A REVOLUÇÃO ELÉTRICA JÁ CHEGOU. E AGORA?
2025-05-27 21:06:19

Portugal acelera na mobilidade elétrica, mas nem tudo é claro neste caminho. Apesar dos avanços e do crescente número de veículos elétricos nas estradas, continuam a circular mitos e ideias erradas A revolução elétrica já chegou. E agora? Portugal acelera na mobilidade elétrica, mas nem tudo é claro neste caminho. Apesar dos avanços e do crescente número de veículos elétricos nas estradas, continuam a circular mitos e ideias erradas que dificultam escolhas informadas. Está na hora de separar o trigo do joio. Mobilidade Elétrica em Portugal: separar o trigo do joio A mobilidade elétrica está a transformar as ruas portuguesas e, com isso, a contribuir para a redução de emissões e para o aumento da qualidade de vida dos cidadãos. Com mais de 150.000 veículos elétricos ligeiros registados até 2024, Portugal posiciona-se como um dos países europeus com maior crescimento neste setor. Este aumento reflete o compromisso do país e uma mudança de mentalidade: há cada vez mais consumidores que procuram soluções de transporte mais sustentáveis, silenciosas e económicas a longo prazo. Apesar dos avanços, ainda persistem dúvidas e mitos que merecem ser esclarecidos. OS MITOS "Ainda não há carregadores suficientes" Errado. A rede de carregamento elétrica em Portugal tem crescido de forma consistente. De acordo com a Mobi.E, existem atualmente mais de 10.000 pontos de carregamento em território nacional, mas o número continua a aumentar com a ajuda de entidades privadas como a Repsol, que tem feito da infraestrutura elétrica um eixo prioritário da sua atuação. O país está entre os Estados europeus com melhor cobertura da infraestrutura. "Os carros elétricos não têm autonomia suficiente" Os modelos mais recentes já ultrapassam os 400 quilómetros de autonomia por cada carga, o que cobre de forma confortável as necessidades de mobilidade diária da maioria dos condutores. Para viagens longas, a crescente rede de carregamento rápido torna o trajeto cada vez mais simples e previsível. "Carregar é caro" O custo por quilómetro de um carro elétrico continua, na maioria dos casos, a ser inferior ao de um veículo a combustão. E com planos tarifários competitivos é possível otimizar ainda mais os custos. Segundo estimativas da UVE - Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos, percorrer 100 quilómetros num veículo elétrico carregado em casa custa EUR2,11 a EUR3,19 - um valor muito abaixo dos EUR7,40 a EUR9,84 que custam os mesmos quilómetros num veículo movido a gasóleo e gasolina, respetivamente. A aposta da Repsol na mobilidade elétrica A Repsol está a posicionar-se como uma das empresas líderes na transição energética ibérica, e há bons motivos para isso. A empresa vê na mobilidade elétrica um dos pilares centrais da sua estratégia para reduzir emissões e acelerar a descarbonização da mobilidade. Atualmente, conta com mais de 2.400 pontos de carregamento elétrico em Portugal e Espanha. Esta infraestrutura faz parte do chamado corredor ibérico elétrico, que permite aos condutores atravessar a Península de forma cómoda e segura com energia elétrica 100% renovável. E tudo de forma fácil e sem espinhas. Só em Portugal, a empresa já instalou dezenas de pontos de carregamento em postos de abastecimento e locais estratégicos como centros comerciais, parques de estacionamento e zonas residenciais. Proximidade é a chave para continuar a fazer crescer os adeptos da mobilidade de emissões nulas. Tecnologia portuguesa com alcance europeu Em 2024, a Repsol deu um passo decisivo ao adquirir uma participação maioritária na Miio, comercializadora de energia para a mobilidade elétrica, pioneira com a sua app na utilização digital nos carregamentos elétricos. A Miio destacou-se desde 2019 por oferecer uma aplicação intuitiva que permite, entre outras coisas, localizar postos de carregamento em tempo real, verificar a disponibilidade, iniciar ou terminar carregamentos de forma remota e ainda comparar preços por entre operadores. O objetivo é reforçar a digitalização, simplificar a utilização dos sistemas e oferecer aos condutores uma experiência de carregamento mais simples, eficiente e transparente. O objetivo? Facilitar a vida aos utilizadores de veículos elétricos. Photo by JUICE on Unsplash Photo by JUICE on Unsplash Soluções à medida dos condutores Quando se fazem à estrada, os utilizadores de veículos elétricos querem garantir uma viagem com previsibilidade, segurança e garantia de disponibilidade de postos de carregamento. A pensar nisso, a Repsol lançou a app My Repsol que oferece aos condutores e uma lista de vantagens: # Acesso à rede pública Mobi.E; # Utilização de energia 100% renovável; # Benefícios exclusivos, nomeadamente descontos em combustível e pontos Repsol Move. Aderir é fácil e gratuito, basta descarregar a app My Repsol e começar já a acumular saldo que depois pode usar em carregamentos. Ao abastecer nos postos de combustível Repsol, carregar o veículo ou através das faturas da eletricidade e gás estará sempre a ganhar. Pode ainda aumentar o saldo disponível com a compra de botijas de gás ou através de compras de produtos e serviços nas estações de serviço da marca. Incentivos públicos ajudam a decidir Portugal continua a apostar forte na mobilidade elétrica, com apoios e isenções que tornam a decisão de mudar ainda mais vantajosa: # Incentivo à compra de veículos 100% elétricos ligeiros: até EUR4.000 para particulares e EUR6.000 para empresas; # Incentivo à instalação de carregadores em edifícios que apoia até 80% do custo de instalação, com teto de EUR800 por ponto; # Isenção de IUC e ISV para veículos elétricos. O futuro é elétrico. E já começou Portugal está em marcha rumo a uma mobilidade mais verde e empresas como a Repsol estão a acelerar essa mudança com investimentos concretos e inovação tecnológica. Com uma rede sólida de carregamento e em expansão, uma visão estratégica clara e com várias parcerias, a empresa está a afirmar-se como um dos principais protagonistas da mobilidade elétrica na Península Ibérica. Aderir à mobilidade elétrica já não é apenas uma questão de sustentabilidade ambiental, mas também de poupança que se sente mensalmente na sua carteira. Vai mesmo ficar de fora? TopBuilt with Shorthand [Additional Text]: ECO