ÍCONES REEDITADOS - COMEÇAR DE NOVO
2024-05-29 21:15:08

DOSSIER Além da nostalgia que representa pensar que tudo no passado foi melhor, por vezes o setor automóvel rebobina para reeditar modelos que marcaram uma determinada época. Aqui reunimos alguns dos mais representativos que se vendem no mercado automóvel “moderno”. Olhar o passado para construir o futuro. Uma máxima que muitos construtores de automóveis adotam com vigor... e rigor. Impulsionados pela eletrificação e, talvez, de os tempos passados terem sido melhores, algumas marcas optaram por reeditar alguns dos seus modelos mais icónicos. Um dos últimos a surgir é o Renault 5 E-TECH, que representa pelo facto um ponto de viragem para o emblema francês, uma vez que vai trazer consigo o Renault 4 e o Twingo reinventados. O atrativo desta fórmula reside no facto de permitir às novas gerações desfrutar de carros que marcaram tempos passados. Para outros significa regressar aos seus anos de juventude, à época em que se estrearam nas lides de condução. Esta prática permite que certos modelos pareçam intemporais, mesmo que persigam a essência original e tenham de optar por novas silhuetas e, claro, novas tecnologias. Os protagonistas deste dossier farão com que muitos se interessem por eles e que os mais nostálgicos olhem para trás recordando outras épocas, quem sabe para comprar um automóvel do passado... construído para o futuro. ¦ FIAT 500 Não precisa de apresentação. O modelo que motorizou a Itália e se converteu no herdeiro do Topolino (na verdade, foi comercializado como Nuova 500) ressuscitou em 2007 estabelecendo um ponto de inflexão na forma de entender, uma vez mais, o conceito de citadino. Hoje em dia, o Fiat 500 está completamente eletrificado, quer mediante a declinação híbrida ligeira 500 Hybrid, quer através do 500e 100% elétrico. Este último foi desenvolvido a partir de uma folha em branco e, embora se mantenha fiel à estética e essência urbana, sofreu evoluções consideráveis. A começar por um sistema de propulsão com emissões zero. Proposto em duas versões, uma com 95 CV e 190 km de autonomia e outra de 118 CV e 320 km. também está disponível na carroçaria cabrio 500C e na denominada 3+1 (Trepiuno), com uma porta traseira mais pequena do lado esquerdo. Os preços oscilam entre os 17.537 EUR do 500 Hybrid e os 31.350 e do 500e Cabrio. ALFA-ROMEO 33 STRADALE Com uma produção limitada a 33 unidades para todo o mundo, e sob o lema "ouse sonhar", a Alfa Romeo fez renascer um dos seus maiores emblemas de todos os tempos: o 33 Stradale, cujo modelo original data de 1967 Esta reinterpretação moderna não foi concebida por Franco Scaglione, como o original, mas mantém-se fiel às traços iniciais para trazer de volta ao mercado as chamadas "fuoriserie”, ou seja, carros feitos por encomenda. No caso do moderno e apelativo 33 Stradale, todas as unidades já foram vendidas por um preço desconhecido. Desconhecido é também quantos optaram pela versão V6 twin-turbo de 620 CV ou pela versão elétrica, cuja potência total cifra-se nos 720 CV. RENAULT ALPINE A marca que Jean Rédelé fundou em 1955 quando lançou o seu primeiro modelo, o A106, ressurgiu em 2017 pelas mãos da Renault com o A110, um modelo que também fez parte do catálogo da Alpine de 1961 a 1978.com um chassis monobloco em alumínio e um motor central traseiro, o A110 moderno foi um sucesso tal que todas as 1.955 unidades produzidas esgotaram nos primeiros cinco dias. Atualmente, a gama evoluiu e. após a renovação comercial de meio de ciclo de vida, oferece uma escolha de potências entre os 252 e os 300 CV, bem como os acabamentos GT. S. S Enstone Edition R e R Turini, alguns com alterações específicas de afinação do chassis. ASTON MARTIN VANTAGE É uma das designações mais antigas da casa de Gaydon, tendo sido utilizada pela primeira vez há 74 anos e marcado presença nos modelos DB2, DB4, DB5, V8 e DB7. Em 2005 foi introduzido como um nome independente sucedendo ao Virage. Recentemente apresentou-se numa nova geração, com desenho renovado e um motor V8 biturbo a gasolina com 4.0 litros fabricado artesanalmente; debita 665 CV e 800 Nm de binário máximo, cumpre os 0-100 km/h em 3,5 segundos e a velocidade máxima é de 325 km/h. Mais para a frente, está prevista a introdução de uma variante roadster. CATERHAM SEVEN Poucas coisas mudaram desde os anos 50 para este construtor britânico: continua a produzir praticamente o mesmo carro. Após alguns anos de ausência do nosso mercado, a Caterham regressou a Portugal pelas mãos da Caterham Cars Portugal, que permitia adquirir o Seven e o Super Seven. Contudo, e navegando pelo Facebook da empresa e até pelo site... parece que o sucesso da marca no nosso país voltou a cair por terra e está tudo desatualizado. 0 carro é praticamente igual ao Lotus Série 1 de 1957, com chassis tubular e carroçarias de 3,11 ou 3,30 metros, bem como motores tricilíndricos turbo de 660 cm3 e 86 CV e 2.0 de 173 CV. FIAT 600 Juntamente com o 500, é outra das nomenclaturas históricas da Fiat foi comercializado entre 1955 e 1969. Também foi produzido, sob licença, por outras marcas, sendo especialmente marcante no caso da SEAT, que o adotou para construir o mítico 600 que fazia mexer Espanha. Agora, 70 anos depois, a marca italiana ressuscitou-o e transformou-o num crossover compacto. Mede 4,17 metros de comprimento (contra os 3,22 do original, que grande mudança!) e partilha a plataforma, entre outros, com o Jeep Avenger. A gama é composta por mecânicas 100% elétrica (600e), com 156 CV e autonomia homologada de 400 km. ou híbrida ligeira com propulsor 1.2 turbo a gasolina e sistema de apoio elétrico de 48 volts, com 100 CV. Os preços variam entre os 23.944 EUR e os 36350 EUR FORD BRONCO Criado em 1966 como rival do Jeep CJ-5, e após seis gerações, é a primeira vez que o Bronco chega oficialmente a Portugal. E fá-lo com uma série limitada a algumas unidades repartidas pelos acabamentos Outer Banks e Badlands, ambos alimentados por um motor V6 de 2.7 litros com 335 CV e 565 Nm de binário máximo.com uma estética que evoca o original, a Ford cristalizou nesta nova geração um dos 4x4 mais capazes: permite a remoção do tejadilho e até das portas. A oferta começa nos 130552 EUR do Outer Banks, enquanto o Badlands arranca nos 138.007 EUR FORD MUSTANG Uma das melhores decisões da Ford na última década foi trazer o Mustang para a Europa. Falamos do coupé (muscle car na sua conceção original) mais vendido do planeta. Este ano chega uma renovada geração, com as mesmas caraterísticas de sempre, mas com um novo design. Traz consigo um inédito motora gasolina 5.0 V8 com mais de 480 CV, e mantém as carroçarias coupé ou Fastback, e descapotável. Como topos de gama surgem o Mustang Dark Horse, inspirado nas corridas, e o GTD de 800 CV. INVICTA SPARTAN O UAZ Hunter russo foi criado em 1997 como substituto do UAZ-469, um 4x4 militar utilizado pelo exército soviético que ganhou a reputação de poder circular em quase todo o lado e de ser fácil de reparar. Agora, o fabricante checo MW Motors pegou na base deste todo-o-terreno robusto e, com poucas alterações (pelo menos estéticas), transformou-o num veículo elétrico capaz de “executar as tarefas mais difíceis". A sua mecânica de emissões zero produz 163 CV e um binário máximo de 600 Nm, e é alimentada pela energia armazenada numa bateria de 62 kWh, que lhe permite homologar uma autonomiade 262 km. O seu sistema de tração integral envia a disponível para qualquer um dois eixos, dispondo ainda de caixa de redutoras. Em 2020, e após várias décadas de ausência na Europa, a Ford voltou a comercializar o Explorer. Agora e como continuação FORD EXPLORER da sua estratégia elétrica, a firma da oval azul segue a linha do Mustang Mach-E, convertendo o Explorer num crossover 100% elétrico. Será lançado no primeiro semestre do ano e comercializado apenas no Velho Continente, com potências que vão dos 170 aos 340 CV e uma autonomia máxima de 500 km. É produzido em parceria com a Volkswagen. FORDPUMA O modelo original esteve no mercado durante 5 anos, o mesmo período que tem o atual crossover. A semelhança entre os dois não vai muito além do nome, embora hoje como ontem seja uma referência de dinamismo. Agora é um dos carros mais desejados do segmento B-SUV, sobretudo após a atualização recentemente revelada. Há rumores que apontam para uma próxima geração 100% elétrica. De momento, toda a sua gama é eletrificada, desde um esquema de hibridação ligeira que reduz o consumo e as emissões, até ao mais desportivo Puma ST (170 CV). Os preços partem nos 28.720 EUR, sem campanha. JEEP WAGONEER S Considerado por muitos como o primeiro SUV de luxo, o Jeep Wagoneer original foi comercializado entre 1963 e 1991 como um derivado exclusivo do Cherokee XJ. Agora, após três décadas de ausência, o topo de gama americano está de regresso graças à eletrificação. Será o segundo modelo de emissões zero da Jeep, depois do Avenger, e irá posicionar-se lado a lado com o Grand Cherokee, oferecendo uma mecânica com mais de 600 CV e baterias de 85 a 102 kWh. que lhe permitirão uma autonomia superiores a 600 km. Desenvolvido sobre a nova plataforma modular STLA Large do Grupo Stellantis, o novo Wagoneer S beneficiará de uma arquitetura de carregamento de 800 volts, capaz de uma carga rápida em menos de 30 minutos. A marca anunciou-o como um modelo global. A sua chegada ao nosso país está prevista para o próximo ano. Em 2023, a marca italiana celebrou o seu 60° aniversário, mas antes disso, mais concretamente em 2021, a casa de SantAgata Bolognese prestou homenagem a um dos seus modelos mais emblemáticos: o Countach. E fê-lo com o Countach LPI800-4, uma reinterpretação do Countach vendido de 1974 a 1990. Falamos de uma série limitada a 112 unidades, animada por um tremendo propulsor a gasolina V12 atmosférico (sem turbo) que declara 780 CV, ao qual se junta outro motor elétrico de 34 CV alimentado por bateria de 48 volts. As suas prestações, excelentes: 0-100 km/h em 2,8 segundos. Cada um custou 3 milhões de euros. LANCIA YPSILON O ressurgimento da Lancia em diversos mercados europeus (estava à venda apenas em Itália) deu-se com o Ypsilon. Original de 1996, a nova geração (a quarta) dá uma volta de 180 graus; é um segmento B elétrico. Partilha a plataforma CMP com modelos contemporâneos da Stellantis, como o DS 3, Fiat 600, Jeep Avenger, Opel Corsa e Peugeot 208, e produz 156 CV.com uma autonomia oficial (bateria de 54 kWh brutos) de mais de 400 km. A sua estreia será com a edição especial Cassina, limitada a 1906 unidades (ano de fundação da marca), com um preço de 39.500 EUR em Itália. A gama incluirá uma versão a gasolina híbrida ligeira. LAND ROVER DEFENDER Em 2023, a marca italiana celebrou o seu 60° aniversário, mas antes disso, mais concretamente em 2021, a casa de SantAgata Bolognese prestou homenagem a um dos seus modelos mais emblemáticos: o Countach. E fê-lo com o Countach LPI 800-4, uma reinterpretação do Countach vendido de 1974 a 1990. Falamos de uma série limitada a 112 unidades, animada por um tremendo propulsor a gasolina V12 atmosférico (sem turbo) que declara 780 CV. ao qual se junta outro motor elétrico de 34 CV alimentado por bateria de 48 volts. As suas prestações, excelentes: 0-100 km/h em 2.8 segundos. Cada um custou 3 milhões de euros. MERCEDES-BENZ CLASSE G Outro dos todo-o-terreno puros por excelência está prestes a revelar um novo capítulo da sua história. A venda desde 1978, a marca da estrela prepara, por um lado, uma atualização do modelo atual, e por um outro uma inédita declinação totalmente elétrica baseada no concept car EQG. Anuncia as habituais excelentes capacidades off-road e. ao que tudo indica, terá quatro motores, um por roda, capazes até de o fazer girar sobre si mesmo para mudar de direção.com 586 CV de potência máxima é o Classe G mais potente de todos. Fundada em 1924, a MG Motor Europe possui um património que se estende por quase um século de história. As suas raízes estão profundamente enraizadas no seu primeiro modelo, o 14/28 Super Sports, uma obra-prima criada pelo emblemático Cecil Kimber. Em 2005, a empresa britânica desapareceu, para ressuscitar em 2021 graças ao apoio financeiro de um dos gigantes mundiais do setor automóvel: a chinesa SAIC (Shanghai Automotive Industries Corporation). Desde então, e com uma estratégia centrada principalmente na eletrificação, e mais concretamente na eletrificação a preços populares, a marca nâo tem feito outra coisa senão crescer. Atualmente, a sua gama é composta por 5 modelos, aos quais se juntarão este ano o Cyberster. um descapotável elétrico de dois lugares de alto desempenho, e o MG3, um utilitário híbrido. O seu objetivo é claro: democratizar a mobilidade, quer a combustão, quer, sobretudo, a elétrica. MICROLINO O BMW Isetta foi um dos microcarros de maior sucesso nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. Nascido da necessidade de uma mobilidade económica para percorrer curtas distâncias, triunfou em países como Espanha, Bélgica, Reino Unido, França e Alemanha. Em 2018, as empresas Micro e Eagle decidiram revivê-lo dando origem ao Microlino. 0 conceito é idêntico: um "mini-carro" de apenas 2,52 metros de comprimento com o caraterístico acesso frontal (apenas essa porta para os passageiros). 2 lugares e, agora, um motor elétrico de 25 CV para uma velocidade máxima de 90 km/h, com uma autonomia de 177 km. Deverá começar a ser vendido em Portugal muito em breve. MINI3P A par de modelos como o FIAT 500, as suas origens remontam ao final dos anos 50 (mais concretamente a 1959), quando foi criado e produzido pela British Motor Corporation. É, sem dúvida, o modelo mais representativo da Grã-Bretanha. Em 2001 foi sucedido pelo MINI Cooper, já sob chancela BMW, ao qual se seguiram quatro gerações, a última acabada de estrear. A MINI entrou num profundo processo de eletrificação que levou ao desenvolvimento de uma geração 100% elétrica com autonomias superiores a 400 km. Não obstante, e apesar de a marca querer chegar às emissões zero até ao final desta década, o seu modelo de maior renome acaba de confirmar alternativas de combustão (motores turbo a gasolina), com potências que vão dos 156 aos 204 CV. O que de momento parece estar excluído é a carroçaria de 5 portas, existente nos seus antecessores e no mais versátil Clubman. Os preços do novo MINI de 3 portas ou hatchback partem dos 34.800 EUR (versão elétrica). MORGAN PLUS/PLUS FOUR Fundada em 1909 por HFS Morgan, esta empresa familiar foi gerida pelo seu filho até 2003, altura em que Peter Morgan faleceu. Desde a sua criação, todos os seus carros foram montados à mão: o Runabout foi o primeiro modelo concebido.com uma produção anual de cerca de 650 veículos, a lista de espera para cada unidade varia de um a dois anos. Atualmente os modelos à venda são o Plus Four, o Plus Six e o Three Wheeler (este como o nome indica com três rodas), desenvolvidos sobre uma nova plataforma de alumínio (o Three Wheeler tem chassis em aço tubular), com uma potência de 258 CV e 340 CV, respetivamente. Em 2022 foi lançada uma edição especial pensada para a aventura, o Plus CX-T do qual foram produzidas apenas 8 unidades. OPEL MANTA O que inicialmente parecia ser um simples exercício de estilo está a caminho de se tornar uma realidade de produção. Sim, parece que a Opel vai desenvolver um Manta adaptado ao século XXI, com propulsão 100% elétrica e a mesma filosofia desportiva do coupé original, que foi comercializado entre 1970 e 1988. Embora ainda não existam dados confirmados, se o protótipo Manta GSe ElektroMOD servir de referência, o seu motor elétrico poderá gerar mais de 150 CV e ter uma autonomia superior a 300 km. RENAULT 4 E-TECH É outro dos pilares da “Renaulution” iniciada com o Megane E-TECH e confirmada com o recém-apresentado 5 E-TECH. O lendário 4 regressará em 2025 como um SUV urbano, de dimensões semelhantes às do Captur. De momento, o protótipo que o antecipa sublinha o seu ar aventureiro e presta homenagem ao mítico evento Renault 4 Trophy que se realiza em Marrocos. Impulsionado por uma mecânica 100% elétrica do qual se desconhece o rendimento, o seu objetivo passa por ser comercializado a um preço aproximado a 30 mil euros. Uma das lendas da Renault regressa à ação integrado na nova estratégia elétrica da marca. O construtor gaulês reproduziu fielmente o design do modelo original numa multiplicidade de caraterísticas e pormenores, porém dotando-o de toda carga tecnológica contemporânea. Como o R5 original, vigente entre 1972 e 1996, o seu objetivo não é outro senão o de democratizar a mobilidade, agora elétrica. Para isso, os seus responsáveis estabeleceram um preço inicial inferior a 25.000 EUR em mercados como o português. A escolha passa por motores de 92.122 e 150 CV, e a sua autonomia máxima é de 400 km. SMART #1/#3 Resultado da colaboração entre a Swatch e a Mercedes-Benz, a marca alemã revolucionou o conceito de mobilidade urbana no início deste século. O seu modelo mais emblemático foi o fortwo (em cima), de dimensões compactas para a cidade; na sua última fase era 100% elétrico e, recorde-se, havia versões de quatro portas e até coupés e roadsters de dois lugares. Também elétrica é a nova geração, desenvolvida sob a égide da marca chinesa Geely: os #1 (em baixo à direita) e #3 (esquerda, tipo coupé), desde 36.950 e 37.950 EUR, respetivamente, com 272 e 428 CV (duplo motor e tração integral). VOLKSWAGEN ID.BUZZ O ID.Buzz ocupa um lugar simbólico no seio da gama Volkswagen, pois é considerado o sucessor do lendário T1, popularmente conhecido como Pão-de-Forma. Tal como o T1, apresenta um design inovador com rasgos vintage, mas numa perspetiva sustentável. De foco familiar, retoma do TI elementos como o grande logótipo frontal e traseiro, muito comum na marca. Em termos mecânico aposta num sistema de propulsão elétrica de 204 CV com uma autonomia máxima superior a 400 km; o seu preço arranca nos 52.125 EUR. A VW propõe igualmente uma versão Cargo para uso comercial. Em 2024, a gama será alargada com um ID.Buzz de 7 lugares e até com uma versão GTX de perfil mais desportivo. HISTÓRIA VIVA A nostalgia é uma espécie de emoção que tende a funcionar no mundo automóvel, sobretudo para aqueles que valorizam e recordam esses caprichos da juventude que tiveram a sorte de conduzir. Por isso, para além da lista de modelos incluídos nestas páginas que, de alguma forma, voltaram à vida, há outros que nunca desapareceram. É o caso de autênticos ícones sobre rodas que nos acompanham há décadas, fazendonos desfrutar deles na maioria dos casos e, ao mesmo tempo, tornando-se numa demonstração da evolução técnica. Talvez um dos exemplos mais representativos seja o Porsche 911, um desportivo intemporal que encanta gerações há mais de 60 anos, desde o lançamento do seu precursor, o 356 (em baixo, cinzento); precisamente em 2024 celebra 6 décadas de saga. Outro símbolo é o Volkswagen Golf, que acaba de apresentar a sua geração 8.5, que poderá ser a última com motor de combustão. Em matéria de todo-o-terreno, aos Land Rover Defender e Mercedes-Benz Classe G, juntam-se o Jeep Wrangler e, claro, o Toyota Land Cruiser. E sem sair da marca japonesa, o Corolla leva mais de uma dúzia de gerações, convertendo-se no modelo mais vendido da história do automóvel, com mais de 50 milhões de unidades matriculadas. Por falar em longevidade, o Skoda Superb é outro que ocupa o lugar cimeiro, assim como o Honda Civic e até o Volkswagen Polo. Por fim, o SEAT Ibiza acaba de apagar 40 velas. p«sd« li^JJ po^j^n^Dd^^ wsdíWê Uátnco da Ib3 CV i iMis dí MO CV C/WWOTSO £130 Fundado, «m IW 2 v^rsõ^s tétricas mwww® tw WIS por rwos dp 15.000 £ | AW c,h i. na.s D^Sd^ 52J25 £ KARAM EL SHENAWY