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CERIMÓNIA AGENDADA PARA AMANHÃ - PRÉMIO MANUEL GRAÇA DIAS DST ENTREGUE AO ARQUITETO PEDRO LIMA

Diário do Minho

2025-04-28 08:04:04

O “Prémio Manuel Graça Dias dst , Ordem dos Arquitetos, Primeira Obra”, que vai na sua 2.ª edição, será entregue ao arquiteto José Pedro Lima amanhã, às 14h00, no auditório Domingos da Silva Teixeira, no Campus DSTGroup. O programa começa com uma visita às instalações e fábricas de construção industrial do dstgroup, seguindo-se, às 14h30, a cerimónia protocolar com as intervenções de José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup; Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitetos; Egas José Vieira, presidente do Júri; e José Pedro Lima, o vencedor. A obra “Pavilhão de Jardim. Forma | Foyer”, do arquitecto José Pedro Lima, foi uma escolha por unanimidade do júri, composto pelos arquitetos Egas José Vieira (presidente), José Manuel Carvalho Araú- jo e Patrícia Rocha Leite. O trabalho destacou-se pela abordagem consistente, equilibrada e madura, demonstrando grande qualidade para uma primeira obra de arquitetura. Com caráter menos convencional, o autor intro-duz um novo volume arquitetónico num lote típico do Porto que redefni e a relação entre a habitação principal e o jardim. O espaço concebido funciona como um foyer que proporciona vivências complementares e oferece mais conexão entre o interior e o exterior. A abordagem evidencia simplicidade e sofisticação, com o uso expressivo da cor e um ambiente que alia o conforto a um ambiente intimista e familiar. Com atelier próprio des-de 2020, José Pedro Lima desenvolve projetos de arquitetura em diferentes regiões do país. O seu trabalho abrange programas de intervenção em património, projetos culturais, habitação unifamiliar e coletiva, bem co-mo pequenos empreendimentos turísticos. É também professor assistente convidado no Departamento de Arquitetura da Universidade de Coimbra. «As cidades precisam cada vez mais de arquitetura que entendam as pessoas, que liguem as pessoas em comunidades de vida boa e que destruam os muros diáfanos que segregam e colocam uns contra os outros. A arquitetura pode resolver muitos mais problemas sociais do que resolve. O prémio quer promover a liberdade de inovar socialmente como o seu inspirador idealizava», destaca José Teixeira, presidente do dstgroup. Para além da obra vencedora, o júri também destacou, por entre 32 candidaturas, por unanimidade, as obras “Casa Aurora”, de André Azevedo, “Casa Luzim”, de Juliano Ribas e Cíntia Guerreiro, e “Ladeirinha”, de Elói Gonçalves. © DR A obra “Pavilhão de Jardim. Forma | Foyer” foi escolhida por unanimidade