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RENAULT SCENIC E-TECH - MODERNIDADE E BOM GOSTO

Eurotransporte

2025-02-28 22:09:18

A Renault fez tudo de novo ao conceber a quinta geração do Scénic, a primeira 100% elétrica, seguindo uma ordem muito bem sucedida que remonta a 1996. Insere-se no segmento c, deixou de ser um monovolume, imiscuindo-se entre as berlinas e admitido no pelotão SUV. ? todo um trabalho meritório, premiado com o galardão de Carro Internacional do Ano 2024, passando pela modernidade que apresenta e pelo bom gosto que patenteia. Mudaram-lhe tudo, a começar pelo corpo e a acabar na alma, que agora é 100% elétrica. Não ha que estranhar. Na verdade, (quase) tudo agora é assim. Chega mesmo a haver alguma nostalgia pelos diferentes design automóvel que no início deste século ainda faziam destacar algumas marcas. Pelo design e pelo formato. Então, havia veículos com um, dois, três volumes, familiares OU utilitários. Agora, OU SàO SUV, maiores OU menores, OU crossover. o monovolume praticamente passou a ser identificado na classe das Van. Mas não há mal. e a tendência. E quem a contrariar só corre o risco de ser um desalinhado, de ser bem sucedido (ou não..). O Renault Scénic, seguramente, não correrá qualquer destes riscos, pois que mantém o júbilo do espaço, este bem acolitado pelo bom gosto, seja do desenho, formas e materiais interiores, seja pela modernidade da construção, e pela própria sustentabilidade, com utilização de materiais reciclados e/ou recicláveis no fim de vida do veículo. Ora, a tudo isto as distinções e prémios não são alheios. Esta quinta geração do Scénic-já com direito a linhagem 7, iniciada em 1996, ganhou o respeito da crítica internacional que o distinguiu como um familiar a levar em conta na hora da aquisição de um veículo elétrico. Agora uma berlina com um pé no recreio dos SUV , a Renault assume mesmo este grupo - onde equipa com jantes de 20 polegadas (diamantadas e bem chamativas), e isso faz logo abrir o olho. Não é um carro Sport, mas é bem desembaraçado, tanto quanto 220 cv podem proporcionar, com motor elétrico de 160 kW, alimentado por uma bateria (iões de lõtio) de 87 kWh, desempenhando com eficácia, a gosto do condutor, nos modos (multi-sense) Eco, Confort, Sport e Perso (personalizável). Se Sport significa emoção mais forte, o Eco é facilmente assimilável , não atrapalha o trânsito, quer-se dizer = quando se pretende preservar a carga da bateria por mais tempo e quilómetros. Quando conjugado com o regenerador de energia (quatro níveis, ativáveis com recurso a patilhas no volante), a autonomia andará próxima da anunciada para o ciclo urbano , 786 km. Em ciclo combinado, mas no mesmo modo, em autoestrada, o regime de disponibilidade do motor, mesmo que limitado a pouco mais de 100 km/h, faz aquela baixar para 603 km. O que não é nada mau.com carregadon de 22 kW (AC) recupera de 15 a 80% da carga em pouco mais de meia-hora. COMO NUM COCKPIT O exterior é bem conseguido, é simples, bem arredondado à frente e com vistosa assinatura luminosa, mas sem grandes vincos estilõsticos na traseira. O interior , e aqui começamos pela bagageira (de 545 a 1670 litros), um outro ex-libris do Scénic é “arejado”, que é como quem diz, volumoso, espaçoso, onde cabe muita coisa, e assim não é preciso acrescentar mais em termos de habitabilidade, a não ser que os acabamentos têm remates em pespontos azuis, uma griffe com assinatura “Esprit Alpine” e a bandeirinha francesa. Não há muito tempo, um diretor de uma marca disse-nos que boa parte dos carros de hoje vendem-se por pormenores que podem fazer a diferença,já que no mesmo segmento pouco se distinguem uns dos outros em termos de performance OU de estilo. A começar pelo sistema de infoentretenimento. E aqui a Renault não se poupou a esforços e primou por torná-lo o mais intuitivo possível, compatível com sistemas Android e Apple e Google integrado, um multimedia Open R link de 12”. O posto de comando assemelha-se a um cockpit, (ainda) há comandos físicos (um bem-haja à Renault), plataforma de carregamento por indução, outras tomadas para fio, e atrás também, tal como a consola do passageiro do meio dispõe de braços articulados para colocação de smartphone OU tablet. E ainda há o tejadilho, uma am-pla e cénica superfície vidrada, o solarbay opacificante da Renault. Os sistemas ADAS, com funcionalidades ligadas ã IA, conta com 30 itens. Mais completo, é difícil. Aqui ficam alguns destaques: Retrovisor interion inteligente; Estacionamento mãos-livres (ncu. sistema de ajuda ao estacionamento dianteiro, traseiro e lateral); Câmara 3D com visão 3609; Regulador de velocidade adaptativo + assist. manutenção na faixa de rodagem; Alerta de ângulo morto e prevenção de saída da faixa de rodagem em ultrapassagem; Alerta de obstáculo traseiro com travagem de emergência ativa em manobras de marcha-atrás. Tem acionamento keyless, bomba de calor, AC dual, volante aquecido, regulação elétrica do banco do condutor com memórias e... um sistema de som com nove speakers de 410w, um must have da Harman Kardon. Claro que tudo isto se paga, e a versão ensaiada, Esprit Alpine, vale 57.426.56EUR, mas também está disponível a partin de 51.250EUR. Uma versão E-Tech 100% elétrico com 170cv e autonomia Comfort está disponível a partir de 40.690EUR na versão Evolution. O Scénic mantém o júbilo do espaço, bem acolitado pelo bom gosto, do desenho, formas e materiais interiores, pela modernidade da construção, e pela própria sustentabilidade Principais características Motor Elétrico, 160 kW/220 CV de potência mãxima Binãrio mãximo 300 Nm Bateria 87 kWh de capacidade Transmissão 4x2, tração dianteira (velocidade única) Velocidade max. 170 km/h, 7,9S, 0/100 km/h Consumos 13,4 kWh/17,4 kWh aos 100 km (combinado/urbano) Autonomia 603 km, até 786km em cidade (dados do construtor) Equipamento Esprit Alpine Preço versão 57.426EUR (versão de 170 cv, a partir de £40 690) ensaiada CARLOS BRANCO