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COIMBRA - ICNAS FESTEJA 17 ANOS E QUER COMERCIALIZAR RADIOFÁRMACOS EM MAIS PAÍSES

Diário As Beiras

2026-05-17 21:10:10

JJ Pedroso de Lima 00O Foi ontem lançada a 3.2 edição do Prémio JJ Pedroso de Lima, uma homenagem ao físico e professor catedrático da UC falecido em 2016.com prazo de candidatura até 15 de julho, distingue anualmente estudantes, professores ou investigadores com formação de base nas áreas das ciências fundamentais e da engenharia. As duas primeiras vencedoras foram Alexandra Fonseca, com doutoramento na área da química farmacêutica, e Liliana Santos, doutora em Ciências Farmacêuticas, premiadas pelo desenvolvimento de produtos radiofarmacêuticos de doenças oncológicas. produção de radiofármacos 000 A empresa ICNAS PHARMA , pilar empresarial do ICNAS = está no top 500 das maiores empresas da região Centro, tendo realizado 10.400 exames no ano passado. E também detentora de sete radiofármaCOS, vendidos em vários países da Europa, com forte parceria também estabelecida com o Brasil, designadamente com Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz , Farmanguinhos), que é uma instituição brasileira, vinculada ao Ministério da Saúde daquele país, especializada em ciência, tecnologia e e inovação inovação em em logia ciências ciências biológicas biológicas e e da da saúde. saúde. Resultado Resultado dessa dessa parceria parceria é é um um medicamento medicamento contra contra a a malária. malária. Instituto de investigação avançada aposta lém-fronteiras 000 Um dos institutos de investigação que se encontra no pelotão da frente do desenvolvimento tecnológico da Universidade de Coimbra (UC) assinalou ontem 17 anos de existência, com os olhos postos no futuro. Foi esse o rumo que o diretor do ICNAS , Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde , apontou como missão desta unidade orgânica de investigação da UC, inaugurada em maio 2009. Trata-se de uma estrutura com “forte ligação à investigação básica e clínica”, em rede com parceiros nacionais e internacionais nas áreas da imagem médica e investigação translacional. Na realidade, funciona em três vertentes, num modelo de gestão em que coexiste a respetiva unidade de Investigação (CIBIT , Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional), a unidade orgânica da universidade e uma empresa a ICNAS PHARMA, fundada em 2009, que se assume como plataforma avançada para produção e desenvolvimento de radiofármacos marcados com emissores de positrões. Atualmente, fornece radiofármacos para a realização de exames PET a nível nacional e internacional. O diretor do ICNAS, An-tero Abrunhosa, afirmou ontem, na sessão comemorativa, que a instituição conta, atualmente, com 178 colaboradores, assegurando funcionamento quase 24 sobre 24 horas, designadamente com o ciclotrão. CIBIT alcançou a classificação máxima Neste contexto, adiantou que a unidade de investigação CIBIT alcançou a classificação máxima da antiga FCT (Fundação para a Ciência e Tecnologia), sendo “uma das mais bem-sucedidas desta área a nível nacional e internacional”, garantiu. O ICNAS funciona no Polo da Saúde da UC (III), assumindo um papel determinante no tecido científico/tecnológico de Portugal e na produção de novos marcadores moleculares e investigação em imagem médica. 3.2 edição do Prémio JJ Pedroso de Lima No evento comemorativo dos 17 anos de existência, foi apresentada a 3.a edição do Prémio JJ Pedroso de Lima. Lançado pela primeira vez em 2024, este prémio tem o valor de 10 mil euros. Constitui uma homenagem ao físico e professor catedrático da Universidade de Coimbra João Jose Pedroso de Lima (1934-2016), distinguindo anualmente “estudantes, professores ou investigadores com formação de base nas áreas das ciências fundamentais e da engenharia” que se notabilizem “com projetos relevantes na área das ciências nucleares aplicadas à saúde”. António Rosado O ICNAS = ónstituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde celebrou ontem o seu 17.0 aniversário. A funcionar no Polo III da Universidade de Coimbra faz uma aposta forte na investigação, afimando-se como parceiro do SNS ICNAS celebrou ontem 17 anos de existência António Rosado