ATUALIDADE - CITROËN C5 AIRCROSS HYBRID Ë-DCS6
2024-06-13 21:15:32

O NOVO 05 AIRCROSS HYBRID 136 CONTA COM O MOTOR 1.2 PURETECH E TRAZ MUITA TECNOLOGIA PARA GASTAR POUCO Comecemos pelo “flm”: este novo C5 Aircross “híbrido sem cabos”, e na versão You, um novo nível de acesso, parte dos 37 980 EUR, passando aos 40 380 EUR da versão Plus; 42135 EUR da Max e indo até aos 44135 EUR da luxuosa/recheada/desejada versão Ê-Series Collection. Esta variante “Hybrid 136” do C5 Aircross pretende tornar mais acessíveis as soluções eletrificadas, facilitando a vida a quem não pode tirar partido dos benefícios fiscais oferecidos pelos plug-in e 100% elétricos (apenas para: empresas) ou que então não tem possibilidade de carregamento com ficha elétrica, algo que este C5 dispensa, pois tem um sistema híbrido do tipo cinético. A inteligência desta está na junção do melhor da combustão (liberdade e facilidade de reabastecimento) com o melhor da eletricidade (eficiência, conforto, disponibilidade de binário instantânea) a um custo controlado. Este sistema híbrido tem por base o mais recente desenvolvimento do motor a combustão 1.2 Puretech Peugeot/Citroên com um turbo de geometria variável e a capacidade de funcionar no ciclo Miller. Este motor está acoplado a uma caixa de dupla embraiagem com seis velocidades que integra uma máquina elétrica com 21 kW (28,6 cv) de potência e 55 Nm de binário ligada ao seu veio secundário (o de saída de potência para as rodas). Para aumentar o poder da máquina elétrica esta tem uma engrenagem de desmultiplicação com a relação de 3:1, pelo que pode colocar nas rodas um binário de até 165 Nm. A energia elétrica é fornecida por uma compacta bateria de iões de lítio arrefecida a água que está colocada por baixo do banco do lado esquerdo. A bateria funciona com uma tensão de 48V, fornecendo uma capacidade de 0,7 kWh (0,43 kWh úteis) para um peso em torno dos 12 kg. É de notar que este é, para já, o sistema híbrido de 48V capaz de disponibilizar mais potência. A arquitetura do sistema em série permite que ambos os motores funcionem em conjunto ou separados à vez. Ou seja, em andamento, dependendo da velocidade e carga de acelerador podem ser ambos a fornecer potência motriz, só o motor a combustão, ou só o motor elétrico. Em aceleração forte o motor elétrico serve de boost e em desaceleração usa travagem regenerativa para carregar a bateria. Resta acrescentar que como já está perfeitamente identificado que a propulsão mais eficiente passa por manter a bateria sempre com carga suficiente para poder acionar a ajuda elétrica, o software está pensado otimizado nesse sentido, pelo que há situações em que o motor a combustão contribui para o carregamento da bateria. “Mas assim não gasta mais combustível?” Gasta, mas pontualmente. E o que interessa é o saldo final de cada deslocação, sendo que aqui a diferença entre o pouco que gasta a mais e o muito que a ajuda elétrica ajuda a poupar é sempre favorável; a Citroen declara uma redução média de 15% das emissões e consumos face ao anterior 1.2 Puretech de 130 cv, sendo que em percursos citadinos lentos o sistema consegue assegurar 50% do tempo em modo elétrico e economias que podem chegar aos 2,51/100 km. ATUALIDADE CITROEN HYBRID 136 MOTOR 1.2 E SEM CABOS PS