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NOVO FERRARI TESTAROSSA É UM HÍBRIDO V8 COM 1050 CV

Auto Drive Online

2025-09-10 21:05:30

O substituto do SF90 é o modelo mais potente da história da marca de Fiorano. O supercarro Ferrari Testarossa está de volta. Recuperando o nome do ícone descontinuado em 1996, este 849 Testarossa vem substituir no topo da gama o SF90 , assumindo-se, por agora, como o modelo mais potente da história da marca do Cavallino Rampante. Para o efeito, vem munido de um sistema híbrido plug-in formado por um motor V8 biturbo com 3990cc, auxiliado por três motores elétricos, reunindo um total de 1050 cv (mais 50 cv que o SF90). A lançar no próximo ano, o novo Testarossa será aposta no formato coupé e “open-top” , em concreto na primavera e no outono, respetivamente. O 849 Testarossa dá uma volta a Fiorano em 1 minuto e 17.5 segundos, menos 1,2 seg. que o SF90 e menos 0,2 seg. que a série limitada SF90 XX Stradale. Ao nível do sistema propulsor, temos uma evolução do sistema adotado no SF90, com novas cabeças dos cilindros, coletores de escape e turbos (os maiores de sempre num Ferrari). O motor a combustão por si só debita 830 cv, sendo que o trio elétrico acrescenta 160 kW/218 cv. Dois desses motores elétricos situam-se no eixo da frente, permitindo vetorização de binário. Debitam potência apenas até 209 km/h, mas o terceiro motor, posicionado entre o motor e a caixa de velocidades, continua a faze-lo acima dessa velocidade. Em modo elétrico, o 849 Testarossa debita apenas potência nas rodas da frente e é limitado a 129 km/h. Uma bateria de 7.45 kWh permite um alcance máximo até 25 km em modo EV. Ao nível de performance, o coupé será capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 2,2 segundos e 0-200 km/h em 6,3 segundos. Já o Spider deverá ser ligeiramente mais lento no cumprimento dessas tarefas devido aos 90 kg adicionais. A velocidade máxima em ambos é fixada nos 330 km/h. A caixa de dupla embraiagem de oito velocidades tem tecnologia herdada da F1. A aposta no 849 Testarossa recaiu em linhas mais afiadas e musculadas face ao modelo original, com pouca ligação com o modelo original. Antes, o novo Testarossa é uma continuação de propostas como o SF90 ou o SP3 Daytona, embora com uns toques retro. Destaque para as entradas de ar laterais nas portas, para o habitáculo avançado e para a cauda dupla inspirada no 512 S. A frente tem o estilo dos Ferrari da década de 1980, com um design horizontal em forma de ponte que liga os faróis. Já o interior tem um punho da caixa ao estilo F80, um volante sem comandos físicos, uma consola central a separar os bancos e ecrãs digitais a projetar informação vital para o condutor e passageiro. Existe a opção de bancos mais orientados para o conforto ou de competição. A marca italiana apostou em duas novas cores: Rosso Fiammante (uma espécie de Rosso Corsa mate e que acrescenta uns flocos metalizados na pintura) e Giallo Ambra (um tom ambar). Por dentro, há novas decorações em Alcantara e um tom Giallo Siena, que harmoniza com o exterior ambar. Existem ainda várias jantes à escolha. A versão de topo chama-se 849 Testarossa Assetto Fiorano, 30 kg mais leve que os 1570 kg do modelo convencional , graças à utilização de materiais mais leves, como a fibra de carbono e o titânio. Recorre também a uns amortecedores Multimatic e graças a asas duplas consegue triplicar o índice de “downforce”. Esta versão acrescenta igualmente uns pneus Michelin Cup R2, decorações específicas e um interior personalizado. Na Europa, o preço começa nos 460 mil euros no coupé, 500 mil no spider e o pack Assetto Fiorano custa 52.500 euros. Ferrari 849 Testarossa AF Ferrari 849 Testarossa AF Ferrari 849 Testarossa AF Ferrari 849 Testarossa AF Ferrari 849 Testarossa AF Ferrari 849 Testarossa Ferrari 849 Testarossa Ferrari 849 Testarossa Ferrari 849 Testarossa Ferrari 849 Testarossa Ferrari 849 Testarossa Ferrari 849 Testarossa Spider Ferrari 849 Testarossa Spider Ferrari 849 Testarossa Spider