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JOSÉ PACHECO DEFENDE APOIO AO COMÉRCIO TRADICIONAL

Correio dos Açores

2025-08-29 21:07:30

José Pacheco, candidato à Câmara Municipal de Ponta Delgada pelo CHEGA, reuniu-se com comerciantes da baixa para ouvir in loco as suas preocupações e problemas. De acordo com informação disponibilizada à imprensa, a desertificação do centro histórico, o encerramento sucessivo de estabelecimentos e a perda de vitalidade da baixa deviam preocupar todos: comerciantes, trabalhadores, clientes e quem quer uma cidade viva. Mas, infelizmente, quem governa a câmara de Ponta Delgada parece não querer ver esta realidade. Os comerciantes sentem que foram abandonados há muito tempo. A falta de estacionamento, o fecho arbitrário de artérias sem ouvir os comerciantes e a arrogância na forma como se tomam decisões foram queixas repetidas. Não se pode governar uma cidade de costas voltadas para quem nela investe, cria emprego e gera movimento económico”, refere José Pacheco, que garante que “nenhuma decisão para Ponta Delgada será implementada sem ouvir, primeiro, os comerciantes e a população. Governa-se com as pessoas e não contra elas, mesmo que existam ideias diferentes. O diálogo será sempre a base”. O candidato refere também, e citámos, que a Câmara insiste em licenciar novas grandes superficies comerciais, ignorando a agonia do pequeno comércio. Isto é abrir as portas para que as grandes empresas destruam o que resta do comércio tradicional, que resiste há décadas com sacrifício e dedicação”. Se for eleito, José Pacheco diz ter soluções, que passam, entre outras, pela isenção de taxas municipais para negócios locais no centro histórico, com regras de presença e actividade, para revitalizar o coração da cidade. implementar uma Plataforma digital municipal que permita vendas online e entregas rápidas do comércio local, colocando os nossos comerciantes no mesmo patamar tecnológico das grandes cadeias. Promover vales de consumo local, atribuídos em campanhas ou como prémios, que garantam que o dinheiro circula nas lojas do concelho e apoia directamente quem gera emprego cá dentro, bem como criar um selo municipal de boas práticas, para distinguir as lojas que cumprem responsabilidade social, qualidade e bom atendimento, valorizando quem faz bem. Também promete a devolução de parte do IMI em benefícios directos aos comerciantes, seja em obras de melhoria ou em promoção das suas lojas e produtos.