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OPINIÃO MARTA LOPES FERREIRA. REINVENTAR A FORMAÇÃO EXECUTIVA PARA RESPONDER AOS DESAFIOS ATUAIS

RH Magazine Online

2026-04-30 13:44:04

Este artigo é assinado pela Coordenadora Executiva da Portucalense Business School. Por Marta Lopes Ferreira, Coordenadora Executiva da Portucalense Business School Nos últimos anos,a formação executiva passou por transformações significativas para responder de forma mais eficaz às necessidades dos profissionais e das organizações. A Portucalense Business School adaptou-se e reinventou-se rapidamente, reforçando o foco no desenvolvimento de competências comportamentais, como a liderança, a inteligência emocional e o espírito crítico. Paralelamente, tornou-se indispensável integrar temas estruturantes como a transformação digital, a inovação e a sustentabilidade (ESG). Os programas foram, assim, redesenhados para se tornarem mais práticos e personalizados, recorrendo a metodologias baseadas em problemas reais, simulações e processos de mentoria. Entre as competências que mais relevância têm vindo a assumir, o espírito crítico ocupa uma posição central. É fundamental que os profissionais saibam questionar pressupostos, identificar oportunidades, avaliar evidências com rigor e decidir com base numa análise estruturada. Sem pensamento crítico, o processo de decisão torna-se automático e a estratégia limita-se à reprodução de modelos ultrapassados, desajustados a uma realidade em permanente transformação. Num contexto marcado pela evolução acelerada da inteligência artificial e pela abundância de dados, torna-se ainda mais essencial desenvolver uma capacidade analítica robusta, capaz de sustentar decisões acertadas, inovadoras e diferenciadoras. Nesse sentido, temos reforçado metodologias assentes em simulações, estudos de caso complexos e análise de cenários, promovendo a aplicação prática do conhecimento e o desenvolvimento de competências de interpretação, julgamento e decisão em ambientes de elevada complexidade. A inteligência emocional assume igualmente um papel determinante, os profissionais são hoje avaliados não apenas pela qualidade técnica das suas decisões, mas também pela forma como mobilizam pessoas, constroem relações de confiança e gerem pressão e conflitos. A adaptabilidade e a agilidade também se revelam competências críticas face à rapidez da mudança tecnológica e à exigência de inovação contínua. Privilegiamos, por isso, programas com forte componente experiencial, concebidos para estimular a flexibilidade e desafiar a capacidade de adaptação dos profissionais. Nos programas da Portucalense Business School, estas dimensões são trabalhadas de forma transversal, não como áreas isoladas, mas como eixos estratégicos que atravessam todas as unidades curriculares, com o objetivo de desenvolver competências com impacto real nas organizações e de reforçar a competitividade dos profissionais e por sua vez nas empresas. Artigo publicado na edição 163 da RHmagazine, referente aos meses de março e abril de 2026 Aproveite e leia já as últimas edições da RHmagazine AQUI Mais sobre adaptaçãoAprendizagemCompetênciasConhecimentoDadosFlexibilidadeformação executivaIAPortucalense Business SchoolTecnologia IIRH