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DS N°7 - ELÉTRICO(S) OU HÍBRIDO

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2026-04-01 21:09:17

A DS, depois do N~8 e do NO4, introduz este NO7, a segunda geração do carro mais bem-sucedido da marca francesa “premium” da Stellantis e a terceira novidade na gama em 18 meses. No Sport Utility Vehicle (SUV), três versões elétricas, com 230 CV (FWD), 245 CV (FWD Long Range) ou 350 CV (AWD Long Range) para a segunda, a promessa é de até 740 km de autonomia! ; e uma híbrida, com 145 CV. oS automóveis apresentados como “premium” representaram, em 2025, 25% dos registos de carros novos no mercado europeu (419% posicionavam-se no segmento c e, entre estes, 66% tinham o formato de Sport Utility Vehicles). é o “território” do N97, terceira novidade na gama da DS Automobiles em 18 meses. E que novidade! o ano passado, este modelo significou 49% das vendas do fabricante, número que “testemunha” a importância da segunda geração do concorrente de Audi Q3 e Q4 e-tron, BMW X1 e iX1, Cupra Tavascan, Mercedes GLA, EQA e GLB com tecnologia EQ, e Volvo EX40 e xc40, entre muitos outros. O N97 sucede ao 7 apresentado em 2017 (chamava-se 7 Crossback, mas mudou de nome durante 2023). O original baseava-se na plataforma EMP2 e fabricava-se em Mulhouse, França, enquanto o novo assenta STLA Medium estreada pela Peugeot em 2024, na terceira geração do 3008, e é produzido no Centro Premium da Stellantis em Melfi, Itália, também o “berço” do Ne8, do 500x da Fiat ou do Renegade e do Compass da Jeep em 2027, mantendo-se o plano, entrada na linha do Gamma da Lancia. A DS Automobiles orgulha-se do facto de O SUV contar com componentes europeus, maioritariamente (89%), com baterias e motores de origem francesa (Trémery e Douvrin, respetivamente). Na primeira geração do SUV compacto, propuseram-se somente motorizações de combustão interna com e sem tecnologias de eletrificação 1.2 PureTech 130, Novidade 1.6 PureTech 180 e 225, 1.5 BlueHDi 130 e 2.0 BlueHDi 180, e E-TENSE 225, 300 e 360. No nosso País, os três últimos, todos híbridos Plug-In, registaram muito procura, o que permitiu à marca posicionar-se no topo dos registos dos carros com sistemas PHEV. Nesta segunda, três propostas elétricas, duas com tração dianteira (230 CV e 245 cv), uma com quatro rodas motrizes (350 cv), e uma híbrida (145 cv). Para OS franceses, com a gama nova, DS Automobiles de regresso ao pelotão da frente, na categoria, no que respeita a autonomia, conforto, desempenho e tecnologia. O NO7 é muito semelhante ao 7 na largura (1,90 m) e na altura (1,63 m), mas ganha 7 cm em comprimento, passando a medir 4,66 3 m. A distância entre eixos aumenta de 2,74 m para 2,79 m, o que contribui, de forma muito efetiva, para progressos na habitabilidade e na capacidade da bagageira (aumenta muito ligeiramente, de 555 litros para 560, na versão com mais capacidade, uma vez que o volume máximo depende do sistema de som, e com encostos dos bancos traseiros na vertical). No entanto, genericamente, os franceses concentraram-se apenas na otimização das qualidades do SUV compacto. “Não mudamos os ingredientes das receitas boas”, disseram-nos. Para o desenho, a equipa inspirou-se, sobretudo, no protótipo DS Aero Sport Lounge de fevereiro de 2020. ? O coeficiente aerodinâmico de 0,26 demonstra a possibilidade de combinar eficiência e elegância. Na mala, duas posições para fixação da plataforma de carga, o que melhora muito a versatilidade do compartimento. Há compartimento dedicado para a arrumação dos cabos de carregamento das baterias (só nas versões elétricas, obviamente), o que prova a atenção ao detalhe da DS Automobiles na conceção deste automóvel. Os passageiros sentados nos bancos traseiros beneficiam de mais espaço para as pernas e as superfícies vidradas e tejadilho panorâmico melhoram a impressão de bem-estar a bordo. No NO7, assinatura luminosa nova da marca francesa, com os faróis dianteiros DS Light Blade em forma de “v” combinados com grelha iluminada DS Luminascreen. Assim, contam-nos, melhorou-se a identidade visual, tornando-a mais expressiva e impactante, e otimizou-se a gestão dos fluxos de ar. Atrás, os farolins combinam elementos horizontais e verticais que também asseguram que O SUV sobressai na paisagem automóvel. Na gama nova, três versões elétricas E-TENSE, com 230 CV (260 com função Boost ativada quando o acelerador é pressionado com vigor no modo de condução mais desportivo..), 245 CV (280 cv) e 350 Cv (375 cv). A primeira tem bateria com 74 kWh de capacidade, a segunda e a terceira dispõem de acumuladores maiores, com 97 kWh. Só a combinação de topo beneficia de quatro rodas motrizes, mas a que tem autonomia é a intermédia, com a promessa de até 740 km anunciam-se “só” 543 km para a primeira e 679 km para a terceira. O sistema de carregamento rápido admite potências de até 160 kW = a arquitetura elétrica é de 400 V =, O que permite recuperar de 20% para 80% da carga em 0h27 (0h31 na bateria mais pequena). Em condições ótimas, 190 km de autonomia em Oh10, o que favorece a aptidão do DS NO7 para viagens longas em autoestradas ou estradas. O sistema tem função de pré-condicionamento térmico do acumulador, que é ativado de forma automática (através da navegação) ou manualmente, além de função Plug & Charge que simplifica o processo nos postos compatíveis com a operação. Em termos de desempenho, a versão mais rápida é a AWD Long Range: arranque 0 a 100 km/h em 5,4 S (7,7 s na FWD e 7,8 s na FWD Long Range). Nos três E-TENSE, para proteção da autonomia, velocidade máxima limitada, eletronicamente, a 190 km/h. A DS Automobiles, independentemente do nível de "performances”, garante que a entrega de potência é progressiva (logo, orientada para o conforto, facto que respeita a filosofia da marca francesa). A regeneração da energia nas desacelerações e travagens comanda-se em patilhas no volante, tem três níveis de intensidade e função One Pedal que imobiliza o carro de forma autónoma. O N®7 também tem uma motorização híbrida com 145 cv, que combina mecânica de 3 cilindros a gasolina (1.2 Turbo) com máquina elétrica (21 kW/28 cv) integrada no módulo da caixa automática de 6 velocidades e dupla embraiagem. Anunciam-se consumo médio de 5,3 l/100 km e até 50% de condução elétrico em ambientes urbanos, mesmo se este sistema de 48 V tem bateria com capacidade limitada (só 0,43 kWh). O facto de o depósito de combustível contar com 55 litros, permite que a marca reivindique até 1040 km de autonomia para versão que acelera de 0 a 100 km/h em 10,6 s, é capaz de 201 km/h de velocidade de ponta e consome 5,3 I/100 km, em média. No SUV novo, muitas tecnologias de apoio à condução e conectividade. Entre os destaques, DS DRIVE ASSIST 2.0 para condução semiautónoma de nível 2 (gere a velocidade e o posicionamento do auto-móvel no centro da faixa a velocidades de 40 km/h a 140 km/h), DS PIXELVISION (iluminação adaptativa) e DS IRIS SYSTEM 2.0 (centraliza as funções do carro num ecrã 16” posicionado no centro do painel de bordo, admite controlo por voz e tem muitos serviços conectados, incluindo o apoio de ChatGPT). Somam-se o DS Night Vision e O DS Extended Head-Up Display. Nas versões elétricas, a experiência de utilização é reforçada por funcionalidades como o planeamento de rotas EV Routing, que integra dados em tempo real sobre o consumo de energia e o estado da bateria, e a função V2L (Vehicle-to-Load) para alimentação de equipamentos externos. Para a instrumentação, monitor digital de 10”. E O conforto mantém-se entre os pilares do “bestseller” da DS Automobiles, com a suspensão ativa DS ACTIVE SCAN SUSPENSION (câmara “lê” a estrada e adapta o funcionamento dos amortecedores de forma contínua, garantindo um equilíbrio entre agilidade, estabilidade e suavidade de rolamento). O isolamento acústico foi otimizado com recurso a materiais absorventes e vidros laminados. Finalmente, a marca francesa “premium” da Stellantis anuncia diferentes ambientes interiores e combinações de Alcantara, couro Nappa, madeira e alumínio, e acabamentos que são inspirados na relojoaria. Obviamente, a configuração de cada NO7 depende do nível de equipamento. Existem quatro: LA Premiére (versão de lançamento), êtoile, Pallas e Aura. José Caetano