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DSTGROUP VENCE CONCURSO PARA CONSTRUÇÃO DE CINCO CENTRAIS FOTOVOLTAICAS FLUTUANTES

Diário do Minho

2024-06-18 08:35:06

EMPREITADA, A SER EXECUTADA PELA DSTSOLAR EM PORTUGAL, ENVOLVE CERCA DE 4 MILHÕES DE EUROS, COM GRANDE IMPACTO PARA O AMBIENTE A dstsolar, empresa do dstgroup especializada na área da energia solar, venceu o concurso público EDIA Flutuante, ficando responsável por construir cinco centrais fotovoltaicas flutuantes. Segundo a empresa bracarense, esta empreitada envolve um valor de cerca de quatro milhões de euros e vai evitar a emissão anual de 1455 toneladas de dióxido de carbono para a atmosfera. Em nota de imprensa enviada ao Diário do Minho, a empresa refere que se trata de uma empreitada em flutuante, similar à que já foi realizada para a EDIA, em 2020, no Reservatório de Cuba Este. A empresa com sede em Braga acrescenta que desta vez, o projeto contempla cinco albufeiras diferentes: Reservatório de Ferreira, Reservatório 4 Monte Novo, Barragem do Penedrão, Barragem de Pias e Barragem das Almeidas, num valor de negócio de cerca de 4 milhões de euros. Estima-se que estas cinco centrais fotovoltaicas venham a alcançar uma produção anual de 7.9 gigawatts-hora, evitando a emissão de 1455 toneladas por ano de dióxido de carbono para a atmosfera. Assim, a obra deste in-vestimento verde, com forte racional económico, ficará concluída em 11 meses e contará com 7864 módulos fotovoltaicos, 1 455 052 kg/ano de emissões de CO2 evitadas, 4 521,8 kWp de potência instalada e 7 907 892 kWh/ /ano de energia produzida. Raúl Cunha, diretor-geral da dstsolar explicou que «este novo projeto de solar fotovoltaico flutuante reforça o papel da dst-solar como uma empresa de referência na energia solar em Portugal, atestando a qualidade e o rigor do nosso trabalho». Uma operação que vai contribuir para a redução da incidência da luz nos reservatórios, limitando o crescimento de algas e contribuindo decisivamente para a qualidade da água e para a diminuição dos custos com a limpeza de filtros. Refere ainda que a cobertura dos reservatórios vai reduzir a evaporação e, por consequente, os custos operacionais da distribuição de água. Ou seja, ganhos ambientais significativos. A empreitada representa um negócio de 4 milhões de euros, com ganhos ambientais