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ESPECIAL - ESPAÇOS EXTERIORES / PISCINAS E LAZER / MOBILIÁRIO URBANO

Construir

2026-03-10 13:11:03

Como os desafios ambientais e urbanos têm vindo a transformar os espaços exteriores O mercado de soluções para espaços exteriores e públicos tem vindo a ganhar nova dinâmica, impulsionado por tendências de sustentabilidade, durabilidade e inovação tecnológica. Desde mobiliário urbano resistente a fenómenos climáticos extremos, passando por colas e vedações técnicas de elevada performance, até a piscinas familiares e equipamentos sanitários eficientes, a prioridade é oferecer soluções que aliem qualidade, conforto e responsabilidade ambiental, ao mesmo tempo que facilitam a manutenção e prolongam a vida útil dos produtos Fotos: DR AMOP REFORçO DA ESTRATéGIA CLIMATICA e ECONOMIA CIRCULAR A Amop está a reforçar a sua estratégia de desenvolvimento de mobiliário urbano com base nos princípios do eco-design inclusivo, da economia circular e da adaptação climática. A abordagem enquadra-se na visão estratégica da Amop Synergies, que procura responder aos desafios ambientais e urbanos que se intensificam nas cidades. Segundo André Almeida, director industrial e CEO da empresa, os últimos meses demonstraram a importância de soluções robustas e duráveis no espaço público, sobretudo devido a eventos atmosféricos extremos que afectaram cadeias logísticas e prazos de fornecimento. Ainda assim, a empresa considera que o período veio reforçar a confiança do mercado nas suas soluções. o balanço foi de uma “resiliência testada e comprovada”, com Os últimos meses marcados por “desafios logísticos significativos, onde eventos atmosféricos extremos afectaram directamente o calendário de fornecimentos e a dinâmica da procura”. Apesar deste contexto, a procura por soluções de elevada durabilidade aumentou. De acordo com o responsável, este comportamento revela uma mudança de mentalidade por parte dos clientes e projectistas. “os nossos clientes perceberam que, em tempos de incerteza, investir em soluções robustas não é um luxo , é uma necessidade de gestão de risco”, sublinha. O principal desafio, acrescenta, tem sido equilibrar a urgência de execução das obras com os padrões de qualidade da empresa. “Conciliar a pressão dos prazos com a exigência de qualidade é uim desafio constante, mas a solidez da Amop permitiu-nos atravessar este período mantendo a confiança de arquitectos e paisagistas.” Os fenómenos meteorológicos recentes trouxeram para o centro do debate a necessidade de equipamentos urbanos mais resistentes. Para a AMOP, o sector está a atravessar uma mudança de paradigma. “A indústria chegou a um ponto de ruptura: terminou a era da mitigação e iniciou-se a era da adaptação”, defende André Almeida. Neste contexto, a empresa tem vindo a apostar em soluções baseadas na materialidade e na robustez estrutural. Os equipamentos são concebidos para suportar condições climáticas exigentes, combinando peso, estabilidade e novas composições de betão que incorporam materiais reciclados. “A nossa resposta não passa por adicionar tecnologia complexa que pode falhar sob stress climático. Apostamos antes numa robustez passiva, com mobiliário que é, por natureza, mais estável, mais fresco e menos dependente de manutenção dispendiosa.” No contexto das chamadas smart cities, a empresa defende uma abordagem que privilegia o design e os materiais em vez de soluções excessivamente tecnológicas. “Existe uma confusão recorrente em que Smart City é associada apenas a sensores e ecrãs”, afirma o responsável. “Para nós, a verdadeira inteligência urbana está no design climático passivo.” Segundo André Almeida, o objectivo é desenvolver mobiliário urbano que responda directamente a problemas concretos do espaço público, como o aquecimento urbano ou a necessidade de reduzir a pegada ambiental dos materiais utilizados. vedação que permite aplicação em superfícies húmidas ou mesmo submersas. “o Aquamax permite colar e vedar mesmo em superfícies húmidas ou submersas, apresentando elevada resistência ao cloro e à água salgada, o que garante intervenções rápidas e duradouras em ambientes exigentes, como piscinas e redes hidráulicas”, acrescenta. Para o próximo ano, a Griffon antecipa uma evolução do mercado no sentido de soluções mais eficientes, rápidas de aplicar e com maior durabilidade. “Prevê-se uma crescente valorização de soluções técnicas que combinem rapidez de aplicação, elevada resistência e redução de intervenções futuras”, afirma Ricardo Anjos. Neste contexto, a manutenção preventiva e o recurso a produtos multifuncionais deverão assumir um papel cada vez mais relevante no sector da construção e das infra-estruturas exteriores, com soluções orientadas para o segmento profissional, com foco na segurança, eficiência e durabilidade das instalações. Segundo Ricardo Anjos, a estratégia passa, também, por “reforçar o apoio aos profissionais através de produtos especializados adaptados às necessidades do mercado português, particularmente nas áreas das piscinas, sistemas hidráulicos e aplicações exteriores”. DELABIE EQUIPAMENTOS SANITáRIOS DURáVEIS E EFICIENTES Com largos anos de experiência e resposta no que diz respeito a equipamentos sanitários destinados a espaços públicos, colectividades e infra-estruturas de elevada exigência técnica, a empresa destaca meses "globalmente positivos” apesar dos desafios que o sector enfrenta e onde a crescente valorização de soluções robustas, duráveis e eficientes do ponto de vista hídrico, são factores cada vez mais determinantes nos projectos de arquitectura e engenharia. “os últimos meses têm sido globalmente positivos para a Delabie, com uma procura consistente por equipamentos sanitários destinados a espaços públicos, colectividades e projectos de ele-“A inovação, para nós, reside na simplicidade funcional. As soluções mais inteligentes são aquelas que funcionam perfeitamente sem depender de energia constante ou de manutenção tecnológica complexa.” Outro eixo estratégico da empresa passa pela integração do design inclusivo e universal no desenvolvimento dos seus produtos. “o design inclusivo deixou de ser uma funcionalidade extra para se tornar parte do nosso ADN”, afirma André Almeida. Na prática, esta abordagem implica considerar a ergonomia e a acessibilidade desde as fases iniciais de projecto, introduzindo soluções que permitam uma utilização mais intuitiva do mobiliário urbano por diferentes perfis de utilizadores. Segundo o responsável, integrar a inclusão desde o início garante que os equipamentos não cumprem apenas uma função estética, mas contribuem também para a coesão social e para a acessibilidade universal dos espaços urbanos. Para o próximo ano, a AMOP antecipa uma consolidação das estratégias ligadas à circularidade dos materiais e à adaptação climática das cidades. “A grande tendência será a consolidação daquilo que designamos como circularidade climática”, afirma André Almeida. A empresa pretende continuar a expandir a linha Re-Cycle, que incorpora agregados provenientes de resíduos de construção e demolição no fabrico do betão, reduzindo desperdícios e prolongando o ciclo de vida dos materiais. Paralelamente, o mercado deverá valorizar cada vez mais soluções com menor custo total de propriedade, que “duram décadas” e que “exigem manutenção mínima”. Entre as próximas soluções em desenvolvimento estarão equipamentos capazes de contribuir para o arrefecimento das cidades, reduzindo o impacto das ilhas de calor urbanas através da utilização de materiais de elevada inércia térmica e de um design cuidadosamente estudado. Um exemplo desta abordagem pode ser encontrado no Lagoas Business Park, em Oeiras, onde foram instalados bancos da linha Lagoas em betão Re-Cycling da AMOP. Os bancos apresentam um desenho orgânico e modular e foram fabricados com agregados reciclados provenientes da própria obra, que foram reincorporados no betão, reduzindo desperdícios e aplicando princípios de economia circular directamente no processo construtiVO. GRIFFON APOSTA EM SOLUçOES TECNICAS PARA INFRAESTRUTURAS EXTERIORES A Griffon, marca pertencente à Bolton Adhesives, que representa a divisão de colas do Bolton Group e integra quatro marcas internacionais de referência: Bison, UHU, Griffon e Air Max, continua a reforçar a sua presença no mercado português com soluções técnicas destinadas à colagem e vedação em aplicações profissionais e infra-estruturas exteriores. Apesar de um contexto económico desafiante, marcado por alguma prudência no investimento, a Griffon regista um balanço globalmente positivo em Portugal. “os últimos meses têm sido marcados por um contexto de mercado exigente, caracterizado por alguma prudência no investimento. Ainda assim, o balanço para a Griffon em Portugal é globalmente positivo, sustentado pela procura contínua de produtos e soluções técnicas fiáveis para instalação, manutenção e reparação em ambientes exteriores e técnicos”, afirma Ricardo Anjos, responsável de vendas da Griffon em Portugal. Segundo o responsável, tem-se verificado uma valorização crescente da durabilidade e fiabili-dade dos produtos por parte dos profissionais do sector. “Temos assistido a uma crescente valorização da qualidade e durabilidade dos produtos, especialmente por parte dos profissionais, que procuram soluções que reduzam intervenções futuras e custos de manutenção”, refere. Entre os principais desafios enfrentados pelo sector destacam-se as exigências crescentes em matéria de sustentabilidade, a necessidade de maior eficiência nos processos de obra e a adaptação a condições de utilização cada vez mais exigentes. Os fenómenos meteorológicos recentes vieram reforçar a necessidade de soluções mais resistentes e duráveis em infra-estruturas exteriores, nomeadamente em áreas como piscinas, redes hidráulicas e equipamentos expostos a condições ambientais severas. “os recentes fenómenos climáticos vieram reforçar a importância da qualidade dos produtos e dos sistemas de colagem e vedação utilizados em infra-estruturas exteriores”, explica Ricardo Anjos. De acordo com o responsável, a estratégia da Griffon passa pelo desenvolvimento de produtos concebidos para resistir a condições adversas, como humidade permanente, variações térmicas, radiação ultravioleta e exposição prolongada à água ou a agentes químicos. Entre as soluções destacadas estão o WDF-05, uma cola para PVC indicada para conexões seguras e rápidas em sistemas de tubagem de PVC rígido e flexível sob elevada pressão, e o Aquamax, uma solução de colagem e vada exigência técnica”, afirma Cláudia Roque, senior marketing & communications manager da Delabie. De acordo com a responsável, verifica-se, ainda, uma atenção crescente por parte de projectistas e gestores de infraestruturas relativamente à durabilidade dos equipamentos e à eficiência no consumo de água. Entre os principais desafios do sector destacam-se a necessidade de responder a requisitos técnicos e regulamentares cada Vez mais exigentes, bem como a crescente atenção à sustentabilidade e à longevidade dos equipamentos instalados. Neste contexto, soluções como torneiras temporizadas ou electrónicas têm vindo a ganhar relevância. Além disso, “os fenómenos meteorológicos extremos registados recentemente vieram reforçar a importância de desenvolver equipamentos exteriores capazes de garantir elevados níveis de resistência e fiabilidade ao longo do tempo”, reforça. Perante este cenário, a indústria tem vindo a privilegiar materiais robustos e soluções construtivas adequadas a ambientes particularmente exigentes. No caso da Delabie, esta estratégia traduz-se na utilização de materiais como o aço inoxidável, amplamente aplicado em lavatórios, bebedouros ou equipamentos sanitários instalados em espaços exteriores, parques urbanos e zonas de lazer. “Estes equipamentos oferecem elevada resistência à corrosão, ao vandalismo e às condições climatéricas, garantindo simultaneamente durabilidade, higiene e facilidade de manutenção”, acrescenta. A evolução das cidades para modelos mais inteligentes e sustentáveis tem impulsionado o desenvolvimento de equipamentos urbanos mais eficientes e intuitivos. Para a Delabie, a inovação passa sobretudo pela integração de tecnologia que melhora simultaneamente a higiene e a gestão dos recursos. “A evolução das cidades para modelos mais inteligentes e sustentáveis tem vindo a impulsionar o desenvolvimento de equipamentos urbanos cada Vez mais eficientes, intuitivos e duráveis”, afirma Cláudia Roque. Entre os exemplos desta abordagem destacam-se as torneiras electrónicas com accionamento sem contacto, frequentemente utilizadas em espaços públicos e equipamentos de grande afluência, bem como sistemas de duche temporizado instalados em instalações desportivas, piscinas e espaços de lazer. Outra tendência que tem vindo a ganhar importância no desenvolvimento de equipamentos para espaços públicos é a integração do design inclusivo e universal que já se tornou num “princípio fundamental em espaços públicos e áreas de lazer, sublinha Cláudia Roque. Esta abordagem implica conceber soluções que possam ser utilizadas por todos os cidadãos, independentemente da idade oui das suas capacidades físicas. Na prática, isso traduz-se no desenvolvimento de equipamentos que privilegiam a ergonomia, a segurança e a acessibilidade, como barras de apoio em aço inoxidável, lavatórios adaptados para pessoas com mobilidade reduzida ou sistemas de accionamento sem contacto. “Estas soluções facilitam a utilização de espaços sanitários em equipamentos públicos, piscinas ou instalações desportivas, garantindo maior conforto, autonomia e segurança para todos os utilizadores”, acrescenta. O próximo ano será marcado por preocupações ao nível da sustentabilidade e da gestão eficiente dos recursos, assim como a higiene e a utilização responsável da água, com a adopção de soluções sem contacto e tecnologias que contribuam para reduzir o consumo de água e energia. “Nesse sentido, continuaremos a apostar no desenvolvimento de equipamentos como torneiras electrónicas, duches temporizados para instalações desportivas e piscinas, ou soluções em aço inoxidável concebidas para utilização intensiva”, conclui. WATERAiR LAZER DOMeSTICO IMPULSIONA MERCADO DAS PISCINAS A procura por soluções de lazer e valorização dos espaços exteriores das habitações continua a impulsionar o mercado das piscinas em Portugal. A tendência reflecte uma mudança na forma como os proprietários encaram o jardim ou o espaço exterior, cada vez mais pensado como uma extensão funcional da casa. No caso da Marpic, representante exclusiva das piscinas Waterair em Portugal desde 1993, OS últimos meses confirmam essa tendência, com um interesse crescente por projectos personalizados adaptados às necessida-des de cada família. “Numa tendência de transformar o espaço exterior num ambiente de convívio e bem-estar, tem havido um interesse contínuo por projectos personalizados de piscinas familiares”, afirma Sílvia Bacalhau, responsável de vendas e publicidade da Marpic. Entre os principais desafios do sector destacam-se a necessidade de responder a consumidores mais informados e exigentes, bem como a adaptação a um contexto económico marcado pelo aumento dos custos de construção, logística e energia. “Existe também uma preocupação crescente com a sustentabilidade, o que leva as empresas do sector a apostar em soluções que conciliem conforto, eficiência e responsabilidade ambiental”, acrescenta. A eficiência energética e hídrica tornou-se um dos principais motores de inovação no sector das piscinas. Fabricantes e instaladores têm vindo a apostar em soluções tecnológicas quie permitem reduzir o consumo de água, energia e produtos químicos, mantendo simultaneamente elevados níveis de conforto e qualidade. “A eficiência energética e hídrica tornou-se uma prioridade estratégica para o sector das piscinas”, afirma Sílvia Bacalhau. No caso das piscinas Waterair, os projectos são desenvolvidos segundo princípios de eco-concepção, procurando minimizar o impacto ambiental ao longo de todo o ciclo de vida da piscina. Entre as soluções destacam-se sistemas de filtração mais eficientes, como o Eco.r, coberturas que reduzem a evaporação e a perda de calor, como a Solae, bem como sistemas automatizados de tratamento de água, como o Easy.care. A estas tecnologias juntam-se ainda bombas e sistemas de circulação energeticamente mais eficientes, como o Plug-in. “Estas tecnologias permitem reduzir os custos de utilização para o cliente final e, ao mesmo tempo, alinhar o sector com metas de sustentabilidade cada vez mais presentes na construção e no lazer doméstico”, explica a responsável. Ao nível dos equipamentos, a procura tem-se concentrado sobretudo em soluções que simplifiquem a manutenção da piscina e aumentem o conforto de utilização. “os consumidores procuram cada vez mais equipamentos que facilitem o dia a dia e reduzam o tempo dedicado à manutenção da piscina”, refere Sílvia Bacalhau. Entre os produtos com maior crescimento destacam-se os robots automáticos de limpeza, como o aspirador WRD2, particularmente procurados por proprietários que utilizam a piscina com maior frequência. Também os sistemas automatizados de tratamento de água, como o Easy.care, têm registado uma procura crescente, permitindo controlar os parâmetros da água de forma mais simples e eficiente. Outro equipamento cada vez mais valorizado são as coberturas de piscina, como a Solae, que contribuem para a segurança, a eficiência energética e a conservação da água. Os sistemas de aquecimento, nomeadamente bombas de calor como a Essentiel, também têm vindo a ganhar popularidade, permitindo prolongar a época de utilização da piscina. Paralelamente, verifica-se uma procura crescente por piscinas personalizáveis e adaptáveis ao terreno, incluindo soluções para espaços mais reduzidos ou com características específicas. “Esta capacidade de adaptação ao terreno e às necessidades de cada cliente tem sido uma das características diferenciadoras da oferta Waterair, que disponibiliza vários formatos e modelos de piscina personalizáveis”, acrescenta. Para o próximo ano, a Marpic antecipa a consolidação de três grandes tendências no sector das piscinas: sustentabilidade, digitalização e personalização. Por um lado, a sustentabilidade e a eficiência, que ccontinuarão a ser prioridades para os consumidores, que procuram soluções que reduzam o consumo de água e energia, mas também a digitalização, cujos sistemas permitem monitorizar e controlar remotamente parâmetros como a filtração, a qualidade da água ou a temperatura. Ao mesmo tempo, os projectos tendem a integrar-se cada vez mais no paisagismo e na arqui-tectura da casa, com piscinas concebidas como elementos centrais do design exterior. Neste contexto de inovação, a Waterair lançou no início de 2026 a nova tecnologia GP30, que representa uma evolução significativa nos painéis de aço estruturado utilizados nas piscinas em kit da marca e que incorpora uma liga especial de zinco, alumínio e magnésio, que oferece uma resistência à corrosão superior e maior durabilidade ao longo do tempo. Os painéis são também cerca de 10% mais leves e apresentam uma redução de cerca de 11% nas emissões associadas ao processo de produção, contribuindo para diminuir a pegada de carbono. “Esta nova tecnologia reflecte o compromisso da Waterair com soluções mais duráveis, sustentáveis e fáceis de instalar”, afirma Sílvia Bacalhau e que representou um investimento de cerca de 3,5 milhões de euros. C Banco Linha LAGOAS da AMOP . Aquamax , Cola e Veda aplicável debaixo de água Torneiras temporizadas Temposoft 2 para escolas . Romy by Waterair Cidália Lopes