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ABB E CONSÓRCIO DA DST CONTESTAM VITÓRIA DA GABRIEL COUTO EM OBRA DE 118 MILHÕES

Minho Online (O)

2024-04-06 16:17:03

A Alexandre Barbosa e Borges (ABB) e o consórcio liderado por empresas espanholas que integra a também bracarense DST, contestaram a decisão do júri no concurso público internacional que atribuiu a reparação do IP3 ao consórcio da Teixeira Duarte, onde se inclui a famalicense Gabriel Couto. - Anúncio - Como O MINHO noticiou, Gabriel Couto, [...] A Alexandre Barbosa e Borges (ABB) e o consórcio liderado por empresas espanholas que integra a também bracarense DST, contestaram a decisão do júri no concurso público internacional que atribuiu a reparação do IP3 ao consórcio da Teixeira Duarte, onde se inclui a famalicense Gabriel Couto. - Anúncio - Como O MINHO noticiou, Gabriel Couto, Alberto Couto Alves, grupo DST, grupo Casais e Alexandre Barbosa Borges (ABB), cinco empresas com sedes em Famalicão e Braga, disputam o concurso público internacional para reabilitar o IP3, num investimento estimado de 130 milhões de euros, e que conta com 10 concorrentes, a sua grande maioria consórcios liderados por empresas espanholas. Os consórcios da Acciona e da Ferrovial, este último a integrar a DST, contestaram a atribuição da empreitada ao consórcio português por discordarem do peso que o factor "qualidade do projeto" terá tido na decisão, conta o jornal ECO. O consórcio vencedor é liderado pela Teixeira Duarte (Oeiras) e para além da Gabriel Couto, conta ainda com a Embeiral (Viseu), sendo o único consórcio candidato apenas com empresas portuguesas. O valor apresentado por este grupo de empresas para executar a obra é de 118,15 milhões de euros A empreitada em causa pretende reabilitar o troço do IP3 entre Santa Comba Dão e Viseu. O valor mais baixo neste concurso foi apresentado pela empresa espanhola Ferrovial (103,3 milhões de euros), uma das que contesta a atribuição. A apresentar o segundo projeto mais barato, no relatório preliminar, está também o consórcio que inclui o grupo DST, de Braga, liderado pela espanhola Acciona, e que também contestou. Este consórcio apresenta um valor mais baixo (109,2 milhões de euros) do que o preço-base (130 milhões) em cerca de 20%. Com a terceira proposta mais económica estava outro consórcio internacional que inclui a Alberto Couto Alves, de Famalicão, liderado pela espanhola FCC, com uma proposta de 114,9 milhões de euros, mas estas empresas não contestaram a decisão do júri. Quem também contestou, apesar de ter ficado em quarto lugar em termos de preços baixos, foi a Alexandre Barbosa Borges (ABB), de Braga, que foi sozinha a jogo com uma proposta de 117,99 milhões de euros. A decisão final deverá ser anunciada durante a próxima semana. Fernando André Silva