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OPEL FRONTERA

Auto Drive

2025-02-11 22:05:32

APÓS TRINTA E TRÊS ANOS DE AUSÊNCIA NO CATaLOGO DA MARCA O FRONTERA VOLTA AO MERCADO, EMBORA DESTA VEZ A ÚNICA COISA QUE TENHA DE UM TODO O TERRENO e UMA LIGEIRA SEMELHANÇA. DESTA VEZ e UM B SUV DE PREÇO Desta vez O Opel Frontera não é “jipão” para toda a obra, mas sim um B SUV de preço acessível, isto faz da Opel um caso raro, com duas propostas B-SUV de estilo e posicionamento diversos, sendo a outra o estiloso Mokka, estiloso e até o seu nome próprio é fixe e sugestivo. O Frontera é feito com base na plataforma “Smart Car” da Stellantis, a mesma dos novos Citroên C3, c3 Aircross e do Fiat Grande Panda, por exemplo. Pode ser uma plataforma de baixo custo, mas tem capacidade multi-energias, que é como quem diz que pode receber motores híbridos ou sistemas 100% elétricos. Os 4,385 metros de comprimento garantem que o habitáculo tem espaço e versatilidade para versões de 5 e 7 lugares (estes só nas versões híbridas) e está equipado com bancos “intelli-seats” com várias camadas de espuma e assento de perfil especial, para reduzir o cansaço em viagens mais longas. Seguindo a tradição moderna da marca o painel de instrumentos está ligado numa prancha corrida ao monitor central tátil, ambos com 10” de diagonal. Por dentro, o Frontera tem aquilo a que a Opel chama os "intelli-seats”, bancos com vários estratos de espuma e assento com perfil especial, para reduzir o cansaço em viagens mais longas. O volante é achatado em cima, e em baixo, e tem ajustes algo limitados, apesar de não prejudicar muito a posição de condução. Tal como noutros Opel, e como já referido, o painel de instrumentos está ligado em seguimento ao monitor central tátil, ambos com 10” de diagonal. O primeiro é fácil de ler e o segundo é simples. Mas, na versão elétrica, não há um computador de bordo completo, faltando a velocidade média, o consumo instantâneo e o consumo médio. Só há a percentagem de carga da bateria e a autonomia atual, esta calculada pelo próprio sistema. A bagageira tem 460 litros em ambas as versões, pois a bateria da versão EV está colocada sob o habitáculo. Por falar nisso, no interior ainda se podem destacar a prateleira aberta sobre o porta-luvas, a banda elástica na parte baixa da consola, para prender pequenos objetos, o carregador sem fios para o “smartphone”, Carplay e Android Auto, o pára-brisas aquecido opcional e um botão programável para desligar as ajudas à condução. Quanto AS motorizações, como já adiantámos há duas opções. O Electric de 83 kW (113 cv) e 125 Nm equipado com uma bateria de 44 kWh úteis que carrega a 100 kW, para a qual a Opel anuncia uma autonomia mista WLTP de 305 km (para meio do ano está planeada uma versão com 400 km de autonomia). O peso total é de 1514 kg, tem velocidade máxima de 140 km/h e faz 12,1 nos 0-100 km/h. A versão “Hybrid” usa o mesmo sistema “mild hybrid” conhecido de outros modelos da Ste-llantis, partindo do motor 1.2 PureTech turbo de três cilindros (já de corrente em vez de correia), com 136 CV e 230 Nm, acrescentando um motor/gerador elétrico de 29 cv e 55 Nm dentro da caixa de velocidades dupla embraiagem e seis relações. O peso total é de 1344 kg, atinge os 190 km/h, faz os 0-100 km/h em 9,0 segundos e tem um consumo médio WLTP de 5,2 1/100 km; o híbrido também vai estar disponível com 100 CV. Da breve experiência de condução, o Electric mostrou ter potência suficiente para um utilitário (muito confortável de usar em cidade), enquanto O Hybrid é mais ágil e tem melhor desempenho em estrada, apresentando ambos um comportamento seguro, estável e previsível. Quanto a preços, O Frontera Electric está disponível a partir de 29 990 EUR e O Hybrid começa nos 24 990 EUR. // ATUALIDADE OPEL FRONTERA 0 FRONTERA ELECTRIC ESTA DISPONÍVEL A PARTIR E29990EJAO HYBRID COMEçA NOS 24 990 OEEPO PODE TER SETE LUGARES A BORDO António Machado