmicas colaborativas. Esta abordagem garante uma aprendizagem mais duradoura, desenvolve a capacidade de decisão e prepara executivos para enfrentar problemas reais com soluções inovadoras e pragmáticas. Além da aprendizagem em sala de aula, que oportunidades de networking o MBA proporciona? O MBA oferece múltiplas oportunidades de networking: convívio regular entre profissionais de diferentes sectores, contacto com docentes que são também líderes empresariais, participação em eventos académicos e empresariais, e, sobretudo, a Semana Internacional em Paris. Adicionalmente, a ligação à AICEP e a empresas parceiras reforça o acesso a redes de valor, ampliando as perspectivas de carreira e de colaboração em projectos nacionais e internacionais. Num mercado em rápida transformação digital, como garante o MBA Executivo que os conteúdos se mantêm actualizados e alinhados com as exigências das empresas? A actualização contínua é garantida pela ligação estreita com o tecido empresarial e pela participação de docentes convidados que exercem cargos de liderança em empresas nacionais e multinacionais. Os conteúdos são periodicamente revistos à luz das melhores práticas internacionais, incorporando temas emergentes como inteligência artificial, business intelligence, ESG e transformação digital. Este diálogo permanente entre academia e mercado assegura a relevância e aplicabilidade imediata da formação. De que forma o programa articula áreas como gestão, finanças, marketing e tecnologia para formar executivos preparados para decisões integradas e multidisciplinares? O plano curricular foi desenhado de forma integrada, estruturado em três fases , Get Set, Get Ready e Get Going , que permitem consolidar conhecimentos, aplicar ferramentas inovadoras e desenvolver estratégias em cenários complexos. As disciplinas cruzam conteúdos de gestão, finanças, marketing e tecnologia, fomentando uma visão holística da organização. Assim, os participantes aprendem a articular diferentes dimensões numa lógica sistémica, essencial para decisões de alto impacto e sustentadas em múltiplas variáveis. Qual é a principal transformação que a UPT gostaria de ver nos diplomados do MBA Executivo, tanto no plano pessoal como no impacto nas organizações onde trabalham? A Portucalense Business School deseja que os diplomados se tornem líderes mais confiantes, críticos e globais, capazes de aliar conhecimento técnico à inteligência emocional e à ética. No plano organizacional, esperamos que se afirmem como motores de inovação, promotores de culturas empresariais inclusivas e sustentáveis e agentes de mudança que potenciam a capacidade de adaptação das empresas. Em síntese, espera-se que cada diplomado seja um agente de transformação, capaz de gerar impacto positivo tanto no crescimento económico como no desenvolvimento social. Este artigo faz parte do Caderno Especial “MBA, Pós-graduações & Formação de executivos”, publicado na edição de Setembro (n.º 234) da Executive Digest.