OMODA 4 - NA CONTA CERTA
2026-05-23 21:09:13

IG. N I ç à 0 Conduzimos 0 novo SUV con pacto da Omoda. Foi pouco mais do que um oito num parque de estacionamento. Suficiente para perceber que o Omoda ? híbrido é silehcioso e espaçoso Mais para a frente vai ter versão 00% elétrica Eum dos modelos mais importantes da ofensiva europeia da Omoda, um SUV compacto com 4,42 metros de comprimento, pronto a disputar um dos segmentos mais apetecíveis do mercado com modelos tão variados como O BYD Atto Opel Frontera, Renault Captur OuI Toyota C-HR. Num mercado particularmen te sensível a0 preço, o Omoda 4 promete manter a fasquia abaixo dos 30 000 euros. [ uma das poucas certezas acerca de um modelo quc deve chegar ao mercado nacional n0 início de 2027 com uma motorização híbrida e, um pouco mais tarde, com uma versão 100% elétrica. Desenvolvido sobre a plataforma T1X, O Omoda 4 híbrido utiliza o grupo propulsor conhecido do Omoda 5 e do Jaecoo 7. Este combina um bloco 1.5 turbo de quatro cilindros com um motor elétrico alimentado por uma bateria LFP de 1,83 kWh, para desenvolver 224 CV. A possibilidade de percorrer pequenas distâncias em modo EV promete reduzir significativamente OS consumos em ambiente urbano. Independente dos combustíveis fósseis, a motorização elétrica “emprestada” pelo Omoda Es utiliza um motor de 211 cv e uma bateria de 61,1 kWh. Na ausência de dados oficiais, as estimativas apontam para uma autonomia na ordem dos 400 km. Com uma carroçaria angulosa (quem identificar apontamentos tipo Lamborghini não está sozinho) Omoda 9 4 destaca-se do design arredondado e conservador da maioria dos modelos chineses. A frente é esculpida por arestas, que escondem entradas de ar para direcionar o fluxo aerodi nâmico em torno da carroçaria. Os painéis laterais são percorridos por vincos fortes que conduzem o olhar em direção a uma traseira alta marcada por farolins com desenho em zigue-zague. Parecem raios encarnados que se vão destacar no trânsito. OMODA 4 ULTRA Para aqueles que não querem passar despercebidos, a Omoda criou a versão 4 Ultra. Pouco se conhece para além do nome e das linhas ainda mais arrojadas da carroçaria. O para-choques foi redesenhado para melhorar a aerodinâmica, que tem o expoente máximo na asa traseira de grandes dimensões. A Omoda garante que as alterações vão além do efeito estéti co, melhorando a estabilidade a velocidade elevada. Na falta-de dados sobre omotor, que será híbrido e Capaz de acelerar até aos 100 km/h em sete segundos e atingir OS 179 km/h de velocidade máxima, adianta-se a cor exclusiva Ultra Yellow e as capas de retrovisor a imitar carbono. Infelizmente não foi este modelo que conduzimos numa tarde chuvosa no estacionamento de um parque de diversões da cidade de Wuhu, sede do Grupo Chery, casa mãe da Omoda. Antes de entrar para trás do volante, espreitámos para os lugares traseiros, que reconhecemos serem cspaçosos, capazes de transportar dois adultos com conforto. A frente, um tablier desenhado a régua e esquadro. O painel de instrumentos minimalista é complementado por um grande ecrã em posição vertical, sob o qual surge um par de carregadores se fios para telemóvel. Boa qualidade de construção e sobriedade até se perceber que o botão de arranque tem uma tampa encarnada ao estilo Lamborghini... Suave e progressivo, como se espera de um híbrido com autonomia para alguns metros em modo EV, o Omoda 4 moveu-se com desenvoltura num trajeto desenhado para evidenciar a capacidade de manobrar em espaços apertados. Limitados ao modo de condução Eco, por cauisa do piso molhado, não conseguimos apurar mais do que a leveza da direção e a suavidade com que o motor térmico entra em ação. O primeiro contacto Com O Omoda 4 pode não ter durado mais de 300 metros, mas foi suficiente para deixar vontade de conhecer melhor o novo SUV compacto do construtor chinês. 0 PERFORMANCE A versão desportiva destaca-se pelo visual ainda mais agressivo. Acelera até aos 100 km/h em 7 segundos A velocidade maxima chega aos 179 km/h EUROPEU 0 Omoda 4 foi desenhado ao gosto do condutor europeu. Mede 4,42 metros de comprimento. Vai ter uma motorização híbrida e outra elétrica RICARDO MACHADO