EDITORIAL - ESTA É A PRIMEIRA AUTODRIVE DE 2025 E ESTÁ REPLETA DE HISTÓRIAS EMOCIONANTES E DIVERSIFICADAS
2025-02-11 22:05:32

Os construtores estão cada vez mais pressionados para venderem carros elétricos, pelo que começam a aparecer cada vez mais propostas interessantes e com preços competitivos, como o adorável Renault 5 que acaba de ganhar o Carro do Ano Europeu, e que (parece) toda a gente adora; o Maserati Granturismo Folgore que representa o estado da arte da tecnologia; ou o novo Audi A6 que se revelou um excelente carro “apesar” de ser elétrico e não “porque é” elétrico; ou seja, é um carro mecanicamente acima da média independentemente do sistema de propulsão que utiliza. Todos eles protagonizam diversas páginas nesta edição. Em comum, possuem também níveis de potência bem ajustados aos seus segmentos, ao contrário de, por exemplo, o Smart #3 Brabus que nos deixou a pensar que seria um carro muito melhor com 150 cv, ao invés dos mais de 400 cv que mostram ser demais para o chassis, suspensão e travões. Por outro lado, a Toyota permanece como o maior construtor mundial sem uma gama elétrica digna desse nome (1% das vendas em 2024 foram EV), mas fortíssima nos híbridos e em soluções que nos permitem ir onde queremos, quando queremos, por mais difícil/aventuroso que seja o caminho e mesmo quando este não existe, como é o caso do novo Land Cruiser 250 que protagoniza o nosso Grande Plano. A provar o nosso culto do sentido eclético da autoDRIVE, depois do “Toyota para a vida”, o nosso destaque a combustão da edição tem de ser o tão excêntrico quanto ingénuo Citroên BX 4TC, o único “homologation special” do Grupo B com uma carroçaria de 5 portas e feito com base nas peças que estavam perdidas “ali pela oficina”. Na sempre cativante (colecionável até) rubrica “Vida Sobre Rodas”, percorremos a vida, e carreira, de Carlos Tavares, um português que “mandou” no mundo automóvel anos a fio. Temos ainda o relato do “Passeio dos Ingleses” do ACP, uma volta sempre irresistível e nas páginas “Moto Ride” a Mutt DRK01, que... tem um estilo que rebenta a escala, há que dizer. Por fim, não podemos esquecer nunca, o luxo da singularidade literária que encontramos nas crónicas do nosso João Santos Matos, que este mês até teve que dividir a crónica em duas partes, porque... entra em 2025 com dois amores. // PEDRO SILVA Diretor PEDRO SILVA