EM VIAGEM NO TOYOTA C-HR+ - CENTRO DE VIRTUDES
2026-05-23 21:09:14

Paisagens incríveis, cidades como Tomar, onde se escreveram algumas das páginas mais relevantes da História de Portugal, locais que convidam à introspeção , a região Centro oferece-nos um conjunto de virtudes que transformam uma visita em vontade de permanecer. A viagem ao volante do novo Toyota C-HR elétrico reforça esse desejo memória mais forte de uma viagem em família tanto pode ser uma conversa intimista que a vertigem dos dias calou, como uma troca cúmplice de olhares perante aquela paisagem cuja beleza advém do despertar inesperado de emoções comuns. A memória mais forte de uma viagem depende, por isso, em grande medida, da forma como fomos capazes de absorver os estímulos que recebemos das coisas e dos instantes por mais simples que sejam. A memória mais forte de uma viagem está diretamente ligada àquilo que vulgarmente designamos de estado de alma e à capacidade de identificarmos o momento e o local certos. O alinhamento tem que ser perfeito: a mesma paisagem, a mesma frase, o mesmo entreolhar podem ter perceções opostas consoante esse estado de alma mas, ainda assim, há locais onde esse clique esse alinhamento , é quase uma garantia. ALMOUROL, CONSTáNCIA E... CAMóES e o caso do nosso destino deste mês. A pouco mais de uma hora e meia de Lisboa (150 km) e a duas horas (200 km) do Porto, a região de Tomar possui um conjunto de atrativos que lhe confere uma capacidade única de superar as expetativas mais diversas. História, cultura, paisagens incríveis e uma oferta gastronómica de excelência são marcas intensas da cidade dos Templários, bem como de um conjunto de locais ao redor onde a História de Portugal foi escrita ao longo de séculos.com a bateria do novo Toyota C-HR+ completamente carregada (77 kWh) e uma autonomia de 412 km indicada pelo computador de bordo deixámos a A1 rumo ao 60 EMOçáO Entroncamento para uma primeira paragem ôno Museu Nacional Ferroviário que nos conta a história do caminho-de-ferro em Portugal. Uma experiência imersiva que começa ôno tempo das máquinas a carvão e que serve para ônos recordar a importância da eletrificação, um tema que a nova mobilidade recuperou para a ordem do dia e em que a Toyota e o novo C-HR+ assumem grande protagonismo. A curta distância (10 km), acompanhando o Tejo, chegamos ao Castelo de Almourol cuja construção remonta a 1171 (quase coincidente com a fundação da nacionalidade) que teve um papel central em vários momentos da nossa História, como o facto de ter acolhido a Ordem dos Templários e, posteriormente, a Ordem de Cristo. Oito quilómetros mais adiante alcançamos aquela que é uma das mais belas vilas ribeirinhas portuguesas: Constância. Na confluência dos rios Tejo e Zêzere começa por ônos atrair quando a “ descobrimos” ao longe mas é ao percorrer as suas ruelas que Onos apaixonamos por aquela que é também conhecida como a Vila Poema que acolheu Luis de Camões entre 1547 e 1548. A casa-museu e a estátua Ono Jardim do Horto a contemplar o rio evocam a ligação àquele que é um dos maiores poetas portugueses. Para chegar a Tomar escolhemos o percurso mais longo (24 km) porque, apesar do ritmo sem compromissos, mesmo em autoestrada, a bateria do Toyota C-HR+ continuava acima dos 50% a que correspondia uma autonomia superior a 230km. Pudemos, assim, usufruir, com total tranquilidade, do trajeto mais bonito, ao longo do rio Zêzere, através da estrada da Sertã, com passagem por Martinchel e pela barragem de Castelo de Bode. DESCOBRIR OS DESCOBRIMENTOS Pode muito bem ser o local para almoçarmos antes de seguimos para aquela que é uma das mais bonitas cidades ribatejanas. E também a que Onos oferece mais oportunidades para entendermos um dos períodos mais marcantes da História de Portugal. Nomeado governador da Ordem de Cristo, em 1420, o Infante D. Henrique começaria aqui a planificação dos Descobrimentos, encorajado, a partir de 1495, pelo rei D. Manuel I. A dominar a cidade, O Convento de Cristo (Património da Humanidade), sede em Portugal da Ordem dos Templários e, em seguida, da Ordem de Cristo, é um dos locais de visita obrigatória, seja pela importância que teve ao longo da nossa História, ou, simplesmente, para apreciar a beleza deste conjunto monumental onde se destacam o claustro quatrocentista, o convento renascentista e a igreja manuelina, uma combinação de estilos arquitetónicos (românico, gótico e manuelino, entre outros) que reproduz os quase nove séculos de história (a construção começou em 1160). A curta distância O Aqueduto de Pegões destaca-se pela complexidade da sua engenharia. Na cidade não faltam esplanadas onde apetece permanecer para apreciar as famosas Fatias de Tomar e para desfrutar da luz única do por-do-sol refletida nas águas do rio Nabão e no casario que desce desde o castelo. Ponto mais alto das tradições de Tomar, a Festa dos Tabuleiros ocorre a cada quatro anos (a próxima em julho de 2027) é uma das mais antigas celebrações populares que ocorrem em Portugal, simbolizando o agradecimento pelas colheitas fartas. Raparigas trajadas de branco (símbolo da pureza) carregam á cabeça tabuleiros que têm que ter a sua altura, construído com 30 pães com 400 gramas cada, ornamentados com flores. TRANQUILIDADE A partir de Tomar, onde abundam estruturas hoteleiras de qualidade, muitas delas com postos para carregamen-to para automóveis elétricos, como é o caso do Hotel dos Templários, SâO vários os locais merecedores de uma visita. A pouco mais de meia hora, (27 km), Dornes é um desses pontos de paragem obrigatória e o facto de ter sido eleita, em 2017, como uma das Sete Maravilhas de Portugal, na categoria de Aldeias Ribeirinhas, é só um pequeno testemunho da sua beleza, reconhecida, também, pela escolha para a rodagem da telenovela “Rainha das Flores” (2016). Seguir na direção de Cernache do Bonjardim é a melhor opção para alcançarmos o ponto seguinte: o marco geodésico do Centro de Portugal, mesmo à saída de Vila de Rei. A deslocação (40 quilómetros) vale pelo simbolismo de nos encontrarmos precisamente no centro do país mas sobretudo pelas lindíssimas paisagens que o trajeto nos oferece para a albufeira do Zêzere que se estende ao longo de mais de 60 km. Alguns dos locais imperdíveis são Miradouro de Fernandaires (a partir de Vilar do Ruivo) e,já na estrada de regresso a Ferreira do Zêzere, a praia fluvial do Lago Azul. o acesso não é convidativo mas ali chegados somos premiados com um tranquilidade absoluta e por uma paisa-gem quase irreal, tal como o contraste criado pelo verde da vegetação envolvente e o azul-turquesa das águas tranquilas. A imagem acompanha-nos na viagem de regresso a Lisboa. Desafia-nos a pensar sobre a importância de preservar tamanha generosidade da natureza. E, ainda mais importante, sobre o contributo decisivo que cada um de nós pode e deve dar. A mobilidade elétrica tem um papel fundamental e o Toyota C-HR+ mostra-nos que o automóvel elétrico atingiu um estádio de desenvolvimento que lhe permite dar resposta cabal a praticamente todo o tipo de utilizadores. Autonomias reais da ordem dos 400 km (como é o caso do SUV desportivo da Toyota) é um valor que permite deslocações isentas de stresse. Em autoestrada, a uma velocidade da ordem dos 120 km/h o consumo inferior a 20 kWh significa que conseguimos chegar ao Porto ou ao Algarve com um único carregamento. Já para uma utilização como a que fizemos, por estradas secundárias, mesmo com percursos de serra, a média de 15 kWh dá-nos uma sensação de tranquilidade apenas comparável com aquela que sentimos por sabermos que O Toyota C-HR+ permite-nos conhecer estes locais incríveis sem o risco de os danificarmos. O HISTôRIA O Castelo de Almourol oferece-nos uma paisagem magnífica. e essa uma das marcas desta viagem através da região Centro, onde um dos destaques principais é a cidade de Tomar que tem como grande momento (a cada quatro anos) a Festa dos Tabuleiros HISTORIA, CULTURA E PAISAGENS INCRiVEIS SaD MARCAS DA CIDADE DOS TEMPLaRIOS BEM COMO DE UM CONJUNTO DE LOCAIS AO REDOR ONDE A HISTORIA DE PORTUGAL FOI ESCRITA AO LONGO DE SéCULOS QUALIDADE o interior do C-HR+ oferece espaço e conforto e conta com os equipamentos e tecnologias mais evoluidas. Outra característica importante é o rigor da construção e a qualidade dos materiais utilizados. Na linha da tradição da Toyota TRANQUILIDADE Entre os rios Tejo e Zêzere, as paisagens com que nos deparamos são absolutamente inesquecíveis. Recantos onde apetece permanecer para usufruir de uma tranquilidade inspiradora OBRIGATóRIA Entre o Tejo e sobre Constância é um dos pontos de paragem obrigatória. Percorrer a pé as ruelas é uma experiência enriquecedora. A estátua de Luis de Camões evoca a permanência do poeta na vila no séc. XVI . Em baixo, ao lado, o Convento de Cristo é um dos locais onde se escreveu a História de Portugal CONTRASTES A imensidão da albufeira do Zêzere, oferecenos paisagens cuja beleza resulta, também, dos contrastes por vezes intensos como é o caso do verde exuberante do arvoredo refletido no azul das águas tranquilas. Além da abundância de vestígios históricos outro dos destaques é a fauna diversificada. é o caso daquela que é uma das maiores colónias de Grifos existentes na Peninsula Ibérica, em Vila Velha de Rodão CONSUMOS BAIXOS, UMA BATERIA COM 77 KWH DE CAPACIDADE E CARREGAMENTOS RàPIDOS SàO TRUNFOS DO TOYOTA C-HR+ QUE TESTEMUNHAM A EVOLUçàO DO AUTOMóVEL ELeTRICO TOYOTA C-HR+ LOUNGE AWD PREçO: 40 900 EUR (53 500 EUR VERSàO ENSAIADA) PLATAFORMA: SUV COMPACTO, TRAçàO TOTAL SISTEMA ELeTRICO: 2 MOTORES ELeTRICOS SíNCRONOS POTeNCIA: 343 Cv (253 KW) BINàRIO: 438 NM TIPO DE BATERIA: NCM BATERIA: 77 KWH (uTEIS: ND) AUTONOMIA: 420 = 501* KM ACELERAçàO: 0-100 KM/H: 5,2S VELOCIDADE MàXIMA: 180 KM/H RELAçàO PESO/POTeNCIA: 6 KG/CV PESO: 2085 KG TRANSMISSàO: AUTOMàTICA 1 VEL. CONSUMO: 16,8 KWH/100 KM (15,7 KWH/100 KM+) S.CX: 2,3X0,27=0,64 COMP./LARG./ALT.: 4,52/1,87/1,59 M DISTàNCIA ENTRE EIXOS: 2,75 M BAGAGEIRA: 416L *VALOR ANUNCIADO 8 QUALIDADE AUTONOMIA DINàMICA BAGAGEIRA VISIBILIDADE TRASEIRA MARAVILHAS Dornes, na foto em cima à direita, é um dos postais da região Centro tendo vencido Gjustamente) a categoria das Aldeias Ribeirinhas no concurso 7 Maravilhas de Portugal, em 2016. Obrigatória, pelo simbolismo, é a visita ao Centro de Portugal, assinalado pelo marco geodésico, perto de Vila de ReiJÚLIO SANTOS