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O ESTADO DEMOCRATICO TAMBEM GOSTA DE GUERRA?

Estrategizando Online

2025-05-27 21:06:16

Sao cerca de 380 as empresas cujo negocia se centra no que sd chama Defesa e com tendência a crescimento do número de negócios numa indústria que à luz do contexto geopolítico reassume a sua importancia nesta paranoia russofoba em especial no rearmamento da UE São cerca de 380 as empresas cujo negócio se centra no que sd chama Defesa e com tendência a crescimento do número de negócios numa indústria que à luz do contexto geopolítico reassume a sua importancia nesta paranoia russofoba em especial no rearmamento da UE. Portugal até dadas as guerras nas colonias e a sua ultima de 13 anos seguidos sempre teve empresas ligadas a este setor. Hoje numa holding a IdD Portugal Defence, que desde 2020 integra as posições do Estado nesta indústria, contam-se empresas como as O G M A - Indústria Aeronáutica de Portugal, passando pelo Arsenal do Alfeite, até à indústria naval (a Naval-Rocha) ou dos explosivos (a Ex-tra - Explosivos da Trafaria). Há, pois no Estado, um conjunto de empresas que desenvolvem a sua atividade no que se pode classificar como de industria pesada neste setor , mas ha tambem outras que procuram responder aos desafios das novas guerras. E o caso da EID - Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Eletrónica ou da EDISOFT Empresa de Serviços e Desenvolvimento de S o f t w a re , q u e resulta d e uma parceria com a Thales e a NAV, que desenvolvem o seu trabalho para a defesa, mas na base da tecnologia. A defesa precisa de quase todos os setores, desde os mais elementares, como o das rações de combate, até ao do vestuário, sem esquecer o da saúde. Uma parte desta atividade é feita por pequenas e médias empresas, mas o foco da iniciativa privada está no desenvolvimento de tecnologias de elevado valor acrescentado para o mercado global. O país conta com empresas na área de balística, que exportam e trabalham com os grandes construtores europeus na proteção para veículos blindados, empresas como a Aernnova, que produz estruturas aeronáuticas para o KC390 |da Embraer, utilizado pela Força Aérea Portuguesa] A Tekever é outra empresa portuguesa deste setor que a mais destaque tem tido pelo papel de relevo que assumiu na guerra que se desenrola na Ucrânia. A fabricante de sistemas autónomos tem conquistado contratos, tem vindo a expandir as suas operações - pretende construir um centro de excelência para "drones" para uso civil e militar na Occitânia e Nova Aquitânia, em França - e, com isso, a captar novos investidores, de tal forma que alcançou já o estatuto de unicórnio, isto é que ultrapassou os mil milhões de dólares de valorização o sétimo em Portugal. A empresa liderada por Ricardo Mendes aposta na cadeia de valor Há algumas empresas que já podem mostrar os produtos que saem das suas linhas de produção, mas há muitas mais que têm vindo a fazer um trabalho para se posicionarem nas cadeias de valor da indústria, todas numa lógica de duplo uso, civil como militar. Um crescente número de empresas, atraídas pela oportunidade, como os muitos milhares de milhões de euros que a Europa irá investir nos próximos anos fazem-se ja "empresas guerreiras" ! Mas como se vê uma importante parte das "empresas da guerra" sao do democratico luso Estado! Até à proxima ADista onda de privatizações...! Joffre Justino