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ULSAR - MINISTRA DA SAÚDE INAUGURA SERVIÇO DE PSIQUIATRIA

Setubalense (O)

2026-05-27 21:08:48

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, inaugurou, no último dia 20, a requalifcação das instalações do serviço de internamento de psiquiatria da Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR), no Hospital de Nossa Senhora do Rosário. Esta unidade foi requalifcada para “reforçar a resposta pública em saúde mental e melhorar as condições de atendimento a utentes, famílias e profssionaisdesaúde”.Asobrasrepresentaram um investimento de dois milhões de euros, no âmbito de uma candidatura ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e permitiram requalifcar a área de internamento, incluindo redes técnicas, espaços clínicos e zonas de apoio. Na inauguração, Ana Paula Martins agradeceu o “empenho” e a “dedicação” de todas as pessoas envolvidas e descreveu esta como “uma estratégia que já há alguns anos começou a ser pensada por um grupo de homens e mulheres lideradospeloprofessorMiguelXavier”. Em comunicado enviado a O SETUBALENSE pela ULSAR, são também sublinhadas as palavras de Ana Teresa Xavier, presidente da unidade, no que toca à concretização desta obra de requalifcação que “representa um passo signifcativo no reforço da qualidade dos cuidados prestados, traduzindo-se numa melhoria das condições de trabalho dos profssionais, num maior conforto e bem-estar para os utentes e numa valorização efetiva dos espaços dedicados à saúde mental”. A presidente refere ainda que, “mais do que uma intervenção física, este investimento dignifca profundamente a instituição, reforçando o compromisso com a excelência, a humanização dos cuidados e a criação de respostas”. “O departamento de Psiquiatria e Saúde Mental integra uma equipa multidisciplinarcommaisde90profssionais, entre psiquiatras, enfermeiros, terapeuta ocupacional, assistentes técnicos, técnicos auxiliares de saúde, psicomotricista e musicoterapeuta. Atualmente, conta com três equipas comunitárias de saúde mental que abrangem os concelhos de Alcochete, Barreiro, Moita e Montijo”, pode ainda ler-se. Margarida Rodrigues