MASTERCARD APRESENTOU CENTRO DE EXCELÊNCIA EM LISBOA E CARLOS MOEDAS ELOGIOU “INOVAÇÃO DISRUPTIVA”
2026-05-05 21:06:08

Paulo Raposo, Country Manager da Mastercard em Portugal, afirmou que “o novo Centro de Excelência para a Inovação em Lisboa reforça o papel de Portugal na estratégia global da Mastercard, acelera a transformação dos pagamentos digitais e impulsiona o crescimento económico local através da criação de emprego e da valorização do talento”. A Mastercard inaugurou hoje, 5 de maio de 2026, o Centro de Excelência para a Inovação em Lisboa, num evento que contou com a presença do presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, e do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz. O centro reúne cerca de 600 técnicos de 38 nacionalidades, dos quais 72% são portugueses, com uma idade média de 34 anos. As equipas trabalham em áreas como engenharia de software, análise de dados, cibersegurança, prevenção de fraudes com recurso a IA, tokenização e verificação de identidade. “O Centro de Excelência em Lisboa foi criado para impulsionar a inovação em todo o ecossistema de pagamentos, reunindo talento local e internacional com a experiência global da Mastercard. Com recurso a soluções e tecnologias avançadas, as equipas no local estão a fornecer produtos e serviços que capacitam empresas, governos e consumidores a navegar eficazmente pelo panorama digital em rápida evolução”, revela a Mastercard em comunicado. O centro em Lisboa insere-se numa vaga de investimentos da Mastercard na Europa, que inclui infraestruturas em Madrid, Dublin e Amesterdão, e a construção de três centros de dados em Paris, num investimento de 250 milhões de euros anunciado no final de 2025. Paulo Raposo, Country Manager da Mastercard em Portugal, afirmou que “o novo Centro de Excelência para a Inovação em Lisboa reforça o papel de Portugal na estratégia global da Mastercard, acelera a transformação dos pagamentos digitais e impulsiona o crescimento económico local através da criação de emprego e da valorização do talento”. “Este compromisso contribui também para a construção de parcerias sólidas e para o apoio às PME, reforçando o lugar de Portugal num ecossistema financeiro mais inovador e inclusivo em toda a Europa”, acrescenta Paulo Raposo, Country Manager da Mastercard em Portugal, que assumiu o cargo em janeiro deste ano. O Centro de Excelência para a Inovação em Lisboa é um hub de talento tecnológico, alinhado com a estratégia global da empresa de impulsionar a economia digital. Kelly Devine, Presidente da Mastercard para a Europa, fez também a introdução do Centro em Lisboa, e no discurso disse que “o nosso compromisso de investir em vários mercados europeus reflete uma estratégia centrada na inovação”. “Portugal tem capacidade para acolher e desenvolver operações tecnológicas em grande escala, contribuindo para a competitividade e a força internacional do país”, acrescentou. Carlos Moedas destacou que a aposta em atrair empresas desta dimensão faz parte de uma estratégia para criar emprego e melhorar os salários em Lisboa. O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu a inovação que cria emprego. “A inovação de produto disruptivo é que a cria novos mercados e novos produtos” ressalvando que “há muitas coisas que são novas e não são úteis, e muitas que são úteis e não são novas”, sublinhou o autarca acrescentando é essa grande transformação que estamos a viver na cidade de Lisboa. Carlos Moedas lembrou a nova vaga de investimento em Lisboa, citando os casos da Critical Software/BMW. “A portuguesa Critical Software, juntou-se com a BMW e abriram um escritório com 1.500 pessoas no Parque das Nações, e na altura o CEO alemão disse que hoje um carro alemão não pode sair à rua sem tecnologia portuguesa”. “A fábrica unicórnio trouxe para Lisboa 17 empresas unicórnio”, disse ainda acrescentando que “esse paradigma criou quase 20 mil empregos”. O autarca citou ainda o caso da Mckinsey a criar em Lisboa 700 postos de trabalho e da Deloitte “que neste momento está a investir para criar 2.500 postos de trabalho em Lisboa, no Largo do Rato”. “Há bem pouco tempo estivemos a inaugurar a nova sede portuguesa da AstraZeneca com 600 pessoas”, disse ainda Carlos Moedas que citou ainda a notícia de que a Richmond quer inaugurar em Portugal o seu centro cientifico. “É uma nova vaga de inovação disruptiva” que não existia há 10 anos. “Lisboa é hoje uma das cidades mais atrativas da Europa. A nossa estratégia tem apenas um objetivo: criar emprego de qualidade para os lisboetas, que permita ter uma boa qualidade de vida e melhores salários. É por isso que apostamos em trazer grandes empresas para a cidade. O novo Centro de Excelência para a Inovação da Mastercard em Lisboa é um exemplo desse esforço e um fruto dessa estratégia”, sublinhou o autarca. Carlos Moedas destacou que a aposta em atrair empresas desta dimensão faz parte de uma estratégia para criar emprego e melhorar os salários em Lisboa. Já Miguel Pinto Luz referiu que o caso da Mastercard ilustra o potencial das parcerias entre o setor público e empresas do setor privado. Durante a cerimónia de inauguração, a Mastercard realizou a primeira transação em Portugal com o Agent Pay - uma plataforma de comércio agêntico que permite a agentes de IA executar pagamentos em nome de utilizadores, com o suporte da PayOS, pela mão de Jorn Lambert, Chief Product Officer da Mastercard, que na sua apresentações destacou o papel da Agentic AI no universo dos pagamentos. A Mastercard tem vindo a investir em infraestruturas e centros especializados por toda a Europa, entre os quais Madrid, Dublin, Amesterdão e na sua sede europeia em Waterloo. “A Mastercard emprega cerca de 600 técnicos altamente qualificados no centro, dedicados a iniciativas pioneiras na área dos pagamentos que recorrem à inteligência artificial, à cibersegurança e à análise de dados. Estes profissionais atuam numa variedade de funções tecnológicas e de apoio, incluindo engenharia de software, análise de dados, gestão de produtos, operações e assistência técnica. A equipa é atualmente composta por membros de 38 nacionalidades, sendo 72% dos colaboradores portugueses, com uma idade média de 34 anos”, lê-se no comunicado. Maria Teixeira Alves