AS NOSSAS CIDADES ESTÃO MAIS INTELIGENTES? OIÇA O PODCAST À PROVA DE FUTURO
2025-06-30 21:05:54

Miguel de Castro Neto, diretor da Nova IMS, e Nuno Ribeiro, co-CEO da Ubiwhere, explicam como tornar as cidades mais inteligentes para os cidadãos. Cerca de 40% da população da União Europeia vive em cidades, segundo as Nações Unidas. Em Portugal, o peso chega aos 44%. A melhoria da qualidade de vida nas cidades reveste-se, por isso, de enorme importância. O que passa por usar a tecnologia para torná-las mais inteligentes. powered by Advanced iFrame free. Get the Pro version on CodeCanyon. “O que nós tentamos construir no nosso dia-a-dia de uma cidade inteligente é garantir que, para o cidadão, não há qualquer fricção, não há qualquer atrito no seu usufruto da cidade”, afirma Miguel de Castro Neto, diretor na Nova Information Management School em entrevista ao À Prova de Futuro, um podcast do ECO que tem o apoio do Meo Empresas. O especialista em Smart Cities dá um exemplo prático. “Muitos dos semáforos de Lisboa já têm um algoritmo de inteligência artificial que está a aprender em contínuo com o trânsito da cidade, porque tem sensores, e está-se a ajustar para eu não estar parado num semáforo, a emitir gases com efeitos de estufa, se não houver trânsito”. O convidado da rubrica “Gestor Sem Medo” é Nuno Ribeiro, co-CEO da Ubiwhere, uma empresa portuguesa que é já uma referência europeia no desenvolvimento de soluções de software para Cidades Inteligentes. “Fora de Portugal, ganhámos um megaprojeto Smart Cities em Espanha, na região de Granada, em que começámos a digitalizar toda a componente de turismo da região”, conta. A empresa de Aveiro fez a agregação de dados de sensores que fazem contagem de fluxo de pessoas, de dados de operadores de telecomunicações, dados de consumo da Mastercard, do Booking, do Airbnb, e do instituto de estatística. “Isto permitiu a caracterização do perfil do turista na região e de onde é que ele vem”, o que “traz umas vantagens competitivas enormíssimas”. André Veríssimo