BRAGA - HOSPITAL PRIVADO CRESCE PARA RESPONDER A NECESSIDADES DE DOENTES ONCOLÓGICOS
2025-04-20 08:37:05

O Hospital Privado de Braga vai ser alargado com um edifício que permitirá dar resposta ao nível oncológico, destacou, ontem, o vereador da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, n fni al da reunião camarária que, ontem, se realizou no espaço Zet Gallery, na rua do Raio. O ponto 7 (inserido no G - Incentivos ao Investimento Local) foi aprovado com os votos da Coligação Juntos por Braga e do PS (a CDU absteve-se) e, no fni al, o candidato à autarquia bracarense às eleições autárquicas, realçou a importância do artigo. «Foram aprovados um conjunto de incentivos mas, e mais importante do que os incentivos foram realmente ditos, porque são de aplicação imediata desde que se cumpram critérios, é especialmente relevante o projeto que ali vai ser edifci ado e que pas-sa pelo aumento do hospital privado, sendo que numa das respostas previstas está uma ao nível oncológico, que é uma área que a comunidade claramente precisa. E quem está dentro da área, seja no setor público, seja no setor privado, pela complementariedade do Serviço Nacional de Saúde com os privados e com o terceiro setor, reclamam há muitos anos e era um investimento que podia ter ido para outro concelho e que felizmente, se calhar também graças a estes incentivos e à forma como a Câmara Municipal de Braga, agilizou o processo, vai fci ar em braga», vincou João Rodrigues. A reunião começou com uma explanação de Ricardo Sousa, vereador do PS, que questionou a autarquia sobre a necessidade de responder, rapidamente, às necessidades dos grupos culturais da UM que precisam de uma «solução imediata», porque têm necessidade «absoluta» de espaços para «guardar instrumentos e ensaios». Seguiu-se Artur Feio, também do principal par-tido da oposição, que pediu uma reunião urgente com os Transportes Urbanos de Braga, tendo lançado várias criticas ao processo da futura rede de BRT (Bus Rapid Transit), projecto aprovado e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no valor de 100 milhões de euros, do qual constavam duas linhas, sendo que, agora, segundo revelado pela autarquia, apenas será construída a linha vermelha, baixando o valor para 76 ME. «Não acredito que mesma apenas esta linha (vermelha) seja concluída dentro do prazo», disse. As preocupações foram subscritas pelo vereador da CDU, Vítor Rodrigues, que questionou ainda Ricardo Rio sobre as questões relacionadas com a segurança, tendo como pano de fundo a morte de um estudante, de 19 anos, na semana passada, nas imediações do Bar Académico. Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, no que diz respeito à segurança, lamentou que se «tente escalar este tipo de ocorrências para uma lógica de insegurança», sublinhando que a capital minhota é, «no quadro nacional, uma cidade francamente segura». Depois, sobre o BRT, Ricardo Rio, que historiou todo o processo, frisou que foram levantadas «questões técnicas» por parte da Infra-Estruturas de Portugal (IP), recordando que todas as obras financiadas pelo PPR têm de estar concluídas «até junho de 2026», facto que levou a CMB a optar por fazer “apenas” uma linha. O edil garantiu, ainda, em resposta às dúvidas de Artur Feio, que os TUB têm capacidade para liderar o projeto, até porque estão a ser assessorados por empresas nacionais com vasta experiências neste tipo de projetos. Habitação, segurança e BRT (Bus Rapid Transit) foram os assuntos que dominaram a reunião MUSEU BRAGA Política cultural da CMB alvo de muitas críticas por parte do PS. TUB Rui Feio solicitou reunião «urgente» com os TUB devido à BRT (Bus Rapid Transit) Pedro Vieira da Silva