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ARQUITECTURA - DST EM ITÁLIA COM A CONSTRUÇÃO DO FUTURO

Construir

2025-05-21 13:18:06

“Construção do Futuro”: passar a palavra em Veneza e Milão Exposições. O dstgroup, grupo empresarial de Braga liderado por José Teixeira, marca presença na Bienal de Arquitectura de Veneza e na Trienal de Milão. Sob o lema de um novo pensamento internacional para o sector da construção”, a empresa propõe uma cultura construtiva, inspirada na sustentabilidade, inclusão e coesão urbana. Em Veneza, apoia o projecto “Obra Aberta” da Santa sé e em Milão, apresenta módulos industriais na exposição “Inequalities” da Fundação Norman Foster, lançando assim o caminho para a mais recente empresa do grupo a zethaus Fotos: Nuno Moreira, DR Bienal de Arquitectura de Veneza e Trienal de Milão: dois importantes eventos culturais e de relevância no campo da arquitectura e do design. Dois eventos onde o dstgroup esta presente com o que define como um novo pensamento internacional para o sector da construção”. “Mais do que apresentar soluções técnicas”, o grupo empresarial de Braga, liderado por José Teixeira propõe “uma nova cultura construtiva, com ambição de manifesto europeu, inspirada num modelo social inclusivo e comprometido com a coesão urbana, ecológica e comunitária”, define. Milão e Veneza, duas paragens num percurso transformador que o grupo se lançou há alguns meses. Começamos por esta última. A Bienal de Arquitectura de Veneza arrancou oficialmente a 10 de Maio (e termina a 23 de Novembro), nela o grupo afirma o seu apoio ao projecto “Obra Aberta”, da Santa sé, comissariada pelo Cardeal José Tolentino de Mendonça e apresentada umas semanas antes da morte do Papa Francisco, de quem herda a encíclica “Laudato Si”, convocando uma nova inteligência colectiva sobre os lugares que habitamos. o Pavilhão da Santa sé é uma intervenção simbólica e concreta num bairro popular veneziano, onde o restauro do antigo oratório de Santa Maria Auxiliadora é o ponto de partida para uma reflexão mais profunda sobre “Reuso, partilha e regeneração” “o nosso desejo é que este pavilhão-parábola seja uma expressão concreta, no campo da arquitectura, das intuições proféticas contidas na Laudato Si e se torne um laboratório activo da inteligência humana colectiva, reunindo razão e afecto, profissionalismo e convívio, investigação e vida quotidiana”, descreveu o cardeal português José Tolentino Mendonça, prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação. No Pavilhão, descrito como que um “canteiro de obras, como um processo contínuo em que todos são convidados a colaborar”, será narrada uma parábola "porque ao mesmo tempo que se reparam as paredes e os pormenores arquitectónicos do edifício, também se curam as relações de vizinhança e a hospitalidade intergeracional, reconstruindo assim, simultaneamente, o espaço físico e o espaço social”. O pavilhão da Santa sé tem como curadoras Marina Otero Verzier e Giovanna Zabotti, com projecto da arquitecta Tatiana Bilbao, do México, em conjunto com o colectivo catalão MAIO Architects. O espaço de 550 metros quadrados é propriedade do Município de Veneza, que o cedeu durante quatro anos ao Dicastério para a Cultura e Educação. Mais do que patrocínio o dstgroup vê nesta participação uma forma de defender aquele que uim dos conceitos chaves da sua filosofia de construção: “reusar”. Não apenas estruturas ou materiais, mas também ideias, espaços, tradições e soluções que que valorizam o que já foi construído física e simbolicamente. Uma nova urbanidade “que resgata os valores comunitários e integra práticas industriais sustentáveis. Esta ideia é consubstanciada em Milão onde integra a exposição "Inequalities” da Fundação Norman Foster: Para a exposição o grupo edificou dois módulos de construção industrial, protótipos do novo paradigma construtivo que “funde a precisão da produção industrial com a expressão poética da arquitectura de autor”, define o grupo bracarense. Recusando o que chama de estandardização despersonalizada, a dst prepara-se para lançar uma nova empresa de construção industrializada, a zethaus, onde quer aliar a acessibilidade e rapidez à dimensão humana e estética. “Não erguemos meras estruturas. Criamos espaços que elevam a experiência humana enquanto honram os limites planetários”, afirma José Teixeira. Os módulos foram construídos no campus do dstgroup em Braga no Living Lab desenvolvido em parceria com Norman Foster: C O grupo de Braga está na Trienal de Milão e Bienal de Veneza para propor uma cultura construtiva, inspirada na sustentabilidade, inclusão e coesão urbana Manuela Sousa Guerreiro