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SIM+ - OLIMPO EM BRAGA É MUZEU

Sim

2026-05-23 21:09:14

Acapital do Minho passou a ter um novo atrativo turístico. Erguido no coração de Braga, o Muzeu Pensamento e Arte Contemporânea dst` é já uma das atrações para quem aprecia o belo. Um investimento que rondou os 40 milhões de euros saídos do bolso de José Teixeira. A cerimónia de inauguração contou com a presença, entre outros, do Presidente da República, António José Seguro, e do presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, que destacou que estamos perante um momento que “não é apenas a abertura de um novo espaço, mas a afirmação de uma ideia de cidade”. ? autarca acentuou que Braga é “um território que valoriza a sua memória, mas que olha com confiança para a contemporaneidade”. ? líder do município reforçou ainda que “não é um luxo, mas parte do essencial”, sendo determinante para uma cidade “mais consciente, mais livre e mais preparada para o futuro”. Neste sentido, referiu que a criação de um museu representa, também, “um espaço onde a cidade conversa consigo própria”, promovendo reflexão, pensamento crítico e participação cultural. A ENTRADA e GRATUITA áS QUINTASFEIRAS. Investimento promovido pela DST Group, o equipamento conta com cinco pisos, quatro dedicados a exposições e um auditório, integrando elementos patrimoniais como a muralha do século XIV e um poço do mesmo período. A fachada inclui ainda uma escultura provisória de José Pedro Croft, que reforça a ligação entre arte, arquitetura e cidade, sendo o projeto assinado por Carvalho Araújo. ? MUZEU apresenta como exposição inaugural "Sejamos realistas, exijamos o impossível” (pode ser apreciada até 23 outubro 2027) que reúne mais de 100 obras de 96 artistas nacionais (40) e internacionais (56) , provenientes da Coleção de Arte Contemporânea do DST Group num espaço com cerca de 3.000 m2. Entre os artistas presentes na exposição inaugural, encontram-se Alex Katz, Ana Vidigal, ángela Ferreira, Annie Leibovitz, Artur Lescher, Axel Hútte, Délio Jasse, Eduardo Batarda, Fernão Cruz, Francesco Clemente, Franz West, Gary Webb, Isabel Muñoz, Jean-Baptiste Huynh, João Penalva, José Bechara, José Pedro Croft, Julian Opie, Manuel Rosa, Muntean & Rosenblum, Nan Goldin, Pedro Calapez, Peter Zimmermann, Rui Sanches e Susy Gómez. COMITIVA DE ESTRELAS Por sua vez, O Presidente da República, António José Seguro, no momento da inauguração, destacou a “importância da responsabilidade social da riqueza e de como uma vida sem arte não pode ser celebrada em pleno”. Recebido pelo Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, pelo Presidente do DST Group, José Teixeira, pelo Secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, o Presidente Seguro efetuou uma visita guiada, pela Diretora-Geral e Curadora do Muzeu, Helena Mendes Pereira, aos pisos de exposição com o primeiro ciclo de programação denominado “Abrir Abril”. Durante a visita, o Cardeal Tolentino de Mendonça procedeu à bênção deste novo espaço cultural, que visa a promoção do pensamento crítico e o ativismo social através da arte contemporânea, da filosofia e do debate. A visita terminou com uma sessão, na qual o Presidente da República usou da palavra e que contou com uma atuação da Companhia de Bailado e apresentação de uma performance, da autoria de Rita GT, que representa a união entre as Cantadeiras do Vale do Neiva e as baianas Cantadeiras Ohún Obínrin. IMPeRIO DST GROUP A DST Group representa um universo de mais de meia centena de empresas e quase 4.000 trabalhadores, abrangendo diferentes áreas de negócio, com escritórios em diferentes cidades em Portugal e além-fronteiras. ? seu papel como mecenas e promotor de projetos culturais é abrangente e toca diferentes áreas da produção intelectual e artística, sendo fundamental e estruturante em todo o projeto económico e social do DST Group. Para José Teixeira, o MUZEU = Pensamento e Arte Contemporânea dst "é o ponto mais alto da nossa utopia e só é possível como consequência do excedente gerado por todos os trabalhadores. e por isso que este nosso Olimpo é, primeiro, de cada um destes trabalhadores”. Sem se deter, sublinhou: “o MUZEU testa a nossa capacidade comunitária e de partilha. As obras de arte que estavam em casa passam para o espaço público para poderem ser contempladas por todos. e, também, a nossa forma de retribuir à comunidade tudo aquilo que ela nos deu e será a voz pública do DST Group e o lugar onde daremos continuidade à nossa Revolução, porque, nos tempos obscuros que vivemos, a construção de uma comunidade baseada nos valores do bem, do belo e da verdade é o mais puro dos atos revolucionários”.