DST DIVULGA HISTÓRIA DE ANGOLA EM LIVRO
2024-11-20 06:34:03

“História de Angola: da pré-história ao Século XXI” tem 832 páginas e foi publicado em angola e em portugal Alberto Oliveira Pinto apresentou, na dst, obra «homérica» sobre a história de Angola O Auditório Vítor Aguiar e Silva, no Campus do dst Group acolheu, ontem à tarde, a apresentação do livro “História de Angola: da Pré-História ao Século XXI”, da autoria de Alberto Oliveira Pinto. Uma obra classificada de «homérica» não só pelo volume, 832 páginas, mas também por ser um «guia» sobre a história de Angola, com sonhos, memórias e vivências. Na sessão estiveram, para além do autor, um luso-angolano, o CEO da dst Group, José Teixeira; o editor Manuel Fonseca; o Arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, convidado por ser, também ele, um luso-angolano. E como sempre, o auditório esteve cheio, sobretudo com colaboradores da construtora bracarense. Na sua intervenção, o editor elogiou a filosofia da dst, a forte aposta na cultura de forma sistemática e consistente, que vai muito além da responsabilidade social, ou neste caso cultural. Manuel Fonseca, igualmente com muitas memórias da infância passada em Angola, classificou a obra de «homérica». Considerou tratar-se de um livro que «está novo e lindo. Está um belo tijolo, está leve que até se pode ler na cama». Por seu turno, Alberto Oliveira Pinto, confessou-se «emocionado» com a receção, mas também por conhecer «o mundo dst». Aprovou a expressão «obra homérica», utilizada pelo editor, e concordou que o livro pode ser lido na cabeceira da cama, apesar do volume. O autor explicou como é que decidiu escrever sobre Angola, lembrando que a maior parte dos livros sobre o país é demasiado incompleta, principalmente porque começam com os Descobrimentos. Por isso, resolveu começar pela pré-história, para abordar os Estados Africanos, onde também consta Angola, que era um reinado. Uma obra que não esconde o comércio de escravos, feito também pela rainha Ginga, de Angola, sublinhando que Angola existia muito antes da relação com Portugal, ou seja, antes da colonização. dst Group aposta na literatura porque liberta, educa, cura e alonga a vida Por sua vez, José Teixeira explicou o porque da empresa apostar tanto na literatura. E revelou porque é que, durante o Utopia , Festival Literário que decorre em Braga até 24 de novembro, a dst vai a diferentes locais promover a literatura. «Vamos a uma creche, porque a literatura educa; vamos à prisão, porque a literatura liberta; vamos ao hospital, porque a literatura é terapêutica; e vamos a um lar de idosos, porque a literatura alonga a vida». De referir que a visita ao Hospital de Braga é hoje, às 10h30, com Gonçalo M. Tavares. Salienta-se, ainda, que o livro foi apresentado precisamente no âmbito do Festival Literário Utopia Braga. Com o auditório dst cheio, o autor, Alberto Oliveira Pinto, mostra no livro que a história de Angola é muito anterior à sua relação com Portugal FRANCISCO DE ASSIS