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LABORATÓRIO VIVO NA AFURADA EVITOU EMISSÃO DE 13 TONELADAS DE DIÓXIDO DE CARBONO

Jornal de Notícias Online

2024-03-26 12:42:06

Bicicletas elétricas partilhadas, painéis fotovoltaicos, sistemas de armazenamento e partilha de energia, reutilização de plástico - o laboratório vivo para a descarbonização mudou hábitos na Afurada, em Vila Nova de Gaia, e com isso foi possível evitar a emissão de 13 toneladas de CO2 para a atmosfera. Os resultados do projeto "Afurada Livinfg Lab" que uniu a associação Cedes, a Câmara de Gaia, a empresa municipal Gaiurb, a Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia de Trondheim, a dst solar, a Innovation Point, a Watt Is, a Ubiwhere e o CEiiA são apresentados nesta terça-feira. "O impacto positivo junto dos 1229 habitantes da Afurada traduz-se na consciencialização da população para a urgência de reduzir a pegada carbónica e na mudança de comportamentos", sublinham os promotores, acrescentando que as soluções implementadas na comunidade piscatória podem ser replicadas em outras freguesias do concelho. Em matéria de mobilidade sustentável, o projeto "Bike Afurada" criou uma rede de bicicletas elétricas partilhadas. Uma aplicação permite converter "as emissões de CO2 evitadas em tokens, que podem ser trocados por bens, serviços ou benefícios no ecossistema da freguesia". O projeto Comunidade de Energia Renovável da Afurada permitiu instalar painéis fotovoltaicos e de sistemas de armazenamento e partilha de energia em três edifícios: Centro Interpretativo do Património, Escola Básica Afurada de Baixo e Mercado. "Esta iniciativa permitiu a geração de energia responsável por 44% do autoconsumo dos edifícios num total de 27,4 MWh", dizem os promotores. Painéis fotovoltaicos instalados Hugo Silva