ALTA VELOCIDADE - IP ESPERA TRÊS CONSÓRCIOS A CONCORRER A OIÃ-SOURE
2026-04-01 21:09:20

O vice-presidente da Infraestruturas de Portugal (IP) afirmou no Parlamento esperar quie sejam três os consórcios a concorrer ao segundo troço da alta velocidade Lisboa-Porto, entre Oiã e Soure, cujoprazode entrega de propostas termina 25 de maio. Carlos Fernandes afirmou que a empresa está “a responder aos quase 1.000 esclarecimentos” e que “provavelmente poderão existir agora três grandes consórcios”. Oresponsável salientouque na primeira parceria público-privada (PPP) lançada no âmbito do projeto da alta velocidade, parao troço Porto-( Oiã, houve “dois consórcios”. “Um quie entregou proposta e um segundo que se atrasou e a proposta não foi iconsiderada”. “Neste, estamos a contar que haja esses dois consórcios mais um terceiro que é importante para um projeto desta dimensão”. N o concurso para o primeiro troço, o consórcio Lusolav, liderado pela Mota-Engil, foi o quie entregou a proposta válida. Jáo que fezuma oferta quenão foi considerada foi o agrupamento da Sacyr DST eAlberto CoutoA Alves (ACA). ParaoconcuIrSO deste segundo troço tem sido avançado também o inteda FCC, Ferrovial e Acciona. Carlos Fernandes, disse aindaaos deputados quie a IP “não espera que possa haver qualquier atraso, nem alteração de custo” na construçãod dol »primeiro troço da alta velocidade Lisboa-Porto, entre Campanhã e Oiã. Noentanto, a. Agência Portuguesad do. Ambiente chumbou alterações ao projetoque foram propostas em troçosc do Portoe em Gaia, tendojáo agrupamento revelado que vai submeter um novo projeto de execução nas próximas semanas. Ainda assim, avisouque “não cumprira data de início da alta velocidade Oiã- Porto tem impactode 100 milhões de euros”. MB MJB