10H. ENFERMEIRO DIRETOR DA ULS DO ALENTEJO CENTRAL ACUSADO DE COMPORTAMENTOS IMPRÓPRIOS
2026-05-13 21:02:06

Emanuel Boieiro é suspeito de ter comportamentos que criaram ambiente de trabalho intimidatório. Ainda, presidente colombiano critica ideia de EUA quererem anexar a Venezuela Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Desta manhã . As notícias com Carla Jorge Carvalho. O enfermeiro-diretor da ULS do Alentejo Central está a ser acusado por outros enfermeiros de ter comportamentos impróprios no trabalho. Há pelo menos 15 queixas. Em causa estão ameaças, assédio e injúrias. Trata-se de Emanuel Boieiro. É suspeito de ter comportamentos que criaram um ambiente de trabalho intimidatório e de ameaça direta aos colegas. A ULS do Alentejo Central e a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde confirma ao Observador a receção de queixas. Terão sido pelo menos 15 e estão a ser investigadas pela Ordem dos Enfermeiros. Rui Casanova, o Observador teve acesso aos relatos e às queixas. Alguns profissionais de saúde tiveram mesmo de meter baixa médica por danos psicológicos. Sim, os enfermeiros que fizeram queixa acusam Emanuel Boieiro de usar uma linguagem imprópria e humilhante no local de trabalho e também de intrusão na vida privada, através de contactos fora do horário laboral. Passo a citar algumas expressões que são atribuídas a Emanuel Boieiro e às quais o Observador teve acesso: "Ou estão comigo ou estão contra mim", "Você é uma incompetente do século passado", "Sou amigo da Ministra da Saúde. Vejam lá, portem-se bem". Emanuel Boieiro, o enfermeiro diretor, é por isso acusado de seguir um padrão de gestão baseado no medo. Vários enfermeiros denunciaram ao Conselho de Administração da ULS situações de assédio moral, ameaças, injúrias, retirada de competências. Há também queixas de intimidação, humilhação pública, violação de direitos ou ainda coerção. O Observador apurou também que alguns profissionais apresentaram mesmo baixas médicas, como dizíamos, em causa danos psicológicos causados pelos comportamentos de Emanuel Boieiro no local de trabalho. A Ordem dos Enfermeiros, contactada pelo Observador, confirma que já está a investigar o caso. Assinou mesmo o órgão disciplinar. É o que avança ao Observador, o Bastonário da Ordem dos Enfermeiros. Rui Casanova, com o caso que envolve Emanuel Boieiro, enfermeiro-diretor da ULS do Alentejo Central. Estes episódios terão começado no ano passado, quando deixou o cargo de presidente do Sindicato Nacional dos Enfermeiros para assumir o atual cargo, enfermeiro-diretor da ULS do Alentejo Central. Este é o artigo que faz manchete a esta hora no site do Observador. O presidente do Conselho Económico e Social considera que a concertação social falhou depois de não ter havido acordo para a reforma da lei laboral. Luís Pais Antunes considera que a legislação laboral tem de ser adaptada. Sobre a falta de acordo, aponta culpas a todas as partes e lamenta a ausência de um entendimento ao fim de tantos meses de negociações. Falhou, até ver, pelo menos, a concertação social. Digamos que é uma responsabilidade coletiva. Até 2023, há um ponto comum entre a aprovação do Código de Trabalho e as alterações subsequentes, que passaram sempre pela concertação social. Mas de uma coisa eu tenho a certeza: o resultado destes nove meses é certamente melhor do que aquilo que teria sido uma consequência da sua ausência. Luís Pais Antunes, o presidente do Conselho Económico e Social, ontem à noite, em entrevista à RTP, numa altura em que é também Ferro Rodrigues a deixar um aviso ao PS. O partido deve rejeitar negociações prévias com o governo sobre a reforma da lei. O antigo secretário-geral do PS, ex-presidente da Assembleia da República, entende que o Partido Socialista deve aguardar pela entrada do diploma no Parlamento, apresentar alternativas em comissão e se o PSD não mostrar abertura, então os socialistas devem anunciar o voto contra. É o que defende Eduardo Ferro Rodrigues, em declarações ao Diário de Notícias. Donald Trump está a caminho da China, quase 10 anos depois da última visita oficial a Pequim. O presidente dos Estados Unidos vai encontrar-se com Xi Jinping para abordar a guerra no Médio Oriente e também a tensão comercial com o gigante asiático. A última visita de um presidente norte-americano à China aconteceu em 2017. Foi precisamente com Donald Trump, durante o primeiro mandato. Agora está de regresso. Trump prevê resultados muito positivos e refere-se a Xi Jinping como um amigo. Ele é um amigo meu, ele é uma pessoa com quem nos damos bem e eu acho que vamos ver coisas boas a acontecer. Esta vai ser uma viagem muito entusiasmante. Muitas coisas boas vão acontecer. São as declarações do presidente dos Estados Unidos, que garante ainda que não vai à China procurar ajuda para o conflito no Irão. Na análise, o historiador Bruno Cardoso Reis explica que Donald Trump chega a Pequim fragilizado e que a China é, neste momento, uma potência mais estável. Donald Trump vai realmente numa posição de alguma fragilidade. Portanto, as expectativas também não são brilhantes do ponto de vista de grandes avanços. Há até receios de que possa haver, também naquele estilo muito impulsivo e muito improvisado de fazer a diplomacia de Donald Trump, algum tipo de declaração, por exemplo, que ainda destabilize mais as coisas, neste caso, sobretudo na Ásia Oriental, no Extremo Oriente, por exemplo, em relação a Taiwan, se de alguma forma Donald Trump fizer alguma declaração que seja lida ou que possa ser lida como uma redução da garantia de segurança dos Estados Unidos em relação a essa ilha. Análise do historiador Bruno Cardoso Reis esta manhã no Gabinete de Guerra. Além do conflito no Irão, a guerra comercial e também a questão de Taiwan devem ser temas abordados no encontro entre Donald Trump e Xi Jinping.O Contracorrente de hoje é precisamente sobre a visita de Donald Trump à China, mas primeiro Carla, que outras notícias merecem destaque? O antigo presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, foi condenado a pagar mais de EUR400.000 à autarquia. Em causa está o negócio para a construção de um centro de exposições. A decisão é do Tribunal de Contas, que conclui que houve pagamentos indevidos. Em declarações à Agência Lusa, Miguel Alves revela que ainda não leu a decisão, mas ao Jornal de Notícias, o antigo autarca admite recorrer da sentença. Este caso levou a que Miguel Alves se demitisse, na altura, de todos os cargos políticos que ocupava, nomeadamente o de secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro António Costa. A Câmara de Leiria prevê que todos os museus e espaços culturais afetados pelo mau tempo reabram até 6 de junho. As tempestades do início deste ano obrigaram ao encerramento temporário de vários edifícios para trabalhos de recuperação. O Moinho do Papel é o primeiro espaço a reabrir portas, será já no próximo sábado. A Câmara de Leiria adianta que todos os outros espaços culturais vão reabrir até ao início do próximo mês. O presidente colombiano critica a alegada ideia dos Estados Unidos de quererem anexar a Venezuela. Gustavo Petro apelida a pretensão norte-americana de traição, e isto depois de Donald Trump publicar na rede Truth Social uma imagem em que apresenta a Venezuela como o estado número 51 dos Estados Unidos. O ano era 1969 e os Beatles tocavam o último concerto numa rua no centro de Londres. When I find myself in times of trouble. Mother Mary comes to me. Speaking words of wisdom, let it be. Isto no vosso tempo é que era. Ora. Eu assisti a esse concerto indireto, ao vivo. Há um bom documentário sobre isto. Há vários documentários. Os Beatles continuam sempre a dar. Há vários documentários. Mas por que estás a falar disto, Carla? Porque os Beatles vão ter o primeiro museu em Londres, precisamente no local do último concerto, que é também onde gravaram o último álbum. A sério? Vão fazer lá? Não podem fazer no Hard Pass? Eu, por acaso, fui ao Museu dos Beatles em Liverpool. Best. Mas este aqui deve ser mais espetacular. Quando é que vai ser inaugurado? Em 2027, para o ano, e onde vai ser possível reviver este último concerto dos Beatles. Inclui também uma recriação do estúdio onde foi gravado o "Let It Be" e naturalmente, também uma loja com recuerdos. Não podia faltar. Eu tenho um íman do John Lennon. Sempre a faltar. Comprado num museu em Liverpool. Tu és team John Lennon. Eu sou team Paul McCartney. Paul McCartney. Não, eu sou de qualquer um. George Harrison. Fica-te bem dizer isso, Carla: "Eu sou de qualquer um". Dos Beatles. Let it be, let it be. Let it be, let it be. Whisper words of wisdom. Let it be. Rádio Observador