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O ÚLTIMO NISSAN GT-R R35 FOI PRODUZIDO

Turbo Online

2025-08-29 21:07:30

Após 18 anos e 48 mil unidades produzidas, o icónico Nissan GT-R R35 despede-se sem data de regresso. O último exemplar será entregue no Japão. Após 18 anos e 48 mil unidades produzidas, o icónico Nissan GT-R R35 despede-se sem data de regresso. O último exemplar será entregue no Japão. É o fim de uma era. O Nissan GT-R R35 chegou oficialmente ao fim da sua produção, encerrando um capítulo de 18 anos na história dos desportivos japoneses. Desde o seu lançamento em 2007, foram fabricadas cerca de 48 mil unidades, consolidando a reputação do modelo como um dos mais icónicos e duradouros no segmento. O último exemplar, na edição limitada T-Spec e pintado na cor Midnight Purple, foi entregue a um cliente num Japão. A derradeira versão T-Spec distingue-se pelo sistema de travagem carbocerâmico, jantes forjadas douradas e os materiais exclusivos no interior. Mas esta despedida também encerra o ciclo de vida de um motor lendário: o VR38DETT, um V6 biturbo de 3,8 litros que era montado à mão por nove mestres Takumi. Na versão inicial, entregava 480 cv e 588 Nm de binário, acelerando dos 0 aos 100 km/h e 3,2 segundos e atingindo os 312 km/h de velocidade máxima. Ao longo dos anos, o VR38DETT evoluiu para 570 cv e 637 Nm de binário, atingindo os 600 cv e 652 Nm na versão Nismo e ainda 720 cv no raríssimo GT-R50 desenhado pela Pinninfarina. No entanto, o motor também ficou conhecido pela sua robustez, sendo capaz de suportar preparações que aumentavam o débito de potência para valores acima dos 1000 cv, tornando-o um sucessor digno do nome “Godzilla”. Haverá futuro para o desportivo da Nissan? O futuro do GT-R ainda é incerto. Apesar de já muito ter sido falado, como uma possível partilha de plataforma com o Honda NSX, a única confirmação que existe é que o nome GT-R voltará. Leia tambémNissan GT-R de volta? Só o nome Em 2023, o protótipo elétrico Hyper Force, com 1360 cv anunciados, deu um vislumbre sobre o potencial “R36”. Contudo, o contexto atual do mercado e a procura limitada por superdesportivos elétricos sugerem a possibilidade de um futuro GT-R com motor híbrido ou plug-in. Enquanto a Nissan enfrenta desafios mais importantes , como a sua sobrevivência -, a saída de cena do GT-R R35 deixa uma marca profunda no mundo automóvel. A despedida de um ícone é sempre difícil, mas os fãs aguardam o seu regresso. É o fim de uma era. O Nissan GT-R R35 chegou oficialmente ao fim da sua produção, encerrando um capítulo de 18 anos na história dos desportivos japoneses. Desde o seu lançamento em 2007, foram fabricadas cerca de 48 mil unidades, consolidando a reputação do modelo como um dos mais icónicos e duradouros no segmento. O último exemplar, na edição limitada T-Spec e pintado na cor Midnight Purple, foi entregue a um cliente num Japão. AD © Nissan A derradeira versão T-Spec distingue-se pelo sistema de travagem carbocerâmico, jantes forjadas douradas e os materiais exclusivos no interior. Mas esta despedida também encerra o ciclo de vida de um motor lendário: o VR38DETT, um V6 biturbo de 3,8 litros que era montado à mão por nove mestres Takumi. Na versão inicial, entregava 480 cv e 588 Nm de binário, acelerando dos 0 aos 100 km/h e 3,2 segundos e atingindo os 312 km/h de velocidade máxima. Ao longo dos anos, o VR38DETT evoluiu para 570 cv e 637 Nm de binário, atingindo os 600 cv e 652 Nm na versão Nismo e ainda 720 cv no raríssimo GT-R50 desenhado pela Pinninfarina. No entanto, o motor também ficou conhecido pela sua robustez, sendo capaz de suportar preparações que aumentavam o débito de potência para valores acima dos 1000 cv, tornando-o um sucessor digno do nome “Godzilla”. AD AD Haverá futuro para o desportivo da Nissan? O futuro do GT-R ainda é incerto. Apesar de já muito ter sido falado, como uma possível partilha de plataforma com o Honda NSX, a única confirmação que existe é que o nome GT-R voltará. Leia tambémNissan GT-R de volta? Só o nome Em 2023, o protótipo elétrico Hyper Force, com 1360 cv anunciados, deu um vislumbre sobre o potencial “R36”. Contudo, o contexto atual do mercado e a procura limitada por superdesportivos elétricos sugerem a possibilidade de um futuro GT-R com motor híbrido ou plug-in. Enquanto a Nissan enfrenta desafios mais importantes , como a sua sobrevivência -, a saída de cena do GT-R R35 deixa uma marca profunda no mundo automóvel. A despedida de um ícone é sempre difícil, mas os fãs aguardam o seu regresso. © Nissan Bruno Gouveia