PROJETO DE CARVALHO ARAÚJO REFLETE PREOCUPAÇÃO ESTÉTICA DO GRUPO
2024-02-24 09:05:06

OBRACarvalho Araújo assina o projeto da nova fábrica que ocupará uma área de 20 mil metros quadrados no Parque Industrial e Empresarial da Figueira da Foz. O arquiteto frisou ontem a preocupação que teve em criar algo impactante, que questione as pessoas e ao mesmo tempo coerente com a imagem do grupo empresarial. O presidente do Conselho de Administração da DST, José Gonçalves Teixeira, admite que a construção modular terá de enfrentar alguns «estigmas e resistências sociais», cabendo a «promotores, investidores e construtores um discurso que agregue e dê confiança aos utilizadores». Para ajudar à «compreensão e aceitação munimo-nos de ferramentas que funcionam sempre», referiu, apontando a beleza estética, que está, desde logo, no desenho da nova fábrica. «As coisas bonitas têm um efeito catalizador, funcionam melhor», defendeu. O arquiteto inglês Norman Foster e a sua equipa multidisciplinar está a desenvolver o laboratório que a DST vai criar em Braga para testar sistemas de construção e soluções modulares e de pré-fabricação. José Gonçalves Teixeira lembrou que Siza Vieira e Souto Moura desenharam duas fábricas do grupo e que Aires Mateus está a trabalhar numa outra dedicada às caixilharias e madeiras. Carvalho Araújo é não só autor da fábrica da Figueira de Foz como do projeto do Centro de Arte Contemporânea que há-de nascer em Braga, onde o grupo, onde trabalham mais 100 engenheiros projetistas e arquitetos, tem a sua sede. Projeto da fábrica é do arquiteto Carvalho Araújo