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MAXUS INTRODUZ VERSÃO DIESEL DO DELIVER 7 E REFORÇA OFERTA NUM MERCADO AINDA DEPENDENTE DE COMBUSTÃO

Revista Publiracing Online

2025-11-17 22:11:20

Maxus introduz versão Diesel do Deliver 7 e reforça oferta num mercado ainda dependente de combustão Num momento em que a indústria automóvel acelera rumo à eletrificação, a Maxus decidiu remar ligeiramente contra a maré e apresentou o novo Deliver 7 Diesel - e esta escolha diz muito sobre a realidade portuguesa: a transição energética avança, mas o mercado profissional continua longe de dispensar os motores de combustão. Representada entre nós pela Astara, a Maxus tem sido uma das marcas que mais rapidamente construiu um portefólio 100% elétrico no setor dos veículos comerciais. No entanto, com a chegada desta nova variante turbodiesel, a marca admite um facto incontornável: para milhares de pequenos e médios negócios, a eletrificação ainda não é uma resposta viável. E essa honestidade estratégica merece ser sublinhada. Entre ambições elétricas e necessidades reais O Deliver 7 Diesel nasce para preencher uma lacuna que nem as melhores intenções ambientais conseguem apagar: as frotas profissionais precisam de autonomia consistente, custos controlados e capacidade de carga que não fiquem reféns da disponibilidade de carregadores ou da variação climática. Com um motor 2.0 turbodiesel de 150 cv, caixa manual de seis velocidades e consumos WLTP de 8,0 l/100 km, o modelo posiciona-se como ferramenta de trabalho robusta, previsível e adaptada ao quotidiano das empresas portuguesas - especialmente fora dos grandes centros urbanos, onde a infraestrutura elétrica ainda avança a passo lento. Capacidade de carga continua a ser argumento decisivo A Maxus não tentou reinventar a fórmula: o Deliver 7 Diesel chega apenas em versão L2H1, com uma volumetria útil de 7,2 m³ e uma carga de 1.200 kg. Números sólidos, acompanhados por soluções práticas como: Porta lateral deslizante (990 mm de largura) Portas traseiras com abertura até 180° Iluminação LED no compartimento Oito pontos de fixação É um veículo pensado para quem faz dezenas de entregas diárias, circula entre armazéns e zonas industriais, e precisa de eficiência operacional acima de tudo. Tecnologia e segurança sem compromissos Embora seja a versão Diesel, o Deliver 7 não abdica de equipamento essencial: Ecrã tátil de 12,3” com Apple CarPlay e Android Auto Ar condicionado Volante multifunções Cruise control Faróis LED Chave inteligente E no capítulo da segurança, uma lista que até há pouco tempo era rara no segmento: Controlo eletrónico de estabilidade Travagem de emergência Câmara traseira Airbags frontais e de cortina Travão de mão elétrico Sistema eCall Sensores dianteiros e traseiros Não é luxo. É modernização - finalmente a chegar ao trabalho diário das PME portuguesas. Preço que desafia o mercado Disponível por 26.300 EUR + IVA, o Deliver 7 Diesel entra em confronto direto com propostas mais antigas das marcas tradicionais e com veículos elétricos mais caros, mas ainda difíceis de justificar para algumas operações. A Maxus sabe disso - e posiciona-se como uma alternativa pragmática num momento em que o discurso e a realidade da transição energética ainda não caminham à mesma velocidade. Garantia e estratégia: uma aposta sólida Os 5 anos ou 160.000 km de garantia reforçam um sinal claro: a marca quer conquistar frotas e fidelizar empresas que procuram fiabilidade antes de tudo o resto. E, mais uma vez, o timing não é inocente. O sector dos comerciais ligeiros está em pleno reposicionamento, com a eletrificação a crescer, mas sem uma solução “tamanho único” para todos. O Deliver 7 Diesel é, portanto, menos um passo atrás - e mais uma aceitação madura do estado atual do mercado português. Galaria de Imagens “A Revista Publiracing acredita em jornalismo isento, relevante e de qualidade. Se também valoriza informação independente, considere apoiar o nosso trabalho.” Saiba mais clicando aqui ou vá para o link de apoio abaixo [Additional Text]: Maxus introduz versão Diesel do Deliver 7 e reforça oferta num mercado ainda dependente de combustão ree Redação Europa