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FROTA AUTOMÓVEL - ESTADO TEM POUPANÇAS DE 30% NAS COMPRAS DE CARROS NOVOS

Negócios

2026-04-30 21:06:24

Abate de carros encolhe frota do Estado desde a pandemia Os veículos utilizados pelas entidades públicas estão cada vez mais velhos. Apesar da tentativa de renovação, o “stock” está a encolher desde 2019, com o crescente número de veículos que vão parar à sucata. E há mais 900 à espera de ser abatidos. paulomoutinho@negocios.pt OEstado tem cada vez menos carros naestrada. A frota pública encolheu em 2025 pelo sexto ano consecutivo, atingindo o número mais baixo desde, pelo menos, os tempos da troika. E o reflexo da crescente saída de circulação de veículos com muitos anos de “vida”, ,com centenas de milhares de quilómetros, que não está a ser minimamente compensada com a compra de automóveis novos para as mais variadas funções. O Relatório do Parque de Veículos do Estado referente ao ano passado aponta para um total de 23.241 veículos inventariados. O parque é composto maioritariamenteporveículos ligeiros de passageiros, num total de 14.195, seguindo-se os ligeiros de mercadorias (4.833) e motociclos (1.879), sendo os restantes veículos pesados, ambulâncias, quadriciclos, ciclomotores, entre outras categorias. O total de veículos do Estadono fimde 2025 representa uma diminuição líquida de 888 face ao ano anterior " registaram-se entradas de 805 veículos, mas saíram muitos mais. Desde 2020, o ano da pandemia, esta tem sido aevolução da frota pública que em seis anos encolheu em 2.949 veículos. Só em 2019 e 2018 é quie a fiota aumentou, ainda que ligeiramente (388 e 162, respetivamente), com o parque público a chegar ao fim doanopassador como onúmero mais baixo desde, pelo menos, 2010 Naquela altura, e com o país a encaminhar-se para o resgate financeiro, o Estado tinha 28.350 veículos, número que encolheu 18% até 2025. São menos 5.109 carros e motas, segundo dados da Entidade de Serviços Partilhados daAdministração Pública (eSPap). Peso da idade Esta redução na dimensão do parquie público é explicada, essencialmente, pela vetusta idade dos veículos, ,bemcomopelomenornúmeroder novas entradas. Segundor aeSPap, a idade média dos veículos tocou em 2025 um recorde de 18,7 anos, acimados 17,93 anos regista-dos no fim de 2024, isto apesar de para a média, já não estarem considerados os veículos abatidos. Saíram do parque 1.693 veículos, ,comboapartede destes a ter rcomo destino o “desmantelamento”. Foram abatidos 728 veículos, sendoa segunda “causa” as “outras saídas”, numf totald de. 593, que tanto podem serveículos com perda total pors sinistro como podem ter passado paraoutros organismos que deixaram de estar vinculados ao parque do Estado. Para o elevado número de saídas contribuiu também: ares-tituição de 243 veículos por fim de contratos de aluguer operacional (AOV), assimcomo, arestituiçãode veículos apreendidos (63). Considerando todos os veículos que saíram do parque, o relatório a quie O Negócios teve acesso revela que, em média, estes tinham uma idade de 25 anos sendo os AOV, pornorma, bastante maisnoVOS, O que implicará quie alguns veículos tivessem mais de três décadas. A quilometragem média é, também, ela expressiva: 249.396 quilómetros. PRIMEIRA LINHA RETRATO DA FROTA PuBLICA Mais para abater Foram abatidos 728 veículos no ano passado, mas o número deverá continuar a aumentar este ano e nos próximos, tendo em conta a natural evolução da idade do parquie. E estes veículosj já estão sinalizados. De acordocom o Relatório do Parque de Veículos do Estado, contabiliza-ser um total de 908 veículos com abate pendente, OLI seja, “com processo de abate em conclusão pela eSPap ou pelo organismo, oujá reservados para abate futuro em contrapartida de veículos novos”. Destes veículos para abater, praticamente um quinto pertencem a apenas uma entidade, a Guarda Nacional Republicana. A GNR é, de longe, quem tem mais veículos emfimi de vida ainda nas estradas, seguindo-se a Polícia. Judiciáriaeo ónstituto da Conservação da Natureza e das Florestas, ambos com 58 em fila de espera para abate. O IEFP, O Exército e o SIS completam o top com 42, 38 e 34 veículos, respetivamente. Veículos com mais de 18 anos e a diesel. Eletrificados são 700 Os veículos que integram a frota do Estado continuam a tendência de envelhecimento. Sete em cada 10 têm matrícula anterior a 2013. Mesmo com uma redução no número de veículos há seis anos consecutivos , desde 2019 o parque automóvel público encolheu em perto de três mil viaturas , aidade média subiu no ano passado pelo quarto ano, atingindo os 18,7 anos e o número de quilómetros médios por veículo ascendejá a praticamente 224,5 mil quilómetros. Os dados constam do relatório anual do parque de veículos do Estado divulgado pela Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap). Por comparação com o parque automóvel nacional no final de 2024, os últimos dados disponibilizados pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), a frota do Estado é ainda mais envelhecida do que o conjunto do país, em todos os segmentos. A 31 de dezembro de 2024, a idade média dos ligeiros de passageiros no país era de 14,1 anos, valor que subia para 16,1 anos nos ligeiros de mercadorias. Já nos pesados de passageiros a média cifrava-se em 13,7 anos e nos motociclos com mais de 50 centímetros cúbicos de cilindrada a idade média era de 8,3 anos. Os dados da eSPap indicam quie, em média, os veículos do Estado foram matricu-lados pela primeira vez em 2006, ano em que Cavaco Silva foi eleito para o primeiro mandato como Presidente da República e o Governo era liderado por José Sócrates. De notar que sete em cada 10 veículos do Estado têm pelo menos 13 anos, sendo que 63% da frota tem 16 ou mais anos. Isto significa que mais de 14.500 das viaturas do setor público são de 2009 ou ainda mais antigas. E, no que toca à quilometragem, 26% da frota , cerca de seis mil veículos , já percorreu mais de 300 mil quilómetros, enquanto cerca de 3.700 (16% do total) contam entre 200 mil e 300 mil quilómetros. Abaixo dos 100 mil quilómetros encontram-se 28%, o que corresponde a sensivelmente 6.500 viaturas. O diesel continua a predominar na frota do Estado, tendo um peso de 76%, o quie corresponde a 17.635 viaturas, enquanto os 4.616 a gasolina valem 20% do total. Os veículos híbridos e elétricos são ainda residuais, com os primeiros a somarem 393 unidades e os segundos 324. Face ao ano anterior, o número de veículos a diesel diminuiu em 37, os a gasolina reduziram-se em 659, enquanto os híbridos cresceram em 70 veículose os elétricos subiram em 56. A idade e a predominância do diesel e gasolina levam a que em termos ambientais um em cada quatro veículos do Estado emitam mais de 150 gramas de dióxido de carbono por quilómetro. Destas quase 5.900 viaturas, 2.820 têm emissões superiores a 190 gramas por quilómetro. De notar que para 9.159 veículos (39% da frota do Estado) não existem dados de emissões, PEDRO CURVELO Um em cada 10 carros veio de apreensões O Estado tem 23.241 veículos utilizados pelos mais variados organismos públicos; os que estão na dependência do Ministérioda Administração Interna (MAI) representam metade deste total. Muitosdeste: foram adquiridos, outros resultam de contratos de aluguer operacional de veículos, mas há uma percentagem expressiva de veículos que foram estacionados no parque estatal via apreensão. No Relatório do Parque de Veículos do Estado, divulgado pela Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap), contabiliza-se que 83% dos veículos foram adquiridos, sendo 4% de Aluguer Operacional de Veículos (AOV). Há ainda 10% resultantes de apreensões, havendo ainda 1% cuja proveniência é o abandono pelos donos, e 2% são carTos doados ao Estado. Um em cada 10 veículos resulta de processos judiciais em que os declarados culpados acabam por ver os seus bens reverterem parao Estado. Sãoj já mais de 2.300 veículos “adquiridos” pelo Estado desta forma, estanlocontabilizados neste número OS 252 obtidos por apreensão. Através de “apreensão, /abandono”, o Estado conseguiu quase um terço das “novas entradas” no seu parque. Representaram 31% dos veículos quie, sem custo para o erário público, passaram aser utilizados pelos seus organismos, muitas vezes pelas forças de segurança. Nos apreendidos há todo o tipo de veículos, incluindo alguns superdesportivos. Um desses é um Ferrari 488 GTB apreendido em setembro de 2023 a um empresário do setor automóvel condenado por tráfico de droga. o carro chegou a ser utilizado pela PSP, mas o Tribunal da Relação do Porto acabou por mandar devolver o veículo ao seu dono. Este é apenas um dos muitos exemplos de devoluções que o Estado tem de fazer, e no ano passado foram só 63. Paulo MOUTINHO Estado consegue poupanças de 30% nas compras de carros novos As compras realizadas no ano passado deveriam ter custado 22,9 milhões de euros, mas o Estado conseguiu poupar 6,8 milhões. Recurso ao AOV está a permitir baixar custos na renovação da frota. PAULO MOUTINHO paulomoutinho@negocios.pt OEstado comprou mais veículos no ano passado, mas não o suficiente para compensar a saída dos antigos. Contabilizam-se 805 veículos novos no Parque de Veículos do Estado, dos quais apenas 503 são, efetivamente, “zero quilómetros”. São veículos comprados, mas uma parte destes estão a uiso de entidades públicas através de Aluguer Operacional de Veículos (AOV), solução que está a permitir avultadas pouipanças ao erário público. Foram adquiridos em definitivo pelo Estado 390 veículos ao longo do ano passado, segundo os dados publicados pela Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap). Os restantes 113 resultam de contratos de AOV. Em 2024, dos 182 novos 169 foram comprados e 13 foram AOV, o que revela uma crescente aposta no aluguer para renovar a frota, destacando-se esta opção por ter custos mais baixos. Entre compras e alugueres, em 2025 “a despesa total adjudicada foi de 16.050.811,09 euros, tendo-se alcançado uma pouipança de 29,89% (6.843.082,40 euros) resultado da redução entre o preço máximo definido e o valor efetivamente adjudicado”, refere o relatório da eSPap. O valor-base dos concursos lançados para a aquisição chegava a 22,9 milhões de euros, mas o custo ficou-se por 16 milhões em mais de meio milhar de unidades. A menor fatura em 2025 ga-nha ainda maior expressão quando analisada à luz dos dados de 2024. “A despesa total adjudicada foi de 23.160.908,11 euros, tendo-se alcançado uma poupança de 2,96% (707.585,54 euros) resultado da redução entre o preço máximo definido e o valor efetivamente adjudicado”, refere o mesmo relatório referente ao exercício de 2024. Ou seja, a poupança multiplicou-se quase 10 vezes. AOV poupa mais Esta poupança de 30% é no conjunto dos veículos, sendo mais expressiva nas soluções de aluguer. Foram realizadas operações de aquisição em dois momentos ao longo do ano passado: no segundo e no quarto trimestres, havendo em ambas carros comprados e outros alugados, mas nestes últimos foi sempre possível obter descontos muito mais elevados. No segundo trimestre, com a compra os descontos não foram além de 15,3%, praticamente metade dos 28, 4% na modalidade de AOV. E no quarto trimestre o desconto obtido através do AOV ainda foi mais expressivo, chegando a 36,94% na comparação com o valor-base do pedido. No total, da poupança de 6,8 milhões, o AOV foi responsável por 5,7 milhões (quase 84% do total). São custos inferiores de uma modalidade que há muito vem sendo defendida pela eSPap que vê no AOV uma série de outras vantagens face à aquisição. Desde a redução da despesa de capital à cabeça, à previsibilidade dos encargos, até ao facto de este sistema evitar a cristalização da frota, ou seja, travar o parqueamento de veículos que acabam por envelhecer no Estado. GNR, PSP e militares ganham novas rodas. INEM perde ambulâncias Apesar de a frota de veículos do Estado ter encolhido em quase 900 unidades no ano passado . a maior redução em pelo menos 15 anos, alguns setores viram aumentar o número de viaturas ao seu serviço. Em 2025, Portugal passou a contar com menos seis ambulâncias. Mesmo com o parque de veículos do Estado a sofirer uma redução de 888 viaturas no ano passado , um decréscimo de 3,7% . naquela que é a maior descida, em termos relativos e absolutos, num ano desde 2010, ano para oqual a Entidadede Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap) tem dados, algunssetores viram a fiotacrescer. As maiores subidas pertenceram à Guarda Nacional Republicana (GNR), quie ganhou 366 viaturas para um total de 5.970 unidades, e/ à Políciar de Segurança Pública (PSP), que tem agora 4. 921 veículos, mais 167 do que em 2024. Também a Polícia Judiciária (P.J) registou uma subida no númerode veículos ao seu dispor, mas mais modesta: mais 36 para 1. 483 viaturas. A Direção-Geral dos Serviços Prisionais ganhou cinco veículos, para um total de 463. O Exército, por seu turno, perdeu 193 viaturas, tendo agora 2.042 unidades, enquanto a Marinhasomou 13 novos veículos, totalizando 904, e a ForçaAérea passoud de 730 para 740 viaturas. Proteção Civil, ICNF e INEM perdem viaturas Entreossetores qure veem o parque de veículos encolher contam-s se a Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), o onstituto da Conservaçãoda Naturezaedas Florestas (ICNF) e O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Na Proteção Civil assistiu-se a uma reduçãor de sete veículos, para 781, ao passo quie no ICNF a diminuição cifrou-se em 39 unidades, para 1.031 veículos. No caso do INEM apesar dos problemasque marcaram a assistência médica no ano passado -: a redução da firota foi de três veículos, para 621. No entanto, onúmero de ambulânciasi do Estado diminuiu em seis, para 434. Também a ASAE regista uma diminuição de cinco veículos, para um total de 176 viaturas, O relatório da eSPap mostra que o Estado passou a contar com 450 pesados de passageiros, menos 29 do que em 2024, e menos 105 pesados de mercadorias, que são agora 1.040. Há também menos sete reboques, num total de 271. Nos motociclos a redução situou-se em 27 (1.879 no total), enquanto nos ligeiros de mercadorias a quebra ascendeu a 124 unidades (4.833) e noS ligeiros de passageirosemistosr o decréscimo atingiuas 279 viaturas, contando esta tipologia agora com 14.125 viaturas, A quebra mais acentuada verifica-se nos veículos classificados como utilizados nos “serviços gerais”, que passarm dos 8.324 em 2024 para 7.253. Já os designados como “veículos especiais” virama a frota ser reforçada em 495 viaturas, para 5.880unidades. Nas ouitras duas classificações referentes àutilização o número praticamentemanteve-sei inalterado, commenos um veículo destinado a “representação” e o mesmo número nos “serviços extraordinários”, para 101 e sete, respetivamente. PC Toyota bate a Renault nas marcas estacionadas no parque público A marca nipónica superou no ano passado, por escassa margem, a Renault no número de viaturas no parque de veículos do Estado. Em 2012, a Renault tinha mais dois mil automóveis do que a Toyota no parque público português. Se em 2012, primeiro ano para o qual há dados, a Renault dominava claramente o parque automóvel do Estado com 3.823 veículos, o que correspondia a 14% do total da frota pública, no ano passado a marca do losango perdeu essa coroa para a Toyota, embora por uma “unha negra”. De acordo com o relatório elaborado pela Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap), a Toyota somava 2.640 unidades no parque de veículos do Estado, mais sete do que a Renault. O pódio de marcas automóveis representadas no parque do Estado encerra com a Skoda, que regista 1.943 veículos. Em relação a 2024, a Renault vê o número de carros ao serviço do Estado diminuir em 350 veículos, já a Toyota sofre uma redução de apenas 88 viaturas. A Skoda, pelo contrário, reforça a sua presença em 365 veículos, ultrapassando a “irmã alemã” Volkswagen, que, mesmo assim, também soma mais 90 viaturas ao serviço do Estado do que um ano antes, para 1.683 unidades. A quinta marca com mais viaturas no parque do Estado é a Mercedes-Benz. A marca alemã totaliza 1.460 veículos, menos 62 do que em 2024, mas ultrapassa a Citroên, que diminuiu a sua presença em 74 automóveis, para 1.453. Entre as 10 marcas mais representadas surge a fabricante de motociclos Yamaha, com 1.241 unidades, menos uma dezena do que um ano antes. Panorama muito diferente em 2012 Comparando os dados do ano passado com os de 2012 , pri-meiro ano em que a eSPap detalha as marcas que integram o parque automóvel do Estado , verificam-se diferenças substanciais. A dimensão total do parque encolheu em pouico mais de quatro mil viaturas, numa redução de 14,8%. A Renault somava 3.823 veículos, deixando o mais direto perseguidor, a Nissan, a larga margem. A marca japonesa contava com 2.835 viaturas, enquanto a terceira fabricante mais representada na frota pública era a Volkswagen, com 1.912 unidades. A Toyota, que atualmente se apresenta como a marca mais representada no parque de veículos públicos, surgia apenas na quarta posição. A fabricante nipónica contava com um total de 1.817 veículos ao serviço do Estado. Tal como no ano passado, o top 5 das marcas em 2012 era fechado por mais uma fabricante alemã, a Mercedes-Benz, que tinha então 1.539 viaturas na frota pública. PC Veículos utilizados pelas entidades públicas estão cada vez mais velhos. P.4a7 Desde a pandemia, ou seja, em seis anos, a frota pública que encolheu num total de 2.949 veículos. o Estado enviou 728 veículos para abate no ano passado. A idade média dos carros que saíram do parque era de 25 anos. 23.241 VEiCULOS o Parque de Veículos do Estado chegou ao fim do ano passado com um total de 23.241 veículos. São menos 888 que em 2024. 908 ABATE Foram abatidos 728 veículos do Estado em 2025, mas há mais 908 em fila de espera. GNR é quem tem mais carros para desmantelar. Diesel continua a predominar na frota do Estado. Dá energia a 76% dos veículos públicos. Recurso ao AOV tem permitido poupanças avultadas na renovação da frota do Estado. FORçAS DE SEGURANçA COM METADE DA FROTA Número de veiculos ao serviço de cada entidade, unidades GNR e PSP têm ao seu serviço praticamente metade dos veículos que integram o parque automóvel do Estado. Ambas as forças de segurança registaram, aliás, um aumento nas respetivas frotas no ano passado. Toyota 2640 Renault 2633 Skoda 1943 Volkswagen 1683 Mercedes-Benz 1460 Citroên 1453 Nissan 1433 Mitsubishi 1342 Yamaha 1241 Peugeot 881 o 500 1000 1500 2000 2500 3000 Fonte:eSPar ap TOYOTA SUPERA RENAULT APoS 13 ANOS Veículos do parque automóvel do Estado por fabricante, unidades O reinado da Renault como a marca automóvel com maior representação no parque automóvel do Estado findou no ano passado, com a Toyota a superar a “marca do losango” por escassos sete veículos. 6000 5604 5970 12024 12025 4921 5000 4754 4000 3000 2000 1070 1031 1000 788 781 624 621 o GNR PSP INCF ANPO INEM Fonte: eSPap PAULO MOUTINHO