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CONSEGUIMOS CUMPRIR A NOSSA VISÃO QUE ERA TER UM BAIRRO DENTRO DE UM BAIRRO

Construir

2025-02-11 22:03:06

Empreendimento. O primeiro projecto da segunda fase do Altear na Alta de Lisboa já arrancou. No total irá contar com três novos condomínios - 763 apartamentos e 13 lojas , num investimento global de cerca de 300 MEUR, com conclusão prevista para 2028. Entre o final deste ano e o próximo deverão ser lançados os outros dois projectos Gonçalo Cadete, administrador da promotora. Ao longo dos últimos seis anos, a Solyd já conta com 10 edifícios e 536 apartamentos, correspondente à primeira fase do Altear. Destes, o último edifício, o Jardins Altear II, tem previsão de entrega entre Abril e Maio deste ano. A segunda fase compreende aproximadamente 180 mil m2 de área bruta de construção, com 763 apartamentos e 13 espaços comerciais, distribuídos por três condomínios residenciais. A empreitada, adjudicada à DST, arranca ainda este ano. Com um investimento global de cerca de 300 milhões de euros, a sua conclusão está prevista para 2028. Entre o final deste ano e o próximo deverão ser lançados os outros dois condomínios. Gonçalo Cadete salienta, ainda, que os projectos da Solyd têm contribuído para “criar valor” nesta zona da cidade. “Conseguimos cumprir a nossa visão que era ter um bairro dentro de um bairro” e, desta forma, torná-lo mais "atractivo”, com uma maior vivência de rua e com um conjunto diversificado de comércio de rua. Segundo os promotores, a Alta de Lisboa continua a ser um dos locais “mais atractivos” para desenvolver habitação em larga escala e este é, aliás, um dos fac-tores que procuram novas áreas para investir. “o ter espaço para crescer e ter várias fases que permitam fazer crescer a própria marca do projecto e um aspecto muito importante e, de facto, na Alta de Lisboa, achamos que há espaço para fazermos fases subsequentes”, afirma João Paula Santos. CORES QUENTES E SUSTENTABILIDADE Desenvolvido e desenhado pela equipa liderada pela arquitecta Cristina Rocheta, o empreendimento é composto por 165 apartamentos, T1 a T5, uma piscina exterior, parque infantil, ginásio, sala multiusos, átrios decorados e uma loja e, ainda, um jardim privado com 3.400 metros quadrados (m2), piscina exterior, ginásio, parque infantil, sala multiusos e lugares de estacionamento privativo com pré-instalação para carregamento de veículos eléctricos. Com uma exposição voltada a Sul e uma vista desafogada, onde se encontra o casario recuperado da antiga Quinta da Musgueira, "este projecto tem uma localização privilegiada”, afirma Cristina Rocheta, responsável pelo departamento de Arquitectura. A sua envolvente que confere um “certo bucolismo” ao espaço, foi também inspiração para que o projecto, com a sua configuração em forma U, reflicta essa ligação com o exterior e com a natureza. “o edifício vai-se desconstruindo na sua linguagem arquitectónica para que todos os pisos não sejam iguais e que se vá fragmentando e criando uma escala humana para todos os futuros moradores. Temos um conjunto de acontecimentos que vão surgindo ao longo das fachadas e do interior onde demos destaque ao espaço exterior: Todos eles têm umas varandas muito generosas e alguns deles têm terraços muito generosos, assim como alguns espaços com solário e jacuzzi na cobertura”, acrescentou. Além do jardim voltado a Sul, o piso térreo conta, ainda, com um ginásio, um parque infantil, aces-sibilidade para todos. A localização do empreendimento foi, também, inspiração para a paleta de cores escolhida. “Por estarmos inseridos numa zona verde, com jardim, achamos que fazia sentido cores mais quentes. Optamos, por isso, por materiais em tons de terra, na cor do aço Corten, que fazem lembrar a madeira, mas com materiais mais resistentes, como o metal e o cerâmico”, explica arquitecta. Os apartamentos contam com a pré-certificação energética A e A+ NZEB, o que reflecte o “alto desempenho energético dos edifícios cujas necessidades energéticas são quase nulas, conseguido através de soluções passivas de elevada eficiência”, recorda Tiago Belo, outros dos administradores da Solyd. Além disso, houve uma preocupação com a vegetação que está no espaço exterior, para que seja apenas necessário a rega durante o primeiro. Desta forma há uma poupança significativa dos gastos com a água.C Ao longo dos últimos seis anos, a Solyd já conta com 10 edifícios e 536 apartamentos, correspondente à primeira fase do Altear “o ter espaço para crescer e ter várias fases que permitam fazer crescer a própria marca do projecto e um aspecto muito importante e, de facto, na Alta de Lisboa, achamos que há espaço para fazermos fases subsequentes” (João Paula Santos)