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O QUE FAZER? SEGUNDA É DIA DE EXPOSIÇÕES E GUITARRADAS

Público Online

2025-01-27 06:00:07

Retratos da primeira Central Tejo e da arquitectura portuguesa, desenhos em liberdade, o território de Marquise e a música de Marta Pereira da Costa e José Cid. Luz em Toda a Parte II: A Primeira Central Tejo LISBOA MAAT - Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia. De 24/4 a 27/1. Todos os dias, excepto terça, das 10h às 19h. 11EUR Último dia para visitar a exposição que dá a conhecer o vasto espólio depositado no Centro de Documentação da Fundação EDP, relacionado com a Central Eléctrica da Junqueira. Maquetas gráficas, folhas volantes, folhetos e cartazes, de tom publicitário e didáctico, permitem acompanhar o momento em que a electrificação doméstica se difundiu nas cidades. A curadoria é de Rosa Goy e Ivone Maio. Se Eu Tivesse Mais Tempo, Teria Escrito Uma Carta Mais Curta LISBOA Fidelidade Arte. De 27/1 a 2/5. Segunda a sexta, das 11h às 19h. Grátis Daan van Golden, Fiona Connor, Gianna Surangkanjanajai, Hans-Peter Feldmann, Laurent Dupont e Lourdes Castro. São estes os nomes representados na exposição comissariada pelo projecto Marquise, que aqui se centra no paradoxo dos artistas que, "nas suas distintas abordagens de recusa e reprodução, acabam inevitavelmente por gerar novas formas", faz notar a folha de sala. É o oitavo momento do ciclo Território, programa que alinha nove exposições em torno da ideia de um mapa de campos de interesse, onde cada curador é desafiado a partilhar a singularidade do seu território. Se Eu Tivesse Mais Tempo, Teria Escrito Uma Carta Mais Curta sucede aos comissariados de Uma Certa Falta de Coerência (Acloc OClock), Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca (O Chão é Lava!), Ampersand (Two Faces Have I), Frederico Duarte e Vera Sacchetti (Fazer), David Revés (Profanações), Ana Anacleto (#Slow #Stop...#Think #Move) e Natxo Checa (Mistifório). José Cid LISBOA Teatro Armando Cortez. Dia 27/1, às 21h. 25EUR Com quase 83 anos de vida e 70 de carreira, a voz de êxitos como Na cabana junto à praia ou Um grande, grande amor alinha no festival Na Minha Casa. Marta Pereira da Costa AVEIRO Teatro Aveirense. Dia 27/1, às 21h30. M/6. 10EUR Marta Pereira da Costa destaca-se enquanto intérprete de guitarra portuguesa. Com um repertório que é um misto de homenagem aos guitarristas que tem como referências (Fontes Rocha, Armandinho, Carlos Paredes) e de apresentação de temas originais, a compositora e intérprete tem em mãos um novo álbum: Sem Palavras. Lançado em Maio de 2024, vai a palco com o contributo do pianista Ruben Alves e a moldura multimédia de Vasco Barbosa. Paisagens Construídas PORTO Fundação Marques da Silva. De 11/1 a 29/3. Segunda a sábado, das 14h às 18h (último acesso às 17h30). 3EUR Fruto de uma parceria da fundação com a Zet Gallery, podem ver-se 16 obras de arquitectura portuguesa, publicadas no livro homónimo de Valdemar Cruz e fotografadas por Inês dOrey. No seu conjunto, os edifícios retratados traçam os múltiplos caminhos seguidos pelos arquitectos, desde o início do século XX até à actualidade. O Prazer da Relação: Desenho em Liberdade GONDOMAR Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende (Valbom). De 18/1 a 7/3. Segunda a sexta, das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 18h30; sábado, das 14h30 às 17h30. 2EUR O ciclo que privilegia o lugar do desenho no processo criativo abre com três exposições e a inspiração do tema Em Liberdade. Festa da Vontade de Maria Catarina, Quando o Algodoeiro te Responde em Silêncio de Rita Rainho e Decomposição Tropical de Letícia Maia, esta última também apresentada como performance, são os três momentos expositivos que aqui se cruzam no espaço e no tempo, "mas sobretudo no encontro entre corpos e plantas como espécies emaranhadas", descreve Paulo Luís Almeida, que partilha o comissariado com José Paiva. Uma iniciativa do Lugar do Desenho - Fundação Júlio Resende articulada com o Instituto de Investigação em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (i2ADS-FBAUP). PÚBLICO