MERCEDES,BENZ CLA 250+
2026-03-10 22:09:17

Mercedes , Benz CLA 250+ COM TECNOLOGIA EQ Os MERCEDES-BENZ ELÉTRICOS DA PRIMEIRA E SEGUNDA GERAçâO PARECIAM SER UMA OBRIGAçâO DA MARCA. O NOVO CLA INAUGURA UM NOVO CAMINHO EM QUE OS CARROS SâO ANTES DE MAIS UM MERCEDES, ISTO INDEPENDENTEMENTE DO TIPO DE MOTORIZAçâO QUE O CLIENTE VENHA A ESCOLHER. PODERÁ ESTE CLA SER O 190 (W201) DOS NOSSOS TEMPOS? Uau! E até: Wow! é a primeira vez que sinto isto num Mercedes elétrico! Desde os primeiros metros que o CLA 250+ com tecnologia EQ (irra, nome comprido, para nós vai passar a ser só CLA 250+ EQ) se sente como... tham, tatcham tam... um carro! Mais que isso, um Mercedes. é isso. Até hoje todos OS Mercedes EQ, sobretudo os mais potentes, sempre sofreram de peso excessivo, reações lentas e desproporcionadas, para além de darem sempre a impressão de que não vão travar a tempo, seja da curva, seja do sinal, seja da traseira do carro da frente. Ui, que nervos. Pior ainda, a qualidade real dos materiais empregues, da execução da montagem e, até, do design, fazem com que os interiores tenham deixado de ser especiais. Ora, com o novo CLA 250+ EQ tudo mudou; na verdade, para sermos justos, já o Classe G EQ 580 nos tinha agradado, e muito, mas foi o único. O tato da direção é muito bom e, pasme-se, de série o volante é... fantástico, inaudito e até (quase) inovador, redondo; o volante do pack AMG é apenas ligeiramente cortado em baixo, conferindo um ar mais desportivo e libertando mais espaço para as pernas, mas com uma forma que em nada perturba a função, até porque o excessivo conteúdo de comandos no volante típicos dos Mercedes dos últimos dez anos foi reduzido ao que... faz mesmo falta. Hurra! Grande Plano Até que enfim! Tudo isto acrescenta à qualidade da experiência de condução enquanto negociamos e sentimos a estrada. Sim porque, apesar de O CLA 250+ EQ ser um carro 100% elétrico, a verdade é que lhe sentimos uma alma mecânica: há qualquer coisa... nos comandos, no pisar, na forma natural, controlada e precisa como o carro reage às nossas ordens e domina a estrada, que tem mais a ver com rodas dentadas do que com feixes de eletrões e linguagem de máquina; há, diríamos, uma verdadeira arte mecatrónica em que O CLA 250+ EQ faz diferença para os concorrentes (sobretudo os chineses e os de uma certa marca americana com um dono emigrante de um país do Sul), que não conseguem apresentar esta “cola" e coerência entre sistemas, entre ações e reações. Exagero? Não, nem por sombras! o tato dos travões é linear, positivo, com a potência a chegar de forma progressiva e intuitiva de modular, mesmo quando optamos por combinar o pressionar do pedal da esquerda com a alavanca atrás do volante que nos permite escolher entre três níveis de regeneração manuais (a ergonomia é tão boa como a das patilhas no volante e é uma solução obtida com um comando histórico na marca): D+ (roda livre), D (1 m/s2 de desaceleração, ou cerca de 0,1 g, o que equivale ao travão motor de um carro a combustão em desaceleração) e D-(até 3 m/s2 de retenção, ou um pouco acima de 0,3 g, o suficiente para parar o carro), ao que ainda podemos acrescentar o nível D Car automático; a potência de travagem regenerativa é calculada em função dos dados dos sensores (radares e câmaras), sinais de trânsito, declive da estrada e sistema navegação. Para o novo CLA a Mercedes desenvolveu um novo grupo propulsor, o eATS 2.0 (elektrsisches An-triebssystem 2.0) ou EDU 2.0 (Electric Drive Unit 2.0), que se destaca por várias particularidades pouco comuns. Em concreto, a máquina elétrica usa uma arquitetura de bobinagem do tipo “hairpin” (forquilha ou gancho) no estator e um rotor equipado com ímanes permanentes dispostos segundo uma configuração em duplo v sobreposto. Esta solução de ímanes em duplo v é análoga à utilizada, por exemplo, nos motores desenvolvidos pela Lucid, sendo que, quando corretamente dimensionada e implementada, esta configuração permite um aumento da densidade de potência debitada e uma melhoria da eficiência magnética em comparação com uma disposição convencional em v simples, devido a uma melhor orientação do fluxo magnético, maior quantidade de material magnético e redução de perdas. E tudo com poucos materiais raros. Enfim, apesar de muito iguais os motores elétricos não são todos iguais, longe disso; de resto, isto é algo que qualquer praticante de Slot Cars sabe bem. Não contente com isto e porque O CLA EQ foi projetado para ser O mais eficiente possível, a Mercedes dotou esta nova unidade motriz de uma caixa automática de duas velocidades. Não existe um ponto fixo para a passagem de primeira para segunda, pois varia em função das condições (a subir ou a descer) e da entrega de performance que o condutor está a pedir pela sua ação no pedal do acelerador (posição, pressão rápida, pressão constante..). O que nunca se altera é que a acima dos 110 km/h o sistema circula sempre em segunda velocidade. Na prática, não só motor é mais eficiente por construção, como a caixa de duas velocidades lhe permite funcionar dentro do regime de máxima eficiência num leque mais alargado de velocidades. O motor eATS 2.0 debita 272 cv de potência entre as 5750 e as 8500 rpm e um binário de 335 Nm do arranque às 5700 rpm. E logo aqui temos explicada a vantagem de ter duas velocidades (a primeira tem uma relação de 11:1 e a relação da segunda é de 5:1) pois, assim, a Mercedes não precisa de fazer rodar o motor a altos regimes (para um motor elétrico) de modo a atingir as performances desejadas; e quanto mais elevado o regime menor a eficiência do motor, com uma queda que pode superar os 20% face ao pico. Curiosamente, esta filosofia de baixos regimes é uma espécie de escola alemã, já que o motor AP550 do grupo vw também recorre a essa filosofia, debitando 545 Nm do arranque às 3500 rpm e 286 cv das 3900 às 8000 rpm, com um regime máximo de 10250 rpm; no Cupra Born vz a potência sobre até aos 326 cv entre as 4250 e as 12000 rpm (que são também o regime máximo), graças à deslocação dos 545 Nm de binário para rotações mais elevadas, das 100 às 4200 rpm. Mas como o grupo vw não monta caixa de velocidades, a velocidade máxima fica limitada ao intervalo dos 160 aos 200 km/h.. e com um aumento exponencial dos consumos acima dos 140/150 km/h. Melhor ainda, tudo funciona numa arquitetura elétrica de 800 V, o que entre outras vantagens permite usar maior potência regenerativa e aumentar o rendimento global. Por outras palavras, e isso pode ser verificado pelo condutor n0 indicador de potência, na maior parte das situações de condução a travagem é elétrica, resultante da elevada potência de regeneração; tudo o resto sendo igual, face a uma arquitetura de 400 v, um sistema de 800 v permite regenerar o dobro da potência no mesmo período de tempo, ou a mesma potência em metade do tempo. Ora, a soma de tudo isto resulta numa combinação entre performance e consumos de que nenhum dos seus rivais se pode orgulhar. Isto é, se até existem alguns concorrentes que por um preço inferior oferecem acelerações ligeiramente melhores, nenhum deles logra apresentar velocidade máxima superior aos 210 km/h do CLA 250+ EQ, nem, sobretudo, conseguem ir tão longe tão depressa. E essa superioridade de desempenho e tecnologia é o que o cliente espera encontrar num Mercedes-Benz, ficando feliz por pagar por isso. Assim sendo, contabilizando a bateria NMC de 85 kWh de capacidade e uma aerodinâmica que nos permite deslizar pelo ar com um mínimo de resistência (cx de 0,21), não resulta surpresa que O CLA 250+ EQ seja o único elétrico capaz de circular a velocidades competitivas de autobahn durante centenas de quilómetros, superando sem dificuldades os 300/350 km de autonomia a velocidades da ordem dos 150/160 km/h; já dentro dos limites legais, superar os 500 km entre cargas é norma ao invés de exceção. unico! Devido à reduzida resistência aerodinâmica, o CLA 250+ EQ é capaz de sustentar velocidades constantes próximas da velocidade máxima dentro dos parâmetros de regime e carga de maior rendimento energético do motor, enquanto a bateria especialmente cuidada ao nível da refrigeração também não sobreaquece nem degrada a entrega de potência; nesta geração a Mercedes passou a produ-zir os próprios sensores e software, em benefício de superior controlo e integração. Em termos de consumos isto quer dizer conseguimos valores desde os menos de 9 kWh/100 km em modo “hypermiler” (técnicas de condução que maximizam a eficiência) até aos 17 a 18 kWh/100 km andando bem depressa e/ou conduzindo de forma a tirar (bastante) prazer do ato. No meio termo, o consumo acaba por estabilizar entre os 11 e os 14 kWh/100 km, o que para um carro familiar com mais de 250 cv e um peso que excede os 2000 kg é qualquer coisa de fabuloso; equivalente a um carro a combustão fazer entre 1,12 e 1,17 1/100 km. Na verdade, e mesmo sabendo que O CLA 250+ EQ só admite carregamento rápido em postos de 800 V, ainda muito raros, (não se percebe bem esta decisão, tão pateta que deve ter sido da administração e não da engenharia), este foi o primeiro EV que me recordo de andar à vontade sem sentir qualquer ansiedade de autonomia; para compra, agora, já existe uma opção de 700EUR com um adaptador para carregar a 400 v, embora o faça a metade da velocidade, claro. UM CHASSIS A 190 (W201) A última vez que a Mercedes-Benz se empenhou tanto no desenvolvimento de um carro foi, provavelmente, no final dos anos 70 do século passado com a conceção levada ao detalhe do famoso Mercedes-Benz 190 W201. E esta plataforma MMA (Mercedes Modular Architecture) modular concebida para versões híbridas e 100% elétricas mereceu atenção e cuidados semelhantes, sendo estes amplamente evidentes na forma como o chassis se comporta. Desta forma, para além da performance conseguida dos 272 cv, tal como na direção e nos travões, o que demarca a condução do CLA de outros elétricos é a forma coerente como a potência é entregue em todos os modos de condução. Em modo Eco só temos acesso à potência total se pressionarmos o acelerador para lá do ponto de resistência (como o kick,down num combustão automático), mas em Comfort e Sport podemos usar o acelerador para mani-pular a atitude com aquele prazer típico oferecido (só) pelos bons carros de tração traseira. O controlo de estabilidade tem um modo “Off” que autoriza “power slides”, antes de a eletrónica intervir quando se atingem mais de 90 graus de contrabrecagem. E aqui é de notar a qualidade da intervenção. Sentimos que o excesso de rotação das rodas é travado para restabelecer a aderência, mas sem que o momento seja demasiado quebrado e deixando-nos a tarefa de endireitar o carro e corrigir com a direção. Mas... não é só. Se soubermos e/ou quisermos ser mais suaves/controlados com o acelerador, é possível escorregar em ãngulos de deriva mais comedidos (até um quarto de volante de correção) a dosear a aceleração sem que o sistema entre em ação. Por fim, se mantivermos O ESP ligado, podemos esmagar o acelerador e sentir que a eletrónica exemplarmente afinada maximiza a tração de forma exemplar (melhor do que em qualquer outro EV já testado), providenciando um máximo de aceleração (lateral e longitudonal) sem que aconteça qualquer desvio de trajetória do trem traseiro; em piso molhado o sistema é tão eficaz que até parece que temos quatro rodas motrizes. E claro que isto só é possível porque o chassis está muito bem equilibrado e ainda melhor afinado, com o baixo centro de gravidade e a boa distribuição de massa (com o motor montado atrás o eixo traseiro motriz recebe mais peso) a permitirem mascarar de forma exemplar o elevada peso de 2055 kg. A nossa unidade monta umas das quatro jantes opcionais AMG de 19” que se podem escolher, calçadas com os pneus Bridgestone Turanza com medidas 225/40 R19 à frente e 255/35 R19 atrás, apresentando um nível de aderência entre ambos os eixos muito equilibrado e uma atitude neutra/manipulável, bem como movimentos de carroçaria assertivamente controlados e um pisar refinado. O CLA 250+ EQ até pode ser um carro elétrico, mas antes disso é e sente-se como um verdadeiro Mercedes. Dos bons! E quanto custa? Bom, o CLA 250+ EQ tem um preço base de 55 500EUR e a versão Edition One acrescenta 10 800EUR a esse valor, mas também soma uma dotação de equipamento que já inclui OS Pack AMG e uma série de outras opções. Todavia, como é norma na marca o céu é o limite e se quisermos tudo e mais umas botas é possível atingir valores que não ficam longe dos 75 000EUR. E uma questão de escolhas e, também, para que serve o dinheiro se não for para gastar no que nos faz sentir bem? // 50 GRANDE PLANO MERCEDES CLA 250+ CAR OF THE YEAR 2025 UM-NOVO-1902 100% UM CX DE 0,21, UM MOTOR COM NIVES DE EFICIêNCIA ACIMA DA MÉDIA E UMA CAIXA DE DUAS VELOCIDADES FAZEM DO CLA 250+ COM TECNOLOGIA EQ UM DOS PRIMEIROS EV EM QUE ê POSSÍVEL FICAR ABAIXO DE 10 KWH/100 KM Os BANCOS DESPORTIVOS FAZEM PARTE DOS PACOTES AMg . OS MELHORES MODOS DE CONDUçAO SAO 0 COMFORT E 0 SPORT, SENDO QUE EM AMBOS 0 CLA CONTINUA CAPAZ DE BONS CONSUMOS PARA O NOVO CIA A MERCEDES SIMPLIFICOU 0 VOLANTE, MENOS COMANDOS E MAIS INTUITIVOS A QUALIDADE APERCEBIDA E A MONTAGEM e BASTANTE SUPERIOR AD QUE TEM SIDO A NORMA DOS MERCEDES DA GAMA ELETRICA 0 BAIXO CONSUMO E ELEVADA EFICIêNCIA D0 CLA 250+ EQ FAZEM COM QUE SEJA UM DOS POUCOS EV EM QUE, TENDO EM CONTA OS PREçOS ATUAIS COBRADOS NOS POSTOS PÚBLICOS, SE CONSEGUEM CUSTOS DE OPERAçâO EM CARREGAMENTOS RâPIDOS INFERIORES A UM CARRO EQUIVALENTE ICE 9,5 DEPOIS DE UM COMEçO NA MOBILIDADE ELêTRICA MUITO POUCO MERCEDES, COM A GAMA EQ QUE NâO ERA REFERENCIAL EM NADA, COM O NOVO CLA EQ A MARCA DE ESTUGARDA MOSTRA QUE, AFINAL, TAMBêM SABE FAZER CARROS ELêTRICOS. OU MELHOR, CARROS ELêTRICOS DIGNOS DE OSTENTAR A ESTRELA DE TRêS PONTAS. O NOVO CLA 250+ EQ CONSEGUE REUNIR A SUPERIORIDADE TECNOLOGICA, A EFICIêNCIA EA QUALIDADE DE CONDUCâO QUE SE ESPERA QUANDO ESTAMOS AO VOLANTE DE UM MERCEDES-BENZ, PODENDO MESMO SER CONSIDERADO UMA ESPêCIE DE 190 (W201) DO NoSSO TEMPO, O CARRO QUE TINHA TUDO (EM BOM) O QUE ERA PRECISO E NADA DO QUE NâO ERA NECESSâRIO; Vâ, SINAL/ /EXIGêNCIA DOS TEMPOS, O NOVO CLA EQ TEM UM MONTE DE ECRâS E SISTEMAS DE VIGILâNCIA QUE NâO SâO NECESSâRIOS, SâO Só OBRIGATóRIOS POR DECRETO! MERCEDES-BENZ CLA 250+ EQ PVPIBASE PVP CARRO TESTADO PESO DO CARRO TESTADO 55 500EUR 72 050EUR Tara: 2055 EU KM DO CARRO TESTADO 2687 km mm 1468 o Altura BX1LMC Distância entre eixos 2790 mm Largura: 1855mm Comprimento 4723 mm MOTOR TéRMICO TIPO Motor elétrico de indução síncrono, traseiro transversal BATERIA iões de lítio NMC CAPACIDADE BATERIA 85 kWh VOLTAGEM BATERIA 800V POTéNCIA (CV/RPm) 272/5750-8500 rpm BINaRIO (NM/RPM) 335/1-5700 rpm TRANSMissao / DiReçaO CAIXA Caixa Automática de 2 velocidades RELAçõES DE 10 11:1; TRANSMISSaO 205:1; (KM/H A 1000 RPM) R , DIFERENCIAL Tração traseira, com controlo de tração e ESP Off DIREçaO Cremalheira, com assistência elétrica variável TRAVoES, RODAS, PNEUS TRAVoES DIANTEIROS Discos vent. 330 mm TRAVoES TRASEIROS Discos 328 mm PNEUS, JANTES 225/40 R19 235/35 R19 ACELERAçaO 0-400m (Segundos) 149 0-1.000M (SEgundos) 26,8 VEL. MaXIMA (Km/H) 210 220 200 23,0 180 20,1 160 15,9 140 12,1 120 9,1s 1100 6,6 s 80 5,5s 60 3,2s 40 2,0s 20 km/b seg 6 12 18 24 30 SUSPENSaO DIANTEIRA MacPherson TRASEIRA Eixo multibraços CAPACIDADES PESO . PESO/POTéNCIA 2055 kg , 7,56 kg/cv CARREGAMENTO CC 320 kW CARREGAMENTO CA 11 kW CAPACIDADE DA MALA 405 + 101 litros AUTONOMIA 728 a 790 km EQUIPAMENTO EDITION ONE* 10 800EUR LINHA AMG Edition one PACK ADVANCED EXTRAS DIGITAIS Edition one PACK NIGHT Edition one LINHA AMG PLUS 5800EUR PACK PREMIUM EXTRAS DIGITAIS 2150EUR PINTURA MANUFAKTUR 1250EUR REALIDADE AUMENTADA 550EUR HEAD-UP DISPLAY 950EUR CARREGADOR INTERNO 11 KW Série ADAPTADOR CARREGAMENTO 400V 700EUR SISTEMA SOM BURMESTER SURROND 1150EUR AIRBAGS LATERAIS TRASEIROS 200EUR MB-DRIYE ASSIST 1850EUR MB.DRIVE PARKING ASSIST 3600 650EUR SISTEMA PRE-SAFE 250EUR RECUPERAçõES 80-100 KM/H (EMD D) 3,1 segundos 80-120 KM/H (Emd) 4,4 segundos 80-180 KM/H (EmMD) 14,8 segundos COMPORTAMENTO ACELERAçaO LATERAL (G) 1,1 TENDéNCIA Neutro/sobrevirador TRAVAGEM 180,0 KM/H (m) 100,4 120,0 km/h (m) 51,0 100,,0 KM/H (M) 36,9 90,,0 KM/H (m) 31,0 50,,0 (m) 9,4 RUIDO INTERNO CONSUMOS kWh/100k km 120 KM/H (DB) | , MéDIO 14,1 RESUMO 0,100km/h 6,7 0,400m , VELOCIDADE MaXIMA 210 km/h CONSUMO MéDIO KWH/100 KM 12,5 a 13,5 kWh/100 km Emissões C02 G/KM o g/km (locais) Coracão Para o CLA+ 250 EQ a Mercedes desenvolveu um novo motor com bobinagem em forquilha no estator e um rotor com os ímanes montados em arquitetura de duplo v, o que maximiza a densidade de potência e a efciência. Graças a isso, a um regime máximo reduzido (8500 rpm) e a uma caixa de duas velocidades o CLA é o EV com menores consumos, reais e homologados. Esqueleto ? CLA usa a nova plataforma MMA desenvolvida para suportar versões 100% elétricas e híbridas ligeiras. No caso das segundas a tração é dianteira, enquanto as EV usam tração e motor traseiro ou 4Matic (um motor por eixo). A bateria tem 85 kWh e arquitetura de 800v permitindo potências de carregamento rápido até 320 kW. Ambiente Esta terceira geração do CLA vem com um novo sistema operativo MBUX da 4® geração, que já conta com IA do Google e Microsoft. O tablier é composto por três écrans (condutor, central e passageiro) e nesta versão com pacote AMG em tons de preto e vermelho o ambiente é bastante desportivo. Boa qualidade de materiais. Origem Esta é terceira geração do CLA e a primeira que tem versões 100% elétricas, deixando porém de existir as opções plug-in: a Mercedes pensa que a eficiência, autonomia e potência de carregamento rápido dos CLA EQ (10 minutos garantem 300 km), somada à capacidade que os CLA híbridos possuem de andar EV (com menos de 30 cv pedidos pelo condutor e abaixo dos 100 km/h) tornam os plug-in redundantes. CONCORRENTE Polestar 2 Long range Sm Considerando a dinâmica, o prestígio e a potência, o Polestar 2 Long range Single motor 299 cv é o grande concorrente do Mercedes-Benz CLA 250+ EQ. O sino-sueco é ligeiramente mais potente e tem muito mais binário (490 Nm contra 335 Nm), So que a melhor aerodinâmica do CLA e a caixa de duas velocidades mais que compensam isso, garantindo mais autonomia e menores consumos; o carregamento também é mais rápido. O Polestar é mais em conta e tem promoções! PREçO Desde 53 400EUR Pedro Silva