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HYUNDAI IONIQ 3 - ESTE UTILITÁRIO TEM ATITUDE

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2026-05-04 21:09:09

A Hyundai prepara-se para entrar em segmento novo (B), com o IONIQ 3. O utilitário elétrico estreia linguagem de “design” e reforça a ofensiva da marca coreana na mobilidade elétrica. Esta berlina com 5 portas, na gama do construtor, é alternativa ao i20 e diferencia-se num mercado cada vez mais dominado por Sport Utility Vehicles (SUV). E anunciam-se autonomias de até 490 km. AHyundai, recentemente, proporcionou-nos a oportunidade de conhecermos de perto automóvel elétrico novo muito importante para as ambições da marca na Europa. Este primeiro contacto foi estático e também ficou marcado por enorme secretismo, já que aconteceu antes da apresentação formal. Inserido na estratégia do Grupo Hyundai-Kia, o IONIQ 3 integra uma gama de carros elétricos que coexiste com uma gama de carros equipados com motores de combustão interna o peso da primeira na produção e nas vendas é crescente. Baseado na E-GMP, a plataforma do consórcio sul-coreana dedicada a carros elétricos, o IONIQ 3 tem arquitetura de 400 v, motor dianteiro e tração dianteira. Na gama, duas baterias, com 42,2 kWh de capacidade (até 335 km de autonomia) e 61 kWh (até 490). km. ? o carregamento rápido (corrente contínua) permite recuperar o armazenamento de energia nos acumuladores de 10% para 80% em cerca de 0h29, mas também aceita carregamentos com corrente alternada, com potências até 22 kW. O IONIQ 3 tem, igualmente, dois níveis de potência: 135 cv (Standard Range) e 147 Cv (Long Range) , para as duas motorizações, o binário máximo anunciado é de 250 Nm. A velocidade máxima, para proteção da autonomia, apresenta-se limitada a 165 km/h. Para a aceleração 0-100 km/h, a Hyundai anuncia 9,0 s a 9,6 s, dependendo da versão. O IONIQ 3 é apresentado como “Aero Hatch”, por associar o formato de “hatchback” à eficiência aerodinâmica, com um coeficiente de arrasto de 0,263 Cd. o segmento B da Hyundai estreia a linguagem de design “Art of Steel” , superfícies simples combinadas com elementos que originam tensão visual. A assinatura luminosa com tecnologia pixel encontra-se entre os elementos distintivos e tem detaIhes tão diferenciadores como a representação da letra “H" em código Morse na dianteira. A Hyundai, para o IONIQ 3, também aposta no potencial de personalização, propondo-se diversas combinações de cores exteriores, jantes de 16 a 19 e versão desportiva N Line com elementos de inspiração mais desportiva. No interior, a distância entre eixos de 2,680 m e o piso plano maximizam o espaço. Nos lugares traseiros, muita liberdade de movimentos para as pernas, embora a posição de assento sobrelevada Novidade possa limitar o apoio em viagens longas. O painel de bordo possui desenho funcional, com prateleira transversal a toda a largura e instrumentação baixa, próxima do para-brisas. O sistema multimédia comanda-se num ecrã (tátil) de grandes dimensões, e existem diversos comandos físicos para o controlo de funções essenciais. Por fim, a consola central de dois níveis reforça a versatilidade, enquanto a mala conta com 440 litros de capacidade, incluindo os 119 litros sob o piso, na "Megabox". Não foi possível conduzir O IONIQ 3, mas a posição de condução tem boa ergonomia e o volante com formato achatado integra comandos físicos bastante intuitivos. O banco oferece um bom compromisso entre conforto e apoio lateral, enquanto a visibilidade é satisfatória. Destaque para o seletor novo de transmissão, mais convencional e melhor do que o habitual nos automóveis elétricos do consórcio. Na versão N Line, topo de gama, equipamento mais completo, com sistema de som da Bose, iluminação ambiente, climatização automática bizona e conjunto abrangente de assistentes eletrónicos à condução. O IONIQ 3 surgirá no mercado até ao final de 2026, desconhecendo-se, ainda, os preços para Portugal. Todavia, tudo aponta para que este carro não fique posicionado na base do segmento, devido tanto à tecnologia, como ao equipamento. Destacam-se, no entanto, as impressões muito positivas deste primeiro contacto, pela abordagem diferenciadora ao segmento, o desenho inovador ou o aproveitamento do espaço interior. á vista, proposta nova relevante entre os subcompactos elétricos. IONIQ 9 em Portugal A Hyundai tem, também, topo de gama elétrico novo, que já está â venda em Portugal, com preços a partir de 62.500 EUR (mais IVA) ou 76.875 EUR. O IONIQ 9 é SuV de 7 lugares baseia-se na plataforma E-GMP com arquitetura elétrica de 800 v e caracteriza-se pela autonomia, tecnologia de ponta, conforto e espaço. No nosso País, propõe-se apenas a versão Calligraphy, que tem dois motores (rendimento combinado anunciado: 303 cv e 605 Nm), quatro rodas motrizes e bateria com 110 kWh de capacidade. De acordo com a marca, com esta combinação, e de acordo com o protoloco de homologação europeu WLTP, até 600 km de autonomia. O IONIQ 9 com 5,060 m de comprimento, 1,980 m de largura ou 1,790 m de altura tem dimensões e imagem imponentes que sobressaem na paisagem automóvel. E OS 3,130 m de distância entre eixos contribuem para a sensação de espaço que encontramos no habitáculo até com sete lugares. Os dois bancos na terceira fila são rebatíveis e contam com acessos muito facilitados pela possibilidade de deslizarmos, longitudinalmente, os bancos da segunda fila. No Hyundai IONIQ 9 com jantes de 21, a capacidade da mala varia entre o mínimo de 338 litros (sete lugares) e o máximo de 2419 (apenas dois) e existe compartimento sob o "capot" dianteiro, o "frunk", que disponibiliza mais 52 litros. E o interior conta com a consola central deslizante Universal Island 2.0, elemento que aumenta a versatilidade. No painel de bordo, dois monitores com 12,3" (instrumentação e sistema multimédia). O equipamento de série, abundante, inclui assistente virtual "apoiado" por inteligência artificial, navegação com funções avançadas, comando por voz, chave digital, som Bose com 14 altifalantes e tecnologia para redução do ruído. O IONIQ 9 acelera de 0 a 100 km/h em 6,7 segundos e tem velocidade máxima limitada a 200 km/h. O carregamento rápido recupera a energia armazenada na bateria de 10% para 80% em 0h24. FRANCISCO MOTA