FRAUDE NA QUILOMETRAGEM DE CARROS ELETRIFICADOS: AS MARCAS MAIS AFETADAS
2026-05-25 21:05:38

A fraude na quilometragem de veículos afeta principalmente os modelos de combustão, mas é uma "prática generalizada" que também os elétricos e híbridos podem ser afetados. E há marcas que registam mais casos. Embora os automóveis a diesel ou a gasolina sejam muito mais propensos, também os modelos elétricos e híbridos estão sujeitos a fraude na quilometragem - que é manipulada antes da venda de uma viatura usada. Um estudo da carVertical revela que, em Portugal, há marcas de veículos elétricos com "mais discrepâncias na quilometragem". No topo, está a Opel (4,3 por cento). Depois do fabricante alemão do grupo Stellantis, surge a Renault (4,1 por cento), com a BMW em terceiro lugar a registar 3,2 por cento. O top cinco tem ainda a Peugeot (dois por cento) e a smart (1,7 por cento). E os híbridos? Ao analisar os automóveis híbridos, a Lexus parece mais propensa a quilometragem adulterada (6,3 por cento das viaturas analisadas), com a BMW em segundo (quatro por cento). Vem, depois, a Volkswagen (3,7 por cento), sendo as posições seguintes ocupadas pela Toyota (3,5 por cento) e pela Audi (3,3 por cento). Modelos a diesel são os mais propensos O trabalho da carVertical analisou, em Portugal, viaturas adquiridas pelos seus clientes desde janeiro de 2024 até março deste ano, concluindo que cerca de 4,6 por cento dos automóveis a diesel estudados foram alvo de fraude no conta-quilómetros - liderando a estatística. Dos híbridos, 2,6 por cento apresentavam anomalias, numa média de 57 mil quilómetros subtraídos à quilometragem real, enquanto 1,9 por cento dos automóveis elétricos tinham o conta-quilómetros manipulado com cerca de 44 mil quilómetros retirados, em média. Notícias ao Minuto