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13H. OMS ADMITE TRANSMISSÃO DO HANTAVÍRUS ENTRE PESSOAS A BORDO DO CRUZEIRO HONDIUS

Observador Online

2026-05-05 21:06:13

As transmissões deste vírus entre humanos são consideradas raras, mas a hipótese ganha força pelo facto de não terem sido encontrados ratos a bordo. Ainda, dia de novas ameaças no Médio Oriente. Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. O Jornal da Uma tem edição do Miguel Vilela. Miguel, falta o sim do governo. As bancadas do PSD e do CDS apresentaram há pouco a proposta para atrair mais jovens para as Forças Armadas. É um programa com duração entre três a seis semanas, que prevê o pagamento de uma bolsa de EUR 440 e permite a quem aderir, tirar de forma gratuita a carta de condução. A iniciativa, que não tem força de lei, é apenas uma recomendação, foi apresentada ao final da manhã pelo PSD, que sublinha que este programa permite aos jovens conciliar os estudos ou emprego com a possibilidade de conhecer por dentro a carreira militar. A nossa ideia é que ganha o país. Teremos novas gerações mais capacitadas e ganham também os jovens, porque podem ter uma formação única, sem prejudicar o seu futuro acadêmico, escolar ou profissional. Porque o programa, pela sua duração, é compatível. É compatível com quem deseja seguir uma carreira acadêmica, com quem já esteja a trabalhar, com quem esteja à procura do primeiro emprego, mas também pode ter uma outra externalidade que é positiva, que é o fato de muitos jovens não terem conhecimento, não terem a experiência nas Forças Armadas, não entendem esta carreira como uma possibilidade. Bruno Ventura, deputado do PSD, diz que a iniciativa não foi coordenada com o governo, que nem é obrigado, por esse motivo, levar por diante esta recomendação. O deputado social-democrata garante que o programa Cívico foi construído por forma a respeitar a capacidade instalada das Forças Armadas e tem que começar com poucas vagas e progredir de forma gradual. O número de vagas corresponderá sempre, no primeiro programa, à capacidade instalada das Forças Armadas para executar, quer do ponto de vista da licença de condução, quer do ponto de vista formativo. O custo financeiro, nós calculamo-lo, mesmo com os custos imputados indiretamente da capacidade já instalada em recursos humanos nas Forças Armadas. Imagine um programa de dois mil jovens, estamos a falar de um custo orçamental de EUR 4 milhões e meio de euros. É essa a estimativa do deputado do PSD, Bruno Ventura, que apresentou há pouco, na Assembleia da República, o programa intitulado Defender Portugal. Para além desta iniciativa, a AD apresentou também um projeto de reforço da saúde mental das Forças Armadas. E os autarcas de Maia e Gondomar gostavam, mas dizem que os dois municípios não têm dinheiro para acompanhar a autarquia do Porto, que decidiu, Miguel, avançar com a gratuitidade dos transportes públicos. A proposta foi aprovada ontem pela Assembleia Municipal do Porto. Há a expectativa de que possa entrar em vigor no início do próximo ano, apesar do presidente da Câmara Municipal da Cidade Invicta, Pedro Duarte, querer avançar com esta medida já no verão. Só vão beneficiar das viagens gratuitas em transportes públicos os munícipes do Conselho Portuense. A medida vai custar cerca de EUR 20 milhões. O presidente da Câmara de Gondomar gostava de seguir este exemplo da autarquia do Porto, mas Luís Filipe Araújo diz que tem um problema. Enquanto o Porto tem uma folga orçamental e tem proveitos, que são proveitos da ordem das dezenas de milhares de euros, não é o caso de Gondomar. Neste momento, seria absolutamente impossível, com o orçamento de Gondomar, encontrar EUR 20 milhões por ano, que são os primeiros valores que são apontados para a medida. Isso é absolutamente impossível. Não é uma questão de vontade política. Eu queria muito que isso fosse possível, mas isso é totalmente inviável face aos proveitos e ao orçamento que o município de Gondomar tem todos os anos, que é incomparavelmente inferior ao orçamento do Porto. Não sendo possível, o autarca Luís Filipe Araújo defende que devia haver uma intervenção da administração central, o governo. Não conseguimos resolver nenhum problema com medidas circunscritas apenas a um município. Isso não acontece. Infelizmente, não será possível resolver o problema do tráfego viário no Porto com medidas circunscritas ao município do Porto. O Estado central não pode demitir-se desta situação e, portanto, em minha opinião, o Estado central tem obviamente de tomar posição quanto a este assunto, que julgo que o Estado português não pode demitir-se dessa situação, tem pelo menos que ponderar esta hipótese. É isso que diz o autarca de Gondomar, Luís Filipe Araújo. A jornalista do Observador, Teresa Freire, falou também há instantes com o presidente da Câmara Municipal de Maia, António Silva Tiago, diz que sim, o município até tem capacidade financeira para avançar com esta proposta, com esta medida, ao contrário de Gondomar. Se a Maia achar que isso faz sentido, nós não fazemos as coisas só por simpatia. Nós fazemos as coisas com sentido de responsabilidade e de equidade. Agora, nós temos condições para isso? Felizmente, temos. Somos um conselho saudável, um conselho feliz e temos capacidade financeira para abordar esse e outros temas com objetividade. Sublinha António Silva Tiago que a avançar esta medida não deve ser para já. Há outros passos que devem ser dados primeiro. Eu acho que o Estado central que deve assumir uma cota parte substancial desse tema. O Estado central deve ter isso em devida conta e é isso que nós queremos também estudar, fazer esse estudo para que com elementosobjetivos, possamos falar com o governo e apresentar a nossa visão para o problema. Os autarcas dos concelhos da Maia e de Gondomar, a pretexto da decisão da Assembleia Municipal do Porto de ontem à noite, que aprovou a gratuidade dos transportes públicos para os munícipes do concelho da cidade Invicta. E a Organização Mundial de Saúde admite um cenário de transmissão do hantavírus entre as pessoas a bordo do cruzeiro que está de quarentena em Cabo Verde. Isto depois de três pessoas já terem morrido, Miguel. A transmissão deste vírus entre humanos é considerada rara, mas a hipótese ganha força pelo fato de não terem sido encontrados ratos a bordo. É isso que explica Maria Van Kerkhove, diretora da área de prevenção de epidemias da Organização Mundial de Saúde. Nós acreditamos que pode, de fato, haver alguma transmissão entre humanos a acontecer entre os contatos mais próximos, o marido e a mulher, pessoas que compartilham cabines, por exemplo. Então, novamente, a nossa assunção é de que isso tenha acontecido e é por isso que estamos a articular com o barco para ter certeza de que qualquer pessoa que esteja com sintomas e qualquer pessoa que esteja a tratar dos doentes está a usar equipamentos de proteção, mas, mais uma vez, tipicamente, o hantavírus não se transmite desta forma, é mesmo uma infecção de pássaros. A Organização Mundial de Saúde adianta ainda que a hipótese mais provável é que a infecção pelo hantavírus tenha acontecido fora do navio de cruzeiro. O paciente inicial, o caso inicial e a mulher juntaram-se ao barco na Argentina e com o período de incubação do hantavírus, que pode ser de uma a seis semanas, a nossa assunção é de que eles foram infectados ainda fora do barco, talvez enquanto faziam algumas atividades. Este é um barco de expedição, muitas das pessoas a bordo estavam a fazer observação de pássaros, estavam a fazer muitas atividades com animais selvagens. A OMS está a coordenar com as autoridades espanholas a possibilidade de o navio poder atracar nas Ilhas Canárias, sendo que o Ministério da Saúde de Espanha diz que a situação e essa possibilidade ainda está em avaliação. Uma hora e sete minutos, vamos olhar para o Médio Oriente. O dia está a ser de novas ameaças. Desta feita protagonizada pelo representante iraniano para as negociações com os Estados Unidos, Mohammad Bagher Ghalibaf, diz que o Irão ainda nem começou o combate contra as forças dos Estados Unidos. Entre ameaças e ausência de negociações, o preço do barril de Brent continua elevado, está a esta hora a ser negociado a US$ 112,5, já esteve nos US$ 114. A esta hora, também o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, dá uma conferência de imprensa no Pentágono. Declarações que havemos de escutar na edição das 14h. E quanto à presidente da Comissão Europeia, respondeu à mais recente ameaça tarifária de Donald Trump. Von der Leyen diz que um acordo é um acordo e que deve ser cumprido. Isto depois do presidente norte-americano ter ameaçado aumentar as taxas aplicadas à importação de automóveis oriundos da União Europeia. Ursula von der Leyen sublinha que os Estados Unidos estão sujeitos a um limite que impede o país de aumentar tarifas por iniciativa própria e garante que os 27 estão preparados para todos os cenários. Um acordo é um acordo e temos acordo. A essência é a prosperidade, posições comuns e fiabilidade. Agora, ambas as partes vão implementar este acordo, ao mesmo tempo que respeitamos os diferentes procedimentos democráticos por parte da União Europeia. Estamos agora nas etapas finais da implementação dos restantes compromissos aduaneiros. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos também têm compromissos, como por exemplo, o alinhamento com os limites máximos acordados, que ainda está por definir. Com este trabalho, queremos obter vantagens mútuas, cooperação e fiabilidade e estamos preparados para todos os cenários. Um acordo é um acordo. Estávamos aqui a ouvir novamente este som da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, uma declaração feita no final da primeira cimeira entre a União Europeia e a Arménia. A presidenta da Comissão, von der Leyen, acredita que a Arménia pode tornar-se num país estratégico de negócios com a colaboração da União Europeia. Esta cimeira serviu para estreitar relações. Uma hora e nove minutos, Miguel, há outras notícias a marcar a atualidade. Uma única. Antes da edição desta terça-feira de "E o Campeão É?", as autoridades têm em curso novas diligências de investigação no caso da alegada tortura de detidos na Esquadra do Rato, em Lisboa, e podem vir a ser detidos mais agentes da PSP. Quem fez este anúncio foi o ministro da Administração Interna, à margem das comemorações do 18º aniversário da Unidade Especial de Polícia da PSP, em Belas, Sintra. O governante precisa que os suspeitos são todos polícias que exercem atualmente funções e que de alguma forma poderão ter interagido com o comportamento desviante ocorrido em 2024 e 2025 na Esquadra do Rato. Foi o que disse há instantes o ministro da Administração Interna, Luís Neves. Miguel Vilar e o Jornal da Uma. Rádio Observador